24 de fevereiro de 2006

TAÍ UM BAILE CARNAVALESCO QUE EU NÃO PERDERIA.
ESSE ANO EU DEI BOBEIRA, MAS ANO QUE VEM MEU ORGANIZO!!!

Você entende um Mod?
Por: Hígor Coutinho

O século XX, apelidado pelo pensador alexandrino Eric Hobsbawn como a "Era dos Extremos", entre guerras colossais e avanços científicos benéficos e ao mesmo tempo catastróficos, reservou um lugar especialíssimo para a juventude.


Pela primeira vez na história, uma fatia da população mundial se fazia diferenciar não pelas características econômicas, sociais, geográficas, raciais ou políticas, mas sim pela faixa etária. A partir da segunda metade do século, impulsionada por uma novíssima forma de música e comportamento, a juventude tomou o poder!!

Como a História gosta (e precisa) de nomes e datas, quem inaugurou oficialmente essa nova era, em 12 de abril de 1954, foi Bill Halley e seus Cometas, com "Rock Around The Clock", música que, posteriormente associada ao filme "Blackboard Jungle" (lançado no Brasil como "Sementes da Violência"), chocou violentamente a conservadora, religiosa e ainda muito racista, sociedade estadunidense.


A indústria fonográfica de então, numa tentativa de embranquecer o tal ritmo negro, vê no garoto Elvis Presley sua mais viável oportunidade. Mas, apesar do sucesso branco de Elvis (ou talvez impulsionados por ele), novos meteoros negros riscavam o céu de tio Sam: Little Richards, Chuck Berry, e até James Brown, entre tantos outros, galgavam lugares respeitáveis nas paradas de sucesso.


Contudo, com a ida de Elvis para o exército e a conseqüente saturação desse novo gênero que já não dava sinais de longevidade, o rock viveu um grande hiato entre 1959 e 1963. Os grandes ídolos de outrora agora enveredavam pelo caminho mais lucrativo da country music e das baladas açucaradas. A morte do rock era anunciada pela primeira vez.


Se nos EUA o rock havia morrido, o velho mundo, representado pela austera sociedade Inglesa, indicava que seria o berço de seu glorioso renascimento.

God Bless The United Kingdom!

Não se sabe ao certo o porquê, mas é certo que os jovens do Reino Unido se preocupavam em associar suas preferências musicais ao modo de se vestir mais do que em qualquer outra parte do planeta, e isso, somado a uma série de fatores sociais, os dividiu em tribos urbanas rivais que se odiavam.


O mais forte expoente dentre todos esses grupos foi apelidado pela imprensa local como "Moderns", ou simplesmente "Mods".


Para se compreender universalmente o surgimento do movimento Mod, é preciso entender várias das transformações ocorridas no início do século XX.

Less Is More!

O Modernismo, desencadeado por nomes como Pablo Picasso e sua tela "Les Demoiselles D'Avignon" tida como a inauguração simultânea do cubismo e da arte moderna, influenciado pelas construções do arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright e pelo movimento Art Nouveau, pode ser considerado como ponto de partida do que viria a ser conhecido, mais tarde, como movimento Mod.


A abstração, uma das principais características da arte do século XX, somada a idéia de simplificação formal ("Less Is More"), moldaram no inconsciente artístico de então a negação do realismo obrigatório a que estavam atreladas todas as escolas anteriores, criando espaços para as mais subjetivas invenções.


Dentro desse contexto, foi declarado o Manifesto Futurista, por Marinetti, que conclamava a uma arte mais móvel, agressiva e urbana; "a beleza da velocidade" .


No pós-guerra, os ideais modernos ganharam muita força, a cultura do jazz fervilhava ao som das big bands, os anos quarenta rebolavam as notas do swing e desfilavam as vistosas "zoot suits", ternos folgados que permitiam grande liberdade de movimentos.

Porém, com esse sopro de mudanças o jazz moderno ganhava terreno, com Miles Davis, Gil Evans e tantos outros, e isso acabou significando o rompimento com a tradição "hot" entretenedora do jazz, acompanhado por uma mudança de visual; ternos mais sóbrios substituíram as largas "zoot suits".


O be-bop era bastante consumido na Itália, e o design de moda se inspirava diretamente no visual dos músicos. Surgira ainda a necessidade da criação de um meio de transporte que acompanhasse todas essas mudanças, comportamentais e estéticas. Apareciam as primeiras "Scooters", motonetas produzidas principalmente pelas companhias Piaggio-Vespa e Lambretta.
Nos últimos suspiros da década de 50, os jovens ingleses já absorviam todo esse universo comportamental: eram consumidores ávidos do "modern jazz" estadunidense (além do ska, soul, rocksteady etc.) e se vestiam como seus músicos (conseguiam seus bem cortados ternos, ocasionalmente, nas lixeiras da famosa Carnaby street). Adoravam filmes Nouvelle Vague (New Wave), pilotavam "scooters" italianas e cortavam os cabelos ao estilo francês. Incrivelmente tudo sustentado com o salário de office-boy!


Eram, em sua maioria, membros da juventude judaica que habitava os bairros da classe média baixa londrina, onde conviviam com os recém chegados imigrantes jamaicanos que ajudavam a lotar os clubes de be-bop e os coffe-bars. Não tardou para a imprensa rotulá-los como "moderns". A partir daí, a oralidade fez o seu papel e o neologismo "Mod" se popularizou.


Aliás o termo "Mod" apareceu pela primeira vez no ensaio "Today There Are No Gentlemen", em 1962 num diário londrino. O livro (e depois filme) "Absolute Beginners" de Colin Maclness, retrata bem essa fase de explosão do movimento, através do estereotípico personagem The Dean.


Complementando o ideário do "Less is More", o fardamento Mod cultuava as camisas Fred Perry, botas Clark Desert, calças Levi's, além das famosas camisetas com o símbolo da Royal Air Force (círculos concêntricos, vermelhos, brancos e azuis), conseguidas através das novíssimas técnicas de serigrafia. E para completar o uniforme modelo, era preciso ostentar uma das famosas parkas militares, que nos fins dos anos 50 eram usadas somente para proteger as roupas caras da poeira e chuva. Porém, rapidamente este ítem se transformou em adereço obrigatório.

A trilha sonora oficial de então, era a música soul de selos estadunidenses como a famosa Motown, a Tamla, ou ainda a Stax. A combinação de elementos do soul americano com as melodias calcadas na guitarra rock das redondezas definiria a estética sonora predominante nesse período. The Who, Small Faces , Kinks, além de muitos outros nomes Europa afora, abraçaram com potência a nova onda.

Estamos em 1964!

Mas os Mods não estavam sozinhos, os Rockers (seus arquiinimigos) e os Teddy Boys (Primeiros jovens trabalhadores ingleses a se vestirem como aristocratas) estavam a espreita! Vários dos encontros entre gangues rivais acabavam em pancadaria generalizada! Tudo isso potencializado a mil, pelo consumo demasiado de anfetaminas (adotada como droga oficial do movimento).

O antagonismo entre Mods e Rockers era óbvio: os Rockers eram o oposto frontal daquilo que era cultuado pelos modernos da época; adoravam jaquetas de couro preto adornadas com broches e correntes, ostentavam vistosos topetes, se devotavam ao rock cinquentista dos EUA (considerado ultrapassado pelos nossos amigos) e seguiam o espírito de liberdade do motoqueiro norte-americano, desprezando as benesses do trabalho duro.

A radicalização histórica dessas diferenças ocorreu no dia 18 de maio de 64, no bairro londrino de Brighton, quando centenas de Mods e Rockers se enfrentaram com selvageria pelas suas ruas e praias. Este evento foi muito bem retratado no filme "Quadrophenia" de Franc Roddam.

Mod de dizer...

Apesar da proximidade do movimento Mod com o universo negro, (dividiam os mesmos bairros e até então compartilhavam muitas preferências musicais), o aparecimento do reggae e seus lamentos "melanínicos" de retorno à África e exaltação à negritude, fizeram com que essa identificação diminuísse gradualmente, já que os jovens britânicos (por mais boa vontade que tivessem) não conseguiam se ver em tais manifestos musicais.

Assim, perdendo seus principais aliados, e concorrendo com o psicodelismo, a nova linguagem oficial do florescente movimento Hippie, o movimento Mod degringolou-se, e os poucos resistentes foram rebatizados como Hard-Mods, e depois Skinheads (não confundir com movimentos neo-nazistas que se apropriaram, posteriormente, da alcunha).O movimento Mod estava enterrado!

Nos anos 70 houve um revival na Inglaterra (logicamente não com a mesma intensidade dos ?sixties?), capitaneado por bandas como a legendária The Jam de Paul Weller, ou ainda The Lambrettas, Vapors e Purple Hearts, lançadas por pequenos selos como Castle, Detours (nome da banda de Pete Towshend, antes de ser batizada como The Who), Big Beat e One Way Records.

No Brasil o movimento teve poucos ecos, mas podemos citar " ainda nos anos 60" a banda Som Beat, que chegou a gravar "My Generation" do Who. Outros possíveis pontos de contato foram o "pequeno príncipe" Ronnie Von e a banda The Beatniks.

Porém, o maior representante Mod nacional, despontou mesmo foi na década de 80: a banda paulistana Ira!, que em seu disco de estréia "Mudança de Comportamento" de 1985, presenteou os brasileiros com o hino Mod tupiniquim "Ninguém Entende Um Mod".

Nos anos 90 e 00 também temos representantes fortes, como os curitibanos do Relespública, Faichecleres e Tarja Preta, os paulistanos The Charts e Momento 68 (este menos Mod e mais psicodélico), os sul-riograndenses Plato Dvorak (das bandas Père Lachaise e Locecraft) e Cachorro Grande, além do também gaúcho Júpiter Maçã ("A Sétima Efervescência"), que apesar de afundado na psicodelia mantém certas características Mod.

22 de fevereiro de 2006

O Estudo Científico dos Bicho-Grilo - Texto de Carlos Melo




-O "Bicho-grilo porraloquensis" é resultado do cruzamento entre o intelectual da USP, o hippie da Bolívia e o capoeirista do Pelourinho.
-Ele se reproduz em cativeiro e habita os quarteirões entre as Ruas Fidalga e Rua Harmonia, na Vila Madalena.
-É reconhecidos por suas batas coloridas, lenços na cabeça e um vocabulário de apenas de quatro expressões: "só", "meu", "muito louco" e "tô louco pra caralho."
-A alimentação básica do Bicho-grilo porraloquensis é arroz integral, batata barôa, empanada argentina, tofu e mais arroz integral.
-Alguns deles tomam cerveja e fumam um cigarrinho fino e perfumado.
-Os Bicho-grilo têm muitos filhotes.
-Eles ninam esses filhotes à noite com músicas do Beto Guedes e do Led Zeppelin.
-Também gostam de colocar nomes diferentes nos filhotes, como Cauê, Aritana, Lenine, Stalimir, Krishna ou Sidarta.
-Nos anos 90, com a proliferação dos bares de pagode e da novela "Vila Madalena", os Bicho-grilo começaram a entrar em extinção.
-Não podiam mais dormir em redes na varanda e foram ficando cada vez mais tristes. Foi aí que aconteceu a grande fuga dos Bicho-Grilo em direção à Visconde de Mauá, São Tomé das Letras, Trindade e calçadas do Espaço Unibanco.
-Hoje existem poucos espécimes na Vila.
-Por causa disso, não coma um Bicho-Grilo!!!! Se for inevitável, use camisinha.
Vamos preservar a natureza.
Boa noite.

21 de fevereiro de 2006

TÁ CHEGANDO O DIA MAIS ESPERADO PELA MAIORIA DOS BRASILEIROS (DENTRE OS QUAIS, SOU UMA EXCEÇÃO)
APROVEITANDO O CLIMA, REPITO UMA LETRA JÁ PUBLICADA AQUI À TEMPOS:
Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua
(Sérgio Sampaio)
Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou
Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou
Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso ou não é nada disso
Eu quero todo mundo nesse carnaval...
Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar, pra dar e vender

17 de fevereiro de 2006



Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz

Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios

Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus

Se eu quiser falar com
DeusTenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho

Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração

Se eu quiser falar com
DeusTenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nadaNada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar

Gilberto Gil

Que nada, é só ligar pro papai!!! - rs

Agora, falando sério.
As vezes olho para o céu como a Diarista e penso: "Tá caprichando; hein, colega?!!!"

Outras vezes, como se dialogasse de fato com o Criador; indago o porque tenho de passar pelo que tenho passado nos últimos 2 anos, o que estou aprendendo com isso, o que isso está acrescentando à minha evolução espiritual; pergunto se por acaso estaria eu aprendendo à engolir sapos e afirmando que, se a intenção for essa, já engolí o suficiente, portanto já aprendí bem a lição.

Porém, nem sempre o que a gente pensa ser o "suficiente" realmente é.

***
Tá me dando uma saudade de Santa Catarina!!! Não faz nem 2 meses que estive lá pela última vez. Saudades de Porto Belo (mais especificamente, da Ilha; da cidade, nem tanto), Bombinhas, Balneário Camboriú (estive lá pouquíssimo tempo, apenas algumas horas), Blumenau (não estive lá na última visita), de Floripa, não, obrigado!!! Saudades da viagem em sí, das paisagens, e de muitas outras coisas. Uma amiga de Brasília está planejando vir até aqui em outubro, passar uns dias e depois irmos juntos para a Oktoberfest. Se Deus (ih, de novo?!!!) quiser e meus esforços (para arranjar $$$) derem resultado, tudo dará certo.
***
Descobrí uma versão de "Oh! Susannah" (aquela mesma) com a banda The Byrds; um dos maiores expontes dos "sixties", que eu tanto gosto (ao ladoda música dos "seventies", claro).
Duca!!!!!
E por hoje é só, pessoal!!!! (música do Pernalonga)

14 de fevereiro de 2006


SEMPRE RIR, SEMPRE RIR, PRÁ VIVER É MELHOR SEMPRE RIR
Faz sentido!!!
Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cão voltou. Novamente ele tentou espanta-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
Assinado: .........
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.
Entao ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pos na boca do cachorro.
O acougueiro ficou impressionado e como ja era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chao, pulou e apertou o botao para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O acougueiro e o cao foram caminhando pela rua, ate que o cao parou em uma casa e pos as compras na calcada. Entao, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso.
Ninguem respondeu na casa.
Entao, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi ate a janela e comecou a bater com a cabeca no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguem abriu a > porta e comecou a bater no cachorro. > O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
- Por Deus do ceu, o que voce esta fazendo? O seu cao e um genio!
A pessoa respondeu:
- Um genio? Esta ja e a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!
MORAL DA HISTORIA: Voce pode continuar excedendo as expectativas, mas para os olhos de alguns idiotas, voce estara sempre abaixo do esperado
***

Questão na prova final do Colégio Objetivo-SP, Terceiro Ano:

"Faça uma análise sobre a importância do Vale do Paraíba"

Resposta de um aluno:

"O Vale do Paraíba é de suma importância, pois, não podemos discriminar esses importantes cidadãos. Já que existem o Vale-Transporte e o Vale do Idoso, por que não existir também o Vale do Paraíba? Além disso, sabemos que os Paraíbas, de um modo geral, trabalham em obras ou portarias de edifícios e ganham pouco. Então, o dinheiro que entra no meio do mês (que é o Vale), é muito importante para ele equilibrar a sua economia familiar."

10 de fevereiro de 2006

A PROPAGANDA É A ALMA DO NEGÓCIO

Esse cartaz deu uma trabalheira...

Bom, então é assim, né? quem precisar é só ligar!!!

7 de fevereiro de 2006


INFORMAÇÃO X CONTRAINFORMAÇÃO
Tudo depende do meu estado de espírito. Ao ver essa capa na banca, a minha primeira reação pode ser vista no FOTOLOG. Cheguei a pensar num texto criticadando duramente o Chavez, metendo o PSTU, o PSOL e atá a coitada da senadora Heloísa Helena no rolo. Num outro dia, com os nervos alterados, cheguei a pensar:
"Quero mais é que esse cara arrume uma guerra com os E.U.A. e destrua-se tudo; quero mais é que o Irã construa sua bomba atômica; quero mais é que exploda a Terceira Guerra Mundial e essa cambada destrua de uma vez esse mundinho de merda!!!"
Mas, porém, todavia, contudo; resolví ler a entrevsita (ou parte dela, que está no site, a entrevista na íntegra só na versão impressa); e sinceramente não conseguí formar uma opinião consistente.
De uma forma ou de outra esse cidadão jamais é ignorado. Ele quer ser o novo Simón Bolívar ou quer simplesmente aparecer? Seus propósitos são sérios ou tudo não passa de puro poulismo?
Apenas o tempo dirá.

5 de fevereiro de 2006


Tu és o MDC da Minha Vida
Raul Seixas - Paulo Coelho


Tú és o grande amor da minha vida,
pois você é minha querida, e por você eu sinto calor.
Aquele seu chaveiro escrito "love",
ainda hoje me comove me causando imensa dor.

Eu me lembro, do dia em que você entrou num bode,
quebrou minha vitrola e minha coleção de Pink Floyd.
Eu sei, que eu não vou ficar aqui sozinho,
pois eu sei que existe um careta, um careta em meu caminho...

Nada me interessa nesse instante,
nem o Flávio Cavalcanti que ao teu lado eu curtia na TV...
Nessa sala hoje eu peço arrego,
não tenho paz,nem tenho sossego, hoje eu vivo somente a sofrer...

E até , até o filme que eu vejo em cartaz,
conta nossa história e por isso eu sofro muito mais...
Eu sei que dia a dia aumenta o meu desejo,
e não tem Pepsi-cola que sacie a delícia dos teus beijos...

Quando eu me declarava você ria,
e no auge da minha agonia, eu citava Shakespeare...
Não posso sentir cheiro de lasanha,
me lembro logo das casas da banha onde íamos nos divertir...

Mas hoje , o meu Sansui-Garrat-Gradiente
só toca mesmo embalo quente pra lembrar do teu calor...
Então eu vou ter com a moçada lá do Pier,
mas pra eles é careta se alguém, se alguém fala de amor...

Na Faculdade de Agronomia,numa aula de energia,
bem em frente ao professor...
Eu tive um chilique desgraçado,
eu vi você surgindo ao meu lado no caderno do colega Nestor...
É por isso, é por isso que agora em diante
pelos 5 mil auto-falantes eu vou mandar berrar o dia inteiro,que você é

o meu máximo denominador comum

DOMINGO NORMAL. LAVEI ROUPA, COZINHEI, ME IRRITEI COM MEU VELHO, DORMÍ E VIM PRA LAN POSTAR...

Uma grandiosa semana à todos!!!

1 de fevereiro de 2006

VOLTANDO À POSTAR, SEM GRANDES NEWS

Então é assim, né?

Janeiro é um mês de marasmo mesmo. Ou seria de farra? Só sei que tenho tomado muita breja, visto um ou outro filme com meu sobrinho (na verdade foi um só), quase não tenhoi ido à praia (tb., depois de uma semana no litoral catarinense, a gente fica mesmo mal acostumado; não é qualquer praia que serve).

Umas 2 semanas atrás assistí " A Fábrica de Chocolate" com o Thomas. Interessante; mas prefiro a versão original. Aliás, quase sempre prefiro os originais; seja em cinema, música, TV ou qualquer outra coisa que "remakeiem" e tentem modernizar. Quem já viu a versão antiga da "Fábrica"? comparando com a moderna, parece bem mais criativa (´levando-se em consideração de que a tecnologia nos anos 70 era um pouquinho menos avançada). Aliás, já devo estar enchendo a paciência do caro leitor com essa minha mania de anos 70.
Utilizando-me de um velho chavão:

"Só quem viveu aquela época prá saber."

Escrevo isso ouvindo, adivinhem? Nazareth e Sweet!!!

Outro chavão me vem a mente.

"Decididamente, nascí na época errada".

Mudando totalmente de assnto:

De uns dias para cá, venho refeltindo sobre meu fracasso profissional.

Já me alertaram várias vezes para não procurar na minha área, ou não apenas na minha área.
Comecei à concordar e ir mais além:

JÁ NÃO FAÇO QUASE QUESTÃO NENHUMA DE TRABALHAR NA MINHA ÁREA!!!!

Prá quem não sabe, sou formado em Economia; e estou chegando à conclusão de que é uma área muito ingrata.
Não consigo ganhar dinheiro nem para mim, quanto mais paraos outros. Não consigo otimizar nem mesmo meus rendimentos, quanto mais otimizar os rendimentos alheios.

Lembro-me; que alguns anos atrás, eu tinha um site, numa época que havia hospedagem gratuíta (e eu tinha micro com Front Page em casa, prá poder atualizar os arquivos pelo menos uma vez por semana). Um site de Economia. Imaginei eu, em minha Santa Ingenuidade, que poderia ganhar algum dinheiro, ou pelo menos, conseguir oportunidades com esse bendito site. Pois bem, dentre os poucos que me procuraram através do site, uma figura em particular me chama atenção:

O ditu cujo tinha uma lojinha de componentes na região da Santa Efigênia, centro de Sampa. O infeliz queria saber a melhor forma de apurar contábilmente os custos de forma à aumentar o lucro e de quebra, dar uma enganadinha no Fisco. Queria uma resposta, rápida, objetiva e nem falou em dinheiro. Esse daí queria pouco. Apenas queria que lhe fornecesse gratuitamente as fórmulas da pedra filosofal e do elixir da juventude!!!

É mole?!!!

28 de janeiro de 2006


Foto escolhida ao acaso
Então é assim, né?!!!
Nãotem me dado ânimo de postar nada. Aliás, ultimamente tenho achado a vida um tanto sem graça. Concordo com o Morcego; "nada que uma boa traulitada não resolva".
E quem se habilita?!!! - hummm

23 de janeiro de 2006

Eis um texto publicado pela Jackeline no Miselânea; que faço questão de reproduzir; inclusive serve para mim mesmo, nesse momento.

Problemas, problemas e problemas... para que te quero?!
Problemas... que não os têm?!Creio que TODOS nesse mundo tem algum problema...
Mesmo que seja muito pequeno, mas que tem, tem!Ficamos fracos, desanimados, desiludidos muito fácil e rapidamente.Acho que isso é próprio do ser humano mesmo. Cansar facilmente é mais fácil!Não enfrentar os problemas é típico.
Correr deles parece ser a melhor alternativa mas não se resolve nada com isso. Protelar é mais cômodo mesmo... falo isso por experiência própria.
Mas se não tivéssemos problemas?! E ai?!
Seria tudo lindo?
Tudo mais bonito?
Aprenderíamos o que com isso?
Na minha opinião os problemas servem para nos ajudar a evoluir, a crescer, amadurecer e darmos mais valor.Quanto mais problemas tivermos, mais oportunidade de crescer, teremos!Sei que é difícil mas imaginamos então, que cada problema seria um leão. Como matar 30 leões, ou que fossem 10 somente, de uma só vez?! Impossível!
Matando um de cada vez, seria mais real.... imaginamos então que cada problema é um leão.
Resolva um de cada vez, encare, parta pra cima, elimine o que te faz mal. Aprenda com os erros!
Afinal, quem quer ficar cuidando de leões a vida inteira?!

22 de janeiro de 2006


SÁBADO REGADO À BLUES, POWERPOP E MUITA BREJA!!!
De tarde liguei pra uma amiga, a Lu, que convidou-me para ir a uma barraca de praia (a noite!!), onde ela se encontraria com uns amigos músicos para cantar. Gostei muito, gente muito fina. dois rapazes mais velhos que tocam violão, um casal que toca gaita e expectadores familiares.
Eles estão formado (ou tentando - rs) uma banda de blues. Até tem o blogda provável futrura bada linklado aqui ao lado.
O filho de um dos "bluesman", deve ter a idade do Thomas (6 anos) ou menos, apredeu com o pai a tocar a introdução de "Iron Man" do Sabbath numa guitarrinha de brinquedo. Muito bacana.
Depois disso, ainda tive a pachorra de ir à Popscene. É, as vezes sinto-me enjoado daquilo, cheio de ir sózinho, indignado com a falta de condução tanto na ida quanto na volta. Porém, eu estava com saudades, já não fui na primeira do ano pq tinha prova do Banco Central no dia seguinte.
Então resolví ir. E não me arrependí.
Todo mundo feliz!!!
A seleção musical agradou bastante, prá variar, gostei mais quando apelaram pro som mais antigo: Clash, Ramones, The Cure, Go-Go´s, Bangles, Joan Jett e - pasmem - Twisted Sister. Lembranças dos bons tempos do Sírio e da Lofty vieram à tona!!! Legal mesmo saber que a molecada mais nova tb. curte esse som.
O show foi com os gaúchos do Wonkavision. Power por com tecladinhos muito interessantes; embora embora a aparelhagem de som do Retrô não colabore e não dê pra entender quase nada.
Eu mesmo estou indo no site dos caras (e da mina, a vocalista/tecladista) conferir melhor.
Enfím, um sábado atípico

21 de janeiro de 2006


19 de janeiro de 2006

SINALZINHO DE VIDA

Ontem, dia 18, completaram-se 2 anos da partida da minha mãe para o Plano Maior. Talvéz pela lembrança desta data, esteja meio down essa semana.

Sem news, só passei para dar um sinalzinho de vida e visitar outros blogs.

14 de janeiro de 2006

O FIM DO INÍCIO DO VERÃO
01/01
Acordei meio de ressaca, tomei um banho, café e fui dar uma caminhada na Beira Mar, aproveitando prá dar uma passadinha básica no caixa eletrônico.
Nesse dia, resolví fazer uma visita ao Helder, aquele meu colega que mora lá em Floripa. Transporte coletivo por lá é fóda!!! Entre esperar um busão, trocar de terminal e os percursos, levei mais de uma hora e meia prá chegar. e olha que le não mora tão longe do centro, é perto da UFSC, região nobre e central. Bom, falamos muita asneira, demos muita risada; os filhos dele são umas figuras, principalmente o mais novo. A esposa dele tb. é gente fina. Só fiquei preocupado pq. o cara tá lá em Floripa a quase 10 anos, 7 destes empurrando com a barriga o curso de Engenhara Sanitária na UFSC (nesse período de 7 anos, cumpriu apenas 1/3 da grade curricular), a esposa ralando até a morte prá sustentar a casa, os filhos e eles prórpios; qualquer dia a muié se cansa, chuta-lhe o rabo, some com os meninos e deixa o cara falando sózinho. Bom, eu não tenho nada que ver com isso, se esse incidente vier à acontecer, tenho que dar razão à muié. Até cheguei a dizer prá ele largar esse curso e partir pra outra, ia dizer prá ele procurar um trampo; mas, quem sou eu, né verdade?
Como diz o outro, "cada um com seu cada um, cada qual com seu cada qual".
Ao anoitecer resolví ir embora, levei quase 2 horas pra chegar ao Centro, resolví comer na Sanduicheria da Ilha. Nada muito original nem diferete; mas muito bom. O mote da casa é o sanduba de mortadela Ceratti do Mercadão de Sampa; que eles dizem fazer igual. Como não sou muito fã de mortadela, pedí um outro tipo; que eles chamam de "Manézinho", com linguiça, queijo e salada. Voltei pro albergue e fui dormir.
02/01
Último dia de farra. Saideira: passeio de barco na Lagoa da Conceição.
Depois da tradicional espera por condução; a pequena viagem. Sobe morro, desce morro, mas a vista lá de cima compensa.
Antes da pontzinha que segue pela Av. Das Rendeiras (e de lá p/ as praias: Joaquina, Mole, Galheta, Barra) tem aquele trapichezinho, de onde saem os barcos de uma cooperativa e que dão a voltana Lagoa. Preocupado com o horário da volta, não quis completar o contorno, descendo em um dos trapiches onde os barcos fazem paradas regulares; onde havia uma faixinha de areia e um restaurante (na verdades, todas as paradas tem). Pastelzinho de cmamarão, breja, muita família, muito cazalzinho; dei um tempo e fui embora. Do trapiche da ponte para o Terminal da Lagoa, mais chá de cadeira e volta pro Centro. Antes de voltar pro Albergue, passadinha básica numa lanhouse prá ver os e-mails, orkuts e para começar a falar da viagem no blog. Volta ao albergue, descanso, lanche, arumar as coisas e rodoviária. Fim da esbórnia, hora de voltar prá casinha.
Agora, sabese lá quando vou poder fazer uma viagem longa.
Adorei Porto Belo, fora de temporada então, aquilo deve ser uma maravilha!!!
Floripa, não tão cedo; com certeza, fora do Reveillon e no máximo 2 dias. Aquela cidade já foi boa, realmente fazia jús ao título de "Ilha da Magia". Agora está virando um feudo pequeno burguês, cercado de mazelas por todos os lados. Paraíso dos farofeiros e dos ricaços entrincheirados em resorts e praias privativas. Merece ter o nome trocado para "Guarujá do Sul", ou até mesmo para "Praia Grande do Sul".
Balneário Camboriú: na próxima visita, ficarei mais tempo, conhecerei o Cristo Luz e anderei de teleférico.
Agora tô com vontade de ir pro Paraná: conhecer Curitiba, fazer aquele passeio de trem até Paranaguá (ou seria Morretes? Bom, só sei que é serra abaixo), passar uns 2 dias na Ilha do Mel e voltar às Cataratas do Iguaçú (estive lá uma vez, mas isso já fazem, pasmem quase 25 anos; hum, tô ficando velho!!!).
Num rompante de ambição, tb. me dá vontade de ir ao Nordeste. Salvador, nem pensar, lá é carnaval o ano inteiro, e eu não suporto carnaval!!! Recife e Olinda podem ser uma boa. Aracajú é a capital menos badalada e mais barata do Nordeste, tb. pode ser uma boa.
Seja como for, planos prá viajar; no mínimo, depois do segundo semestre.
Quanto aos Albergues da Juventude; ainda é a melhor equação economia/conforto. Pena que nunca mmais dei sorte de conhecer pessoas legais (e fazer farra com eles) com no reveillon do ano passado, lá mesmo em Floripa. s gringos voltaram para seus países, quem não sumiu, foi cada um passar o reveillon em um canto diferete esse ano.
Próximo reveillon: quero passar aqui mesmo em Santos; comendo sossegado minha farofinha com pernil e molho de cebola, tomando tranquilamente meu licorzinho de chocalate branco e minhas breja. Viajar? Se tiver condição ($$$), só depois de 02/01/2007. Talvéz pra Santa Catarina; não prá Floripa, com certeza.

12 de janeiro de 2006

Antes de contar o fim da viagem (não foi muita coisa, voltei no dia 2 a noite), pois estou sem inspiração; diexa dar alguma satisfação do novo ano, afinal já passou quase sua primeira quinzena.

Então, voltei de viagem; problemas familiares (pai se fingindo de coitadinho, quando na verdade está recuperado e pronto para outra; irmã mais velha se fazendo de louca), pintura no prédio...

Neste último domingo fui a Saõ Paulo fazer a prova do Banco Central. Não achei muito difícil, embora adimita que provávelmente caí em muitas pegadinhas. Depois da prova, sem ter o que fazer e sem vontade de descer a serra; resolví passear de trem até Santo André. Isso mesmo, aqueles trens da CPTM, que pega-se na Estação da Luz e agora tem até ar condicionado. Achando que a rodoviária de Santo André ficava em frente à Estação Santo André, o espertalhão aqui saltou na dita cuja; quando na verdade, a rodoviária fica uma estação antes.

Não encontrei a rodoviária, mas encontrei o shopping. Resolví dar uma volta (embora estivesse com as pernas doloridas e cansadas), comer alguma coisa e aí sim, voltar umja estação e pegar o ônibus de volta. Até que é um passeio pitoresco, Sempre que for a Samap, sem compromissos e horários, irei primeiro a Santo André, e de lá pegar o trem p/ a Estação da Luz.

De resto; bem o que desejo (e estou correndo atrás) para´este ano é o de sempre: emprego, grana, um canto decente prá morar em paz, namorada...

11 de janeiro de 2006

CONTOS DE UM PRINCÍPIO DE VERÃO - 3

30/12
Então, sem nada de interessante pra fazer fui dormir. Não conhecí ninguém no Albergue, a dona não conseguiu juntar gente para lotar uma van e levar para algum barzinho ou casa noturna. Bem diferente do ano passado :((
31/12
Resolví ir até a Praia Brava. Uma verdadeira aventura: esperar um tempão pelo ônibus, na verdade, um microônibus, com ar condicionadao, o famoso "amarelinho" ou "farofinha". A viagem levou mais de uma hora, pois a praia fica no norte da ilha e o Albergue no Centro.
A praia Brava em sí é maravilhosa. O problema são aqueles prédios de rico em frente. Fiquei por lá umas duas horas, até que enjoei. Muita família, muito casalzinho...
Peguei o farofinha prá voltar; mas no meio do caminho resolví parar em Santo Antônio de Lisboa, o famoso bairro dos açorianos. Descí em frente ao terminal, e dá-lhe subida e dá-lhe descida. O bairro é mais ou menos como eu imaginava: alguns casarões em estilo açoriano, criação de ostras, lojas de artesanato e restaurantes (com preços abusivos) , o melhorzinho que encontrei foi o já citado Café Açores. Apesar da demora (a casa estava lotada), deu pra curtir um espetinho de camarão e umas ostras ao bafo (acreditem, até então, eu nunca havia comido ostras, apesar de ser cria do litoral).
Depois fui ao terminal pegar o ônibus de volta ao centro.
Cheguei a tempo de me abrigar da chuva torrencial que castigou a cidade pouco antes da virada.
Como não arrumei nada mais interessante pra fazer na virada, fui ver os fogos na beira Mar Norte. Antes, porém, peguei uma big fila numa loja de conveniência perto do Albergue, pra pegar algi pra beber, afinal, virar o ano na seca não é legal.
E o tão propagado "Reveillon da Magia"? Foi uma decepção...
Muito fraco. Foi uma queima de fogos, e não um "espetáculo pirotécnico" como em outros anos. Até um moleque de uns 9, 10 anos que estava perto de mim reclamou, taxando de " propaganda enganosa". Nem criança eles não enrolam mais.
E não foi só isso. No palco uma banda chamada Dazaranha (isso mesmo), ídolos locais, que fazem uma mistureba de reggae, funk, violinos e Tim Maia; causou histeria coletiva . O vocalista gritou: "BOA NOITE, FLORIPA!!! FELIZ ANO NOVO!!! VAMO SACODIR COM DAZARANHA!!!!(Repita essa frase rapidamente e com o "com" pronunciado incorretamente). Ninguém merece!!!!
No telão, apareceu a outra queima, na Ponte Hercílio Luz. Eu havia cogitado de ir para lá na hora da virada (há um mirante); porém, achava que os arranha céus locais tampariam a visão dos fogos. Besta, eu!!!
Na ponte sim, houve um espetáculo pirotécnico, com cascata e o escambau!!!
Mais uma vez:
PENA EU NÃO TER UMA MÁQUINA. TIRARIA CADA FOTO, DE CADA PAISAGEM!!!

7 de janeiro de 2006

CONTOS DE UM INÍCIO DE VERÃO - 2
29/12
Comecei o dia pensando em dar uma esticada até Baln. Camboriú para encontrar-me com uma colega que mora lá. Liguei umas 3 vezes, não conseguí encontrá-la, então resolví ir até Bombinhas; que fica praticmante ao lado de Porto Belo. Lá fui eu prá rodoviária pegar aquele tal de Praiana. De Porto Belo até Bombinhas é só subir um morro, descê-lo e já chegou, mais especificamente na praia de Bombas. Gostei muito da praia, muitas famílias, bom ambiente, segurança. Parece até Santos (uns 25 anos atrás, lógico). Cansado de ficar esticdo ao sol, resolví dar uma caminhada até o fim da praia. Depois de ter tomado um pequeno banho involuntário por força das ondas (rs), descobrí uma trilha (eu e as trilhas) que dá em uma outra praia, meio deserta. O interessante é que pode-se largar as coisas na areia pra dar um mergulho, que ninguém mexe, nem mesmo chega perto!!!. Depois, a trilha de volta e resolví dar uma volta pea cidade, ou melhor, pela avenida principal parelela à praia (cujo nome esquecí). Esta avenida nada mais é do que a continuação da estrada que vem de Porto Belo, que por sua vez, é continuação da Av. Gov. Celso Ramos, em P.B.
Lá o destaque é a Casa do Pastel, na tal av. principal. Pastéis de camarão à 3 cada. 2 pastéis já são o suficiente. Um só é pouco. Depois de outras voltas pela avenida e pela praia, resolví voltar.
Já no albergue, liguei umas 3 vezes para a tal colega de Camboriú, sem encontrá-la. Resolví aventurarme à ir até lá; caso não a encontrasse, daria uma volta pela cidade para não perder a viagem. E foi exatamente o que aconteceu. Assim que descí na rodoviária de B.C. por volta das 18hs, liguei novamente, deixei recado e nada. Fui passear nas avenidas Brasil (paralela à praia) e Atlântica (a da praia). No último quiosque, resolví tomar uma caipirinha, que ninguém é de ferro. Jantei num rodízio de pizza e fui embora. Chegeui no Albergue quase meia noite.
30/12
Acordei cedo, tomei um alentado café, arrumei minhas coisas, fechei a conta e fui pra rodoviária embarcar prá Floripa. Nessa linha quem opera é a Viação Rainha. O mesmo esquema: pinga-pinga, paradas ao longo do caminho para embarque e desembarque. Dessa vez, conhecí no caminho o lado rural de Porto Belo, com plantações de arroz e banana, gado bovino e tal. Caindo na BR 101, com paradas constantes, parada na rodoviária de Tijucas, mais estrada com pinga-pinga e finalmente, entrada em Floripa. Cheguei no albergue por volta de 11:15 da manhã.
Nesse dia resolví dar um tempo com praia e depois de descansar um pouco, fui dar uma volta no Centro, alí perto. Impressionante e decepcionante que as imediações do Mercado Público estejam ficando com cara de Vale do Anhangabaú. Aliás, Floripa está ficando cada vez mais com cara de São Paulo. Pelo menos tem tudo prum paulistano sentir-se em casa: arranha-céus, congestionamentos, poluíção, violência, ter de andar duas horas para chegar na praia e outros bichos. Até mesmo o Mercado Público, que era um lugar tão aprazível, está ficando degradante, com um povinho tão, tão... desagradável, para dizer o mínimo!!!
Aliás, aproveito aqui para abrir um parênteses: houve uma época em que eu queria porque queria ir morar em Florianópolis. Depois dessa última visita, perdí o tesão de ir prá lá até mesmo como turista. Virou uma metrópolezinha a beira-mar, um reduto pequeno-burguês onde tapa-se com a penira o miserê em volta. Os arredores do Albergue da Juventude do Centro estão empesteados de edifícios pseudo-chiques, com aquela arquiterua pseudo-moderna que mais parece arquitetura de mictório de botéco. E cada vez que eu vou lá encontro um prédio novo, em construção ou mesmo já erguido. O que já foi um paraíso praiano e alternativo está tomando ares de classe média baixa decadente e iludida. Isso me enjoa.
continua

5 de janeiro de 2006

CONTOS DE UM COMEÇO DE VERÃO

26/12/05
Embarquei na rodoviária, dessa vez em ônibus executivo, um pouco mais caro, mas bem mais confortável. Aquela burocracia: paradas na Praia Grande, Itanhahém, aquela Padre Manoel da Nóbrega cada vez mais perigosa; a Régis Bittencourt malconservada e feia (e tb. perigosa), a loja Graal de Registro lotada, aquele trechozinho f.d.p. no Vale do Ribeira, até a parada no Costa Brava de Curitiba. Depois de abastecer-me e dormir praticamente todo o trecho entre Joinville e Itajaí. Desembarquei em Balneário Camboriú, para fazar a baldeação até Porto Belo.
27/12
A viagem entre B.C. e Porto Belo é meio maçante. O ônibus da Viação Praiana sai da rodoviária, pega a marginal da BR 101 e vai parando pra embarque e desembarque em pontos na beira da estrada. Numa destas paradas, subiu um moleque de uns 12, 13 anos, sujo, fedorento e que alegava não poder pagar a passagem. Um dos passazgeiros até se prontificou e foi impedido pelo cobrador (sim, tem cobrador, só não tem catraca) com o argumento de "que se fosse alguém não incomodasse, ele mesmo pagava". O moleque foi arrastado prá fora do ônibus, e deram uma porradas nele no lado de fora. Bom, passado este incidente, continuou a viagem. O raio do ônibus entra na cidade de Itapema (logo apóis B.C.), passa por um bom trecho urbano, depois volta à BR, para na rodoviária de Itapema, depois entra novamente na cidade, e finalmente entra em Porto Belo (pegando e largando passageiros pelo caminho).
Depois do desembarque, ainda tive que andar oito quarteirões pra dentro para chegar ao Albergue da Juventude. Fica numa área um pouco afastada, com cara de zona rural, onde não chegou nem asfalto ainda. Mas é bastante seguro.
O Albergue é bastante aconchegante, com atendimento familiar e o café da manhã é bem sortido e reforçado. Excelente, por que nessa viagem eu andei, ah como andei!!! Logo na chegade, me deram um mapa de bolso, e foi possível começar a exploração.
Não ví nada demais nas praias de porto belo: uma faixa de areia fina, mar calmo e quase sem ondas. Inventei de subir um morro para atingir a tal Praia do Araçá. É subida, viu, mas é subida mesmo!!! Tanto que arranjei uma carona com um caminhão que estava subindo para entregar frango num mercado lá em cima. Confesso que fiquei decepcionado com as tais praias do morrro: Estaleiro, Caixa D´Aço e Araçá. Prainas sem graça...
O que mais tem é pedra. O que compensa é a vista!!! Pena eu não ter uma máquina!!! Teria tirado cada foto...
É justamente na altura desse morro que atracam os transatlânticos, e foi justamente nesse dia que atracou um dos "Islands", que se não me engano, havia saído daqui de Santos alguns dias antes. Depois da descida, deu um cansaço, naturalmente. Depois de almoçar num kilão perto do albergue fui dormir. A tardinha esplorar um pouco a cidade.
Porto Belo é uma cidade pequena; onde a vida social ocorre principalmente na Av. Gov. Celso Ramos, paralela à praia. Muitos restaurantes, lojas de artesanato, centro de informações turísticas e etc. E não passa muito disso. Mais ou menos na diração do Albergue e perto da rodoviária tem uma praça, com um presépio muito fofo; padaria e lanhouse. Sem ter muito o que fazer, fui navegar um pouco na net. Depois voltei pro albergue e fui dormir.
28/12
Resolví fazer a travessia para a Ilha de Porto Belo, em frente a praia central. A travessia é feita em pequenas embarcações a motor e dura menos de 15 minutos. A ilha é paradisíaca; com uma trilha ecológica, aluguel de equipamentos para mergulho, trilhas subaquaticas, restaurante, loja de artezanato e o Eco Museu da Univali. Fiz a trilha pelo mato, subida, mais subida. No final tem um mirante maravilhoso, que compensa!!! De lá avistam-se as tais prais que eu tinha ido no dia anterior e o canal onde o transatlântico estava ancorado. No trajeto, deparie-me com um ou dois lagartos, passei pelo bicho duas vezes, não sei se era o mesmo.
Depois, banho de mar e de sol; observação às belas turistas que participavam de um concurso de lambaéróbica a beira mar; visita ao museu (nada demais, só fósseis e esqueletos de animais marinhos) e por fim, resolví ir embora, pois o sol e o cansaço já estavam me incomodando. Volta ao albergue, sonéca e exploração noturna. Não há muito o que fazer, aaté tem uns barezinhos e uma famosa casa noturna chamada Bali Hai, onde me deu vontade de ir, mas desânimo de ir sózinho. Resolví dormir e passar o dia seguinte em Bombinhas.
continua



2 de janeiro de 2006



Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Estou no meu lugar
Você já sabe onde é

É, não conte o tempo por nós dois
Pois, a qualquer hora posso estar de volta
Depois que a noite terminar

Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Seguir a direção
De uma estrela qualquer

É, não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão, me solta
E deixa a sorte me buscar

Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou me esquecer de mim
E você, se puder, não me esqueça

Vou deixar o coração bater
Na madrugada sem fim
Deixar o sol te ver
Ajoelhada por mim, sim

Não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar

Não, não, não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão, me solta
E deixa a sorte me buscar

Não, não, não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar


Skank

Depois conto com detalhes como foi a viagem.

Antes que eu me esqueça:

EU RECOMENDO

Em Porto Belo:

Ilha de Porto Belo
Albergue da Juventude de Porto Belo

Em Bombinhas:

Praia de Bombas
Casa do Pastel (na avenida parelela à Praia de Bombas, em frente ao Restaurante Praiano)

Em Balneário Camboriú:

Caipirinha do primeiro quisque do caçadão da Av. Atlântica (o primeiro para quem está com o mar à sua esqueda, o último p/ quem está com o mar à direita)

Em Florianópolis:
Açores Café (em Santo Antônio de Lisboa, ao lado da Igreja)
Sanduícheria da Ilha (prox. ao Shopping Beira Mar)
Passeio de barco pela Costa da Lagoa da Conceição (embarque ao lado da ponte)
Restaurante Lagoa Azul (na costa da Lagoa da Conceição)

Por hora é só.
GRANDIOSO 2006 À TODOS!!!!

26 de dezembro de 2005


FFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUUIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!

Vejo-os (as) em 2006.

Não se esqueça:

ALCOOL E DIREÇÃO NÃO COMBINAM.

DEIXE O CARRO EM CASA E VÁ SER FELIZ, ZÉ MALOCA!!!


Um pedacinho de terra
perdido no mar
Num pedacinho de terra,
beleza sem par
Jamais a natureza
reuniu tanta beleza
Jamais um poeta
teve tanto a cantar

Num pedacinho de terra
belezas sem par
Ilha da moça faceira,
da velha rendeira tradicional
Ilha da velha figueira
Onde em tarde fagueira
vou ler meu jornal

Tua Lagoa famosa
ternura de rosa
poema ao luar
cristal onde a lua vaidosa
sestrosa, dengosa
vem se espelhar

Cláudio de Alvim Barbosa

22 de dezembro de 2005

MINHA PACIÊNCIA EXPIROU. EU NÃO SOU LIXO, PORRA!!!
Quem já me conhece a algum tempo já deve ter adivinhado: outra discussão com meu velho, praticamente pelos mesmos motivos das anteriores.
O fato é que já estou cansado. Estou cansado de ser desrespeitado. Estou cansado de criancices e brincadeirinhas de mau gosto. Estou cansado de ser tratado como uma máquina. Estou cansado do fato das pessoas acharem que tem o direito de fazerem o quem bem entendem comigo. Estou cansado de ter meus calos pisoteados, minhas feridas cotucadas e ter que aguentar passivamente à isto, com "educação", "modos", " bom mocismo". Estou cansado de ter meu espaço invadido, minha privacidade abaixo de zero, meu aparelho auditivo e meu sistema nervoso sobrecarregados.
Chega uma hora que a paciência acaba.
Antes que digam:
"Ah, coitado, ele está doente!"
Antes de ficar doente já era assim.
Pra encher meu saco, a doença dele não atrapalha em nada.
Ele não está inválido e os médicos recomendaram que ele levasse um rítimo de vida o mais movimentado possível.
Engraçado como todo mundo pode tudo, e eu não posso nada!!!
Todo mundo pode ter seus ataquezinhos de nervos, falar e fazer o quem bem entender na hora que melhor lhe convier.
Eu tenho que ser sempre o bonzinho, o carneirinho, o gentleman, o bom exemplo. Ou, O GRANDE OTÁRIO!!!
Todo mundo tem razão em fazer o que faz, todo mundo tem suas justificativas.
Só eu que tenho que ser sempre correto, certinho e isso e aquilo. E quando erro; tenho que ser "homem o suficiente prá assumir meus erros sem esconder-me covardemente atrás de justificativas".
Exatamente o oposto dos outros membros da família.
Não dá, não dá.
Não tenho mais saco prá isso. Não tenho mais estômago prá isso.
Cheguei no meu limite.

21 de dezembro de 2005

FRAUDE
(Laert Sarrumor)

Eu me angustio, eu me angustio, me deprimo, fico mal, eu fico mal
Eu me angustio, eu me angustio, me deprimo, fico mal, eu fico mal
Eu sou um imbecil,
Eu sou um imbecil
Um cretino, um mentecapto, ah!
Eu sou um idiota, ou, um idiota

Mas eu abomino aqueles que vivem reclamando de tudo
Ah! Eles falam isso, falam aquilo, mas eles nada fazem e se acham muito bem
E também abomino aqueles que não reclamam de nada
Mas que também não fazem nadaE não sabem se estão mal ou se estão bem
Como também abomino aqueles que vivem dizendo que fazem tudo
Mas que na verdade não fazem nada e...ah!
Vá pro inferno, encheu o saco
E tudo bem...

Moda, tudo é moda, mas não há nada que incomode, que atinja ou melindre
Os donos das consciências.
Moda, tudo é moda, mas não há nada que incomode,que atinja ou melindre
Os donos das consciências, da sua (ridícula) consciência

É triste ver tantos robôs fabricados, programados, esquematizados
Com passos ensaiados, excêntricos, esquizofrênicos
Em nome da modernidade, ou, modernidade
É triste ver tantos robôs fabricados, programados, esquematizados
Com passos ensaiados, excêntricos, esquizofrênicos
Em nome da modernidade, ou, modernidade

Entra década e os cabelos crescem , sai década e encurtam os cabelos
Entra década e os cabelos crescem, sai década e encurtam os cabelos
Entra década e os cabelos crescem, sai década e encurtam os cabelos

...Ah! Mas eu, tolo, parvo, vil, abjecto, beócio
Não quero nem saber de cabelo, eu tô mais preocupado
É com a cabeça, ou, com a minha cabeça
Que me perdoe o Walter Franco, mas eu, burrão,imbecilzão, cretinão
Estou mais preocupadoem encontrar alguma coisa
Que faça a minha cabeça, ou, minha cabeça

Só vendo só como é que dói,
Só vendo só como é que dói
Saber que só tem uma rádio em que se manifesta lá em Niterói
Só vendo só como é que dói
Só vendo só como é que dói
Saber que só tem uma rádio em que se manifesta lá em Niterói

E de resto não vai nada nem melhor e nem pior
E de resto não há nada nem melhor e nem pior
Nós ainda somos os mesmos e vivemos,
Nós ainda somos os mesmos e vivemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos como o Belchior

18 de dezembro de 2005

PARA CONQUISTAR O MUNDO, É PRECISO ATRAVESSÁ-LO




16 de dezembro de 2005

ENTÃO!!!!

Conseguí arrumar o template e ficou bem melhor!!!!
Comecei a fazer um curso de Webdesign, começando com HTML; o que já ajudou muito!!!

E é por aí!!!!

Papai já tá em casa, e já tá me torrando a paciência; daqui a pouco vou começar a arrancar os cabelos...

Ninguém mais comenta?!!!

15 de dezembro de 2005

UFA!!!!

Ignórem o post anterior!!!!
Ficou até bem melhor!!!!

Ah, não!!!!

Esse template novo só pode estar curtindo com minha cara!!!!

Vou trocar já!!!

Tudo bem, ele tem um layout legal; mas que de adianta ter um template bonito que não funciona? E que não aceita midificações?

Quer dizer, até aceita algumas, do jeito que ele quer.
Ah, não; templete com vontade prórpia (má vontade, ainda por cima!!!) não dá!!!!

E o caro leitor pode perguntar:

E COMO FAZ PRÁ COMENTAR?

Simples:

NÃO FAZ!!!

14 de dezembro de 2005

Mudou tudo aqui no Blog, viram?

Só falta arrumar esses malditos comentários!!!

Fiz tudo certo lá "Copiar e colar" no modelo. Sabe-se lá porque cargas d'água o link dos comentários do Haloscan simplesmente não aparece; de modos que tornou-se impossível enviar comentários!!!!!!!

Cada mudança de template é uma dor de cabeça!!!
O que será que tem de errado?
Alguém pode ajudar?

11 de dezembro de 2005


NOS EMBALOS DA POPSCENE
E lá se foi outra edição da Pops!!! e mais ua vez, por falta de cia, fui sózinho e sofrí com a falta de condução tanto na ida quanto na volta. Eu já nem andava com muita vontade; porém, valeu a pena. Foi a última edição do ano.
O show foi com aquela figura acima, um tal de Tony da Gatorra. quem quiser saber mais sobre o cara é só visitar o blog dele. (www.tonydagatorra.blogspot.com)
Um trechinho só para se ter uma idéia:
"Tony da Gatorra é um artista. Mora em Esteio, Rio Grande do Sul, onde sobrevive do conserto de aparelhos eletrônicos. No final da década de 90, Tony criou um instrumento, a gatorra, uma mistura de bateria eletrônica e sintetizador. Construiu a gatorra para protestar contra a violência, a corrupção, a ganância, a fome e outros males do Brasil."
Ahã. Idéia interessante; só que o resultado final...
Eu não gostei.
Depois, um set show (aliás, para mim, o verdadeiro show) que valeu a noite.
Anos 60 co direito a Roberto Carlos ("Quando" e " Todos Estão Surdos") e Jackson Five!!!!
Jóia, jóinha, joião!!!!
E para os caros leitores:
Em 2006 tem mais. Já fica o convite. Tô ficando enjoado de ir lá sózinho!!!!

9 de dezembro de 2005

E O BARCO SE VAIII...

Então é assim, né?!

Papai já saiu do hospital a algum tempo. Está hospedado na casa de uma tia, eu já havia falado.
Porém de ontem prá hoje, ele armou uma confusão...

Cismou de ir prá S.Paulo hoje. E queria porque queria passar em casa para pegar sapato, calça; porque na casa da minha tia só tem bermuda e chinelo. Saiu da minha tia ontem a noite, chegou em casa, constatou que o carro está com problemas de bateria, chamou o mecânico, que só viria hoje. Como ele azucrinou essa noite!!!! 7 horas da manhã já acordo com barulho de coisas batendo na prateleira da geladeira. E dá-lhe televisão ligada em altos volumes a essa hora!!!
Ninguém merece!!!!

No fundo ele só queria matar as saudades da casinha, do castelinho encantado.
E tá certo. A casa é dele. Os incomodados que se mudem. (por mim já teria me mudado faz tempo).

Agora, não sei se ele volta pra minha tia ou se fica em definitivo.
Pq com ele (e com toda minha família) é assim: tudo decidido na última hora, resolvido na última hora e comunicado na última hora. As palavras "antecedência" e "planejamento" devem causar urticária em meus entes queridos...

E durma-se com um barulho desses!!!
Abri outro fotolog. Dessa vez no Terra. Na imposibilidade de um Fotolog legítimo, a gente apela para um genérico. Até pq não tenho tantas fotos assim, nem câmera tenho. de qualquer forma, já fica o espaço.

8 de dezembro de 2005

A banda santista Smiley, que cito à exaustão aqui no blog

MUSIC DON'T STOP
Ainda sobre música:
E tem duas bandas underground daqui de Santos que sempre cito aqui no blog:

Smiley e Os Insertos

Os Insertos fazem a linha "mod": se vestem de maneira formal, e fazem um som inspirado nos anos 50 e 60. A mesma linhagem das bandas da "invasão britânica" que citei no último post. Linhagem atualmente seguida pelos suécos do Hives e pelos gaúchos do Cachorro Grande; com uma diferença: enquanto os suécos e gaúchos fazem um som mais porrada, os santistas fazem algo mais melódico.

Vale a pena conferir n0 site oficial da banda

www.osinsertos.com.br

E também na Trama Virtual:

www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=10331

Quanto ao Smiley, é difícil definir em palavras. A banda é rotulada como "Power Pop", um som poderoso e ao mesmo tempo acessível.

Só conferindo mesmo:

www.smileysite.tk

www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=100

7 de dezembro de 2005

Bom, realmente quando o assunto é música sou bem eclético.
Tenho preferência por rock, entende-se: de Strokes à Slayer; de Mutantes à Inocentes; de Black Sabbath à Police, ou seja, uma salada mista...
Sem contar as bandas inusitadas dos anos 70.
E os 60 tb. Principalmente a invasão britânica: Beatles, Stones, The Who, The Kinks, The Animals e muitos outros "The´s" que não me recordo no momento.
E uma banda americana do mesmo período e linhagem: The Byrds ; "Mr. Tambounineman" e "Turn, Turn,Turn" me arrepiam; assim como uma versão que eles fizeram para "Lay, Lady Lay" do Bob Dylan, aliás, eles fizeram várias versões legais para musicas do Bob Dylan, "Mr. ..." tb. é do Bob Dylan. Graças ao Byrds descobrí que não gosto do Bob Dylan, mas gosto de músicas do Bob Dylan.
Tb. curto MPB. E no quesito MPB, tb. aparece outra salada.
Existem vários artistas que eu adoro que podem ser encaixados tanto na categoria "MPB" quanto "rock": os já citados Mutantes, Raul Seixas e 14 Bis.
No meu balaio geral da MPB, além do 14 Bis tb entra toda aquela "mineirada cabeluda" do chamado "Clube da Esquina" (Beto Guedes, Lô Borges e quetais). E Jorge Ben. Não o Benjor, nome artístico adotado por questões comerciais e que donota uma fase chata na carreira do músico, onde houve mais marketing do que criatividade ("W. Brasil" é uma das mais cretinas letras que já conhhecí, até ousaria colocá-la no mesmo nível de " Festa no Apê").
Enfím, há quem diga que tamanho ecletismo demonstra falta de personalidade, de atitude. Não seria tão radical. Com o tempo a gente acaba descobrindo que o mundo é grande demais e tem muita coisa boa para que a gente fique preso à um estilo. Seja de música, de vida ou de personalidade.
Entendo; afinal, eu já tive meus 17 anos, já usei cabelo comprido (daqui a alguns anos direi "já tive cabelo, por incrível que pareça, tanto curto quanto comprido"), camiseta preta, calça jeans propositalmente resgada, achava qualquer coisa mais leve que Slayer "musak prá neném" e talz...
Bom, não quero dar uma de "vélho chato" dizendo "meu filho, quando eu tinha a sua idade..."