
OS MAL-ENTENDIDOS DO NOTICIÁRIO ECONÔMICO
Douglas Stange
Em minha curta vida acadêmica (apenas 5 míseros anos de graduação em Ciências Econômicas; o que não garantiu-me qualificação profissional suficiente para sobreviver com dignidade e sem ajuda dos meus pais simultaneamente), nenhuma figura marcou tanto minha memória como o Prof. Jairo.
Com seu jeitão mineiro de ser e aquele sotaque de “Nerso da Capitinga”, ele costumava soltar verdadeiras preciosidades filosóficas, capazes de gerar tanto risos quanto indignação entre meus colegas e eu.
Por exemplo:
Quando a Universidade cogitava implantar um programa de reciclagem para professores, lá veio o Prof. Jairo com esta:
“Esse reciclagem tem que ser feita com cuidado; pois tem muito professor aqui que é que nem pneu careca: não adianta mais” recauchutá”, tem que” trocá.”
Entre outras pérolas que não convém comentar aqui, uma em especial me chama a atenção até hoje:
““ Estudar demais tem um lado ruim: a gente tem que ouvir muita” bobági” por aí”.
Era exatamente aí que eu queria chegar. Enquanto economista – talvez, não um economista digno de respeito; mas certamente um apaixonado entusiasta das Ciências Econômicas – não consigo conformar-me com o que ouço sobre Economia vindo da boca de cidadãos, digamos assim, normais. No ônibus, no supermercado, na fila do banco, na sala de espera do dentista; enfim, em qualquer lugar, há sempre um ou mais “economistas de plantão” ao criticar a política econômica do governo e propondo as mais variadas “fórmulas mágicas” para todos os nossos problemas. Alguns até arriscam previsões sobre a conjuntura econômica. Enfim, quando o assunto é Economia; temos entre o nosso humilde povo mais gênios do que na lista de vencedores do Prêmio Nobel de Economia e há mesmo tempo, mais profetas do que no Velho Testamento (ou o Novo, já que a maioria dos que se arriscam em previsões econômicas portam-se como os profetas do Apocalipse). Em época de Copa do Mundo, costuma-se dizer que “o Brasil é um país com 170 milhões de técnicos da Seleção”; sendo assim, também podemos dizer que o Brasil é um país com 170 milhões de economistas e potenciais ministros da Fazenda. Como diz uma canção de Raul Seixas: “todo mundo explica tudo”.
Chega a ser divertido de tão tragicômico!
Para que o Brasil precisa de economistas, se qualquer dona de casa conseguiria administrar as finanças deste país mais racionalmente do que a maioria de nós? Não é à toa que colocaram um médico no Ministério da Fazenda. Se bem que o ministro do governo anterior tinha formação em Engenharia Elétrica, talvez por isso ele vivesse nos dando “choque”.
Economistas? Ora, para que? A maioria das poucas empresas que prosperaram nos últimos parecem ter guiado-se muito mais por indicadores microeconômicos do que macroeconômicos. Traduzindo isso para “língua de gente” (sim, pois parece que aos olhos da sociedade; nós, economistas não somos “gente”); os dirigentes destas empresas preocupam-se muito mais com custos médios decrescentes, otimização de custos e produtividade do que com análises de tendências de mercado, taxas de câmbio e de juros, conjuntura econômica nacional e internacional. Não vou falar mais em empresas, pois assim estaria invadindo o quintal de meus colegas Administradores de Empresas; que certamente colocariam-me para correr, aumentando ainda mais meu complexo de inferioridade perante a estes profissionais tão bem conceituados.
Às vezes, sinto vontade de rasgar meu diploma (acredito que outros economistas também sintam) nas ocasiões em que sou obrigado a ouvir certas coisas. Todos os anos, durante o carnaval, minha maior vontade é de fazer confetes com meu diploma, e atirá-los na goela do primeiro folião que passar por mim de boca aberta. Não é raro que eu sinta-me um inútil enquanto economista, e acredito que a maioria de meus colegas também já se sentiu assim pelo menos uma vez na vida.
Para que queimar pestanas sobre os livros de Smith, Marx e Keynes (entre outros), gastar baterias e mais baterias de calculadoras financeiras, fazer força carregando por aí o peso de um livro de Microeconomia do Pyndick, preocupando-se em entender elasticidades, Taxa Marginal de Substituição, curvas de Demanda e Oferta Agregadas e outras baboseiras inúteis? Qualquer chefe de família que tenha estudado até a 4a série é capaz de pôr ordem na casa não indo além das 4 operações aritméticas!
Economista complica demais! O negócio é simplificar! E é tudo tão simples a tudo tão à vista!
Mal imaginam esses pobres diabos o quanto nós, economistas ficaríamos satisfeitos se assim fosse!
Revolta-me a mania do brasileiro em criticar e querer corrigir tudo sem conhecimento de causa.
Pode parecer arrogância e sarcasmo da minha parte. Parece fácil criticar pessoas humildes e que, ao contrário de minha pessoa, não tiveram acesso a um curso superior (nem mesmo a um nível de escolaridade mais baixo, na maioria das vezes) e às informações e teorias importantes. Talvez o prezado leitor esteja se perguntando “porque o sabichão aqui não baixa o nariz, desce do pedestal e tenta usar seus conhecimentos para esclarecer estas pessoas”, indagação esta com a qual humildemente concordo, admitindo que me falte coragem para tal atitude. Confesso que na maioria das vezes dá vontade, mas a timidez impede.
Nem sempre os “cidadãos normais” (usemos este termo para referirmos aos não-economistas) são incultos e desinformados. Muitos realmente procuram compreender os fatos e manterem-se atualizados; utilizando-se da imprensa escrita, falada, televisionada e “internetizada” para tais propósitos. Prestam atenção ao noticiário econômico com muito cuidado a cada detalhe. Procuram estar o mais possivelmente esclarecidos, filtram informações e processam com “requintes de lapidação” aquelas informações que julgam importantes. E fazem questão de expor suas opiniões, afinal, estamos num país democrático, temos liberdade de expressão.
É aí que mora o perigo!!!
Boa parte do noticiário econômico mais confunde do que explica. Ou melhor, na maioria das vezes, os Editores de Economia pensam estar escrevendo para quem entende de Economia; talvez pelo fato de terem comprado a idéia de que todo brasileiro é um economista de fato! Parecem supor que todos aqueles que irão ler ouvir e ver; possuem conhecimentos de Teoria Econômica. Por isso acabam omitindo alguns fatos e distorcendo outros; ou melhor, expõe tudo certinho aos olhos de qualquer estudante de Economia, mas que acabam acabam sendo distorcidas e mal interpretadas pelos não-economistas; certamente por mostrar fatos sem as devidas explicações teóricas, por mais simplórias que sejam.
Exemplos não faltam.
Recentemente uma elevação da taxa de câmbio foi atribuída a certas declarações do presidente Lula.
Pronto, a maioria dos leitores, ouvintes, telespectadores e internautas já culparam a “língua grande do Lula” por mais uma alta no dólar.
Ora; qualquer pessoa – por menor que seja seu grau de instrução - tem noção da “Lei de Oferta e Demanda”.
Não é difícil abstrair que os preços de um determinado bem se elevam quando a procura é maior do que a oferta. Com o dólar ocorre exatamente o mesmo: o governo precisa de dólares para honrar compromissos assumidos no exterior; as empresas precisam de dólares para pagar dívidas contraídas no exterior, bem como para importar materiais, máquinas e componentes; o cidadão que viaja ao exterior necessita de dólares, etc.
Ora, a oferta de dólares é determinada pelas reservas do governo. Se estas reservas são insuficientes para satisfazer as necessidades de todos; o preço do dólar – ou seja, a taxa de câmbio – deve subir.
Por outro lado, a oferta de dólar (ou seja, as reservas) depende de superávites no Balanço de Pagamentos; ou seja, o país deve receber do exterior mais dinheiro do que envia ao exterior. Nesta conta entra a Balança Comercial (exportações menos importações) a Balança de Serviços (juros pagos e recebidos com o exterior), a quantidade de moeda estrangeira que os cidadãos brasileiros adquirem para utilizar em outros países (e também a quantidade de reais que os visitantes estrangeiros adquirem para nos visitar), bem como royalties, direitos autorais, etc. Ora, sabe-se que o Brasil envia muito mais dinheiro ao exterior do que recebe; portanto, nosso Balanço de Pagamentos na maioria das vezes é deficitário. Com balanço deficitário, fica muito difícil evitar altas nas taxas de câmbio.
Quem explica isso ao cidadão comum? São raros os casos.
Outra questão: a Dívida Externa.
Pouca gente sabe; mas na conta da dívida externa entram não somente os compromissos assumidos no exterior pelos governos (municípios, Estados e União), mas também as dívidas contraídas no exterior pelas empresas. Surpreendentemente, a maior parcela da dívida pertence às empresas e não aos governos. Portanto, não cabe apenas ao governo federal a responsabilidade pela dívida externa, o governo deve agir como agente fiscalizador e controlador dos empréstimos externos contraídos por municípios, Estados e empresas.
No entanto, quando se fala em Dívida Externa, o Governo Federal é visto como o grande vilão. Muitos os que repetem isto nem sabem que o Governo Federal é o principal prejudicado pela Dívida Externa.
O grande problema não é a Dívida Externa, e sim, a Dívida Interna.
Qualquer criança sabe que os governos (federal, estaduais e municipais) gastam mais do que arrecadam. Isto gera o famoso “Déficit Público”. Qualquer chefe de família sabe: déficit tem que ser coberto de alguma maneira. O Déficit Público tem duas fontes de financiamento em curto prazo: emissão de moeda e emissão de títulos da dívida pública.
Emitir moeda gera aumento na demanda: com mais dinheiro em circulação, a lógica é de que as pessoas queiram comprar mais bem e serviços e que as empresas invistam mais para suprir esta demanda. Ora, “moeda” também é mercadoria, e como tal, também obedece à Lei de demanda e oferta. Com maior quantidade de moeda em circulação (ou seja, maior OFERTA MONETÁRIA), o preço do dinheiro (a TAXA DE JUROS) cai. Aumento de demanda e juros baixos incentivam o consumo e o investimento. Há um aquecimento na atividade econômica. Infelizmente, nem tudo são flores: ao longo do tempo, por uma gama de fatores, chega-se a um ponto em que a oferta não consegue suprir a demanda. Isto ocorre principalmente quando há “emissão monetária sem lastro”, ou seja, o governo emite moeda sem que haja uma reserva de valor. “Lastro” é uma quantidade de moeda estrangeira ou ouro ou qualquer outro bem que o governo tenha como reserva. Estas reservas dependem do PIB, Produto Interno Bruto, soma de tudo o que o país produz. Quanto maior o PIB, maiores as reservas, maior o lastro monetário. Quando o governo emite moeda para financiar déficities, geralmente esse aumento na Oferta Monetária ocorre sem que tenha ocorrido um aumento proporcional nas reservas. O país não teve um aumento na atividade econômica; ou seja, não há condições para que se aumente a oferta e suprir a demanda crescente.
Daí os preços sobem. Tem início um processo inflacionário.
Portanto, emissão de moeda gera Inflação.
Emitir títulos da dívida pública mexe com a taxa de juros. Quanto mais os governos se endividam, maiores terão de ser as taxas de juros; para atrair compradores para estes títulos. Quanto mais o governo vender títulos, mais dinheiro sai de circulação. Menos dinheiro em circulação e altas taxas de juros inibem o consumo e o investimento, contraindo a atividade econômica. Tem início um processo recessivo.
Portanto, emissão de títulos da dívida pública gera Recessão.
Se por ventura, o prezado leitor já se perdeu, basta enviar-me um e-mail, que será respondido o mais rápido possível, e toda e qualquer dúvida será esclarecida.
Outra generosa fonte de confusão no noticiário econômico é o mercado financeiro.
Explode uma crise num país qualquer e pronto: as bolsas de valores caem, o dólar sobe, o governo quer mexer na poupança e nos fundos de investimento e blá blá blá...
Ora, isto ocorre porque o Brasil é muito dependente do capital externo, geralmente um capital especulativo; o chamado “hot money”, dinheiro de especuladores estrangeiros que chegam aqui de olho em ganhos de curto prazo (sabiamente chamado por Roberto Campos de “capital de motel”). Geralmente estes especuladores têm dinheiro aplicado no mundo inteiro; ao perder uma parcela deste capital em um país que tenha entrado em crise, precisam pagar o prejuízo; portanto tiram esse “dinheiro de motel” daqui, não só daqui como dos chamados “países emergentes”. Entenda-se por “países emergentes” ou “economias emergentes” um termo mais bonitinho que arrumaram para referir-se ao Terceiro Mundo. Além de cobrir prejuízos, os especuladores também querem colocar seu capital em mercados mais seguros, ou seja, o Primeiro Mundo; por entenderem que todos os “países emergentes” são iguais e não oferecem segurança. Ora, como o governo precisa deste capital para figurar no Balanço de Pagamentos numa incrível “ficção contábil”, procura fazer de tudo para segura-lo por aqui. Aumento de juros, desvalorização da moeda, etc. E logicamente, tais medidas influem em nossos respectivos e já tão combalidos bolsos.
Outro ponto que me causa grande preocupação é a Bolsa de Valores. Quem assiste telejornais, mesmo sem prestar atenção, já deve ter ouvido falar no Índice Bovespa. O Índice Bovespa é um indicador estatístico de desempenho das principais ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. É uma média ponderada. Quando se diz que o Índice Bovespa subiu, isso não quer dizer necessariamente que todas as ações subiram; algumas subiram, outras não, mas na média, houve aumento no preço das ações. O mesmo vale em caso de queda.
Agora imaginem um aposentado que tenha algumas ações da Petrobrás conseguidas com muito suor ao longo de toda uma vida. Esse senhor ouve no rádio “o Índice Bovespa caiu 2%”. Provavelmente entrará em pânico, imaginando uma desvalorização de 2% em suas ações! Terá a sensação de estar ficando mais pobre. Ninguém lhe esclarece o seguinte: se o Índice Bovespa cai 2%, isso não quer dizer que todas as ações tiveram desvalorização de 2%; algumas caíram mais, outras caíram menos, outras não caíram e algumas até subiram! Na média, a queda de preços foi de 2%.
Imaginem o pobre velhinho desesperado para vender suas ações da Petrobrás como quem brinca de “batata quente”? Imaginem que isto possa ocorrer enquanto as ações da Petrobrás estiveram entre as poucas que não tiveram queda de preço naquele dia? Isto é um prato cheio para os espertalhões do mercado acionário. E um perigo para o pequeno investidor; que não tem bola de cristal nem tempo para ficar no “aquário” da bolsa acompanhando de perto o mercado.
Antes que eu me entusiasme demasiadamente e comece a falar em “déficities gêmeos” e coisas similares; melhor dar um corte em mim mesmo dizendo o seguinte:
Economia é como aquele chavão do “cobertor de pobre”: se cobrir a cabeça descobre os pés, e vice-versa.
Pode-se cortar os pés, cortar a cabeça, encolher todo o corpo, ou até mesmo aumentar o cobertor.
Se o governo mexer nos juros, acaba refletindo no câmbio e na quantidade de moeda circulante; se mexer no câmbio, reflete nos juros e na oferta monetária; se mexer na oferta monetária, reflete no câmbio e nos juros.
Isto ocorre porque o nosso PIB (ou seja, o “cobertor” em si) tem apresentado crescimento medíocre nos últimos anos; e para piorar, o governo tem que lutar contra o déficit público e a dependência do capital externo. Esta situação só poderá ser superada com reformas (sobretudo a tributária); o que depende muito mais dos políticos do que dos economistas.
Geralmente, a imprensa separa o noticiário econômico do político; de modo que as pessoas são obrigadas a montar uns quebra-cabeças para poder entender e analisar tudo. Nem sempre isso é possível, sobretudo no Brasil. É claro que existem exceções, sobretudo na Internet. Existem excelentes sites de notícias, isso sem falar nos sites especializados em economia. Todavia, a maioria da nossa população não tem acesso à Internet, e mesmo entre os que têm, não são muitos os que se interessam por economia e política. Daí complica!
O grande problema no âmbito geral CONSCIENTIZAÇÃO!!
A Imprensa deve ser mais consciente no que diz respeito ao noticiário econômico e sua conexão com o noticiário político. A população em geral deve ser mais consciente das complicações que o governo e demais agentes econômicos tem que se deparar. Nós, economistas temos que ter mais consciência de que nem todos são como nós, seja lá o que isto signifique.
De qualquer forma, é melhor o caro leitor tomar cuidado para não passar de boca aberta por um economista no próximo carnaval.
Douglas Stange é economista
30 de maio de 2008
Postado por Douglas Stange às sexta-feira, maio 30, 2008 1 comentários
28 de maio de 2008
Ótima notícia!!!
Fui convidado para dar aulas de Informática em uma instituição filantrópica. E é remunerado!!!!
Já é um bom começo, e pode ser um trampolim para algo melhor!!!
Fiquei muito feliz!!!
E porque essas fotos de "meio aobiente". Foi o tema escolhido esta semana para pesquisar na internet e formatar um texto. Pesquisar um texto sobre "meio ambiente", copiar e colar para o Word, formatar o texto, pesquisar uma figura relacionada, salvar, e inserir ao texto. 
Apesar da instituição prestar-se à assistência a infância ("Casa da Crinaça"), o curso de Informática é destinado a todas as idades. E é gente bem humilde; mas até que se dão bem com a máquina!!!
E dá gosto de ver a satisfação deles ao aprenderem, a maioria provávelmente nem imaginava que um dia fosse mexer com computador!!!
Postado por Douglas Stange às quarta-feira, maio 28, 2008 1 comentários
19 de maio de 2008

Esta é a Prefeitura de Blumenau decorada na época Natalina.
Uso esta imagem na área de trabalho do meu computador.
Para demonstrar que sempre deve ser Natal, todos os dias. Na verdade, é porque gosto de fim de ano!!! - rs
Entretanto, o Espírito de Natal deveria durar o ano inteiro. Daí cabe uma discussão filosófico-religiosa para a qual não ando com muita paciência atualmente.
Postado por Douglas Stange às segunda-feira, maio 19, 2008 1 comentários
16 de maio de 2008
Enfím...

Bueno, cá estou eu postasdo, apesar da falta de novidades.
Ainda não arrumei trabalho, ainda tô solteiro, resignado com algumas pessoas...
Bom, já disse em outro post, se algumas atitudes de certas pessoas me incomodam, é porque eu permito e não posso permitir.
Em casa, as coisas melhoraram um pouco. Minha irmã anda tomando os medicamentos com regularidade, conforme o recomendado e está melhorando aos poucos. Até estrou num treinamento de vendas da Claro. Tomara que dê tudo certo e seja admitida.
Qianto a mim, continuo com os projetos em andamento. Como projeto não paga conta nem enche barriga, ta,bém continuo procurando por uma oportunidad eprofissional. Recebo alguns e-mails de algumas agências como vagas, me candidato e nada; sempre aquela lenga lenga de "no momento seu perfil não preenche nossas necessidades" e coisas parecidas. Sempre recebo anúncios de empresas do Grupo Unibanco, tô sempre me candidatando e nada!! O que eles querem, afinal?!! O Superhomem?
Preciso por a cabeça no lugar e seguir adiante!!!!
Postado por Douglas Stange às sexta-feira, maio 16, 2008 0 comentários
11 de maio de 2008

In the days of my youth,
Nos dias da minha juventude,
I was told what it means to be a man,
me diziam o que significava ser um homem,
Now I've reached that age,
Agora que eu alcancei aquela idade,
I've tried to do all those things the best I can.
eu tentei fazer todas aquelas coisas como melhor eu conseguisse.
No matter how I try,
Não importa o quanto tentei,
I find my way into the same old jam.
meu caminho sempre encontrava aquele velho aperto.
Good Times, Bad Times, you know I had my share;
Tempos bons, tempos ruins, você sabe que eu tive uma parte.
When my woman left home for a brown eyed man,
Quando minha mulher fugiu de casa por causa de um homem de olhos castanhos,
Well, I still don't seem to care.
Bom, eu ainda não importava.
Ah, já tinha esquecido.
Hoje é Dia das Mães, como não comemoro a data a 4 anos, acabei esquecendo.
Então, deixo um abraço especial para todas as leitoras que forem mães!!!
Postado por Douglas Stange às domingo, maio 11, 2008 0 comentários
5 de maio de 2008

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei
Though I know that evenin's empire has returned into sand,
Embora eu saiba que todo império retornou ao pó,
Vanished from my hand,
Varrido de minha mão,
Left me blindly here to stand but still not sleeping.
Deixando-me cegamente aqui parado, mas ainda não dormindo.
My weariness amazes me, I'm branded on my feet,
Meu cansaço me espanta, estou plantado por meus pés,
I have no one to meet
Não tenho quem encontrar,
And the ancient empty street's too dead for dreaming.
E a velha rua vazia está muito morta para sonhar.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei
Take me on a trip upon your magic swirlin' ship,
Leve-me a uma viagem em sua mágica nave ressoante,
My senses have been stripped, my hands can't feel to grip,
Meus sentidos foram arrancados, minhas mãos não podem segurar,
My toes too numb to step, wait only for my boot heels
Meus pés estão muito dormentes para pisar, esperando apenas minhas botas
To be wanderin'.
Para perambular.
I'm ready to go anywhere, I'm ready for to fade
Estou pronto para ir a qualquer lugar, estou pronto para desaparecer,
Into my own parade, cast your dancing spell my way,
Em minha própria parada, moldando sua dança a meu caminho,
I promise to go under it.
Eu prometo segui-la.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei
Though you might hear laughin', spinnin', swingin' madly acrossthe sun,
Embora você possa ouvir-me rindo, girando, dançando loucamente através do sol.
It's not aimed at anyone, it's just escapin' on the run
Não está vendo ninguém, está só fugindo correndo,
And but for the sky there are no fences facin'.
Pois no céu não há cercas revestidas.
And if you hear vague traces of skippin' reels of rhyme
E se você ouvir traços vagos de rimas enroladas,
To your tambourine in time, it's just a ragged clown behind,
Para o seu tamborim no momento, é apenas um rude palhaço atrás,
I wouldn't pay it any mind, it's just a shadow you're
Eu não lhe pagaria mente alguma, é apenas a sua sombra,
Seein' that he's chasing.
Visto que está lhe perseguindo.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei
Then take me disappearin' through the smoke rings of my mind,
Então me faça desaparecer através dos anéis de fogo de minha mente,
Down the foggy ruins of time, far past the frozen leaves,
Abaixo das ruínas nebulosas do tempo, passando ao longe das folhas congeladas,
The haunted, frightened trees, out to the windy beach,
O assombro, árvores assustadoras, para fora da praia ventosa,
Far from the twisted reach of crazy sorrow.
Longe do alcance distorcido da tristeza insana.
Yes, to dance beneath the diamond sky with one hand wavingfree,
Sim, para dançar sob o céu de diamantes com uma mão acenando livremente,
Silhouetted by the sea, circled by the circus sands,
Em silhueta para o mar, circulado por areias circulares,
With all memory and fate driven deep beneath the waves,
Com toda a memória e destino navegando profundamente abaixo das ondas,
Let me forget about today until tomorrow.
Deixe-me esquecer do hoje até amanhã.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei
Canção do Bob Dylan. Mr. Dylan sempre viajando. Mas a versão dos Byrds é a definitiva!!!
Postado por Douglas Stange às segunda-feira, maio 05, 2008 1 comentários
1 de maio de 2008
O garoto que veio de marte

Boriska é uma criança incomun. Nasceu em 11 de Janeiro de 1996 em Volgograd - Rússia.
Segundo sua mãe o parto foi muito rápido e sem nenhuma dor. Como médica dermatologista ela narra que o bebê ao nascer a olhava fixamente o que é sabido por ela não ser normal em naciturnos.
Com o passar dos dias Nadezhda notou que a criança tinha um comportamento muito regrado sem choro ou demonstração de fome.Com oito meses de idade já falava e por volta de dezoito meses já lia jornais.
Ao receber de presente um brinquedo de montagem criou peças com combinações perfeitas. Os desenhos de boriska em cores azul e violeta ao serem analisados por psicólogos ficou definido como sendo uma demonstração do que Boriska percebia como sendo a aura das pessoas que ele via.
Aos três anos de idade Boriska falava com os pais sobre o sistema solar nomeando planetas e discorrendo sobre com muita propriedade e conhecimento sendo que as pesquisas de sua mãe sobre o assunto em livros e enciclopédias comprovavam os pormenores citados pela criança.
Em pouco tempo Boriska se tornou uma celebridade na região onde muitos o procuravam para ouvi-lo sobre os extra terrestres, civilizações, raças humanas antigas com seres de vários metros de altura e principalmente sobre o futuro do nosso planeta face as mudanças climáticas. Muitos o procuravam mesmo sem acreditar em tudo o que ouviam.
Boriska passou a interpelar as pessoas nas ruas pedindo para que não usassem drogas, orientava os homens que batiam em suas mulheres e outras vezes prevenindo as pessoas sobre doenças que viriam em suas vidas.
Essa capacidade de prever o que estava por vir fazia Boriska sofrer.
Ao ser questionado sobre nosso planeta ele avisa que passaremos por duas situações cruciais entre 2009 e 2013 com catástrofes grandiosas causadas pelas Àguas do planeta.
Especialistas de Instituos de estudos de ondas de Rádio e magnetismo terrestres ao fotografarem a aura de Boriska notaram que a mesma se apresenta de forma incomun sendo forte e nítida. Segundo o professor Vladislav Lugovenko a aura laranja do garoto apresenta um intelecto poderoso.
Vladislav explica ser possivel medir as faculdades extrasensoriais com equipamentos especificos.
Através de estudos cientistas de todo o mundo tem se esforçado para pesquisar o tipo de fenômeno como o que ocorre com Boris pois nos útimos 20 anos tem se tornado comum em todos os continentes o nascimento de bebês com tais faculdades.
Os estudiosos denominaram essas crianças como: "indigo children" ou seja "crianças azuis". Vladislav afirma que possivelmente as crianças azuis tem como missão mudar o nosso planeta. O DNA dessas crianças possuem espirais perfeitos o que as tornam incrivelmente resistentes as doenças e imunes ao Vírus da AIDS e acredita que essas crianças mudarão o futuro desta humanidade.
Boriska aos nove anos explica aos parentes tudo o que sabe sobre a civilização marciana através da lembrança de vidas passadas:
A seguir temos uma entrevista com boriska que foi realizada por um jornalista Russo:
JORNALISTA: Boriska, você viveu realmente em Marte conforme relata a todos?
BORISKA: Sim, eu vivi. Tinha entre 14 e 15 anos de idade. Havia guerra o tempo todo e eu tinha que fazer parte. Eu voava em naves espaciais e viajava no tempo e no espaço, foi quando pude observar a terra. As naves em marte são muito complexas e podem transitar no universo.
JORNALISTA: Qual a aparências dos marcianos?
BORISKA: Possuem em média 7 metros de altura e possuem capacidades incriveis.
Boriska discorre sobre o planeta Marte, mas também tem lembranças em sua vida passada do planeta Terra. Comenta que a maior catástrofe que aconteceu na Terra foi a destruição de Lemúria, uma civilização lendária. Ele cita que seu amigo foi esmagado em sua frente por uma rocha quando todo o continente foi tragado por uma tempestade oceânica e que está programado que se reencontrarão novamente ainda nesta vida. Sobre o Egito, Boriska diz que existe um conhecimento precioso oculto sob uma pirâmide que ainda não foi descoberta: "A vida vai mudar quando a Esfinge for aberta. A Esfinge tem um mecanismo que aciona uma abertura secreta. O mecanismo está atrás da orelha."
Em relação ao nascimento de crianças hiperdotadas, o garoto informa que isto é decorrência do fato de que "chegou a época" propícia para que elas venham à Terra porque o "renascimento do planeta se aproxima... Eles estão nascendo e estarão preparados para ajudar as pessoas... Amar seus inimigos, essa é a Lei. Você sabe porque o lemurianos pereceram? Porque eles não investiram no desenvolvimento espiritual e mergulharam nas práticas da Magia desconsiderando esta Lei. O amor é a verdadeira mágica!". Boris encerrou a entrevista dizendo: "Kailis", e o entrevistador perguntou:
JORNALISTA - O que você disse?
BORISKA - Eu disse olá. Esse é o idioma do meu planeta.
Nota: O conteúdo acima é uma interpretação resumida e pessoal minha a partir da tradução da publicação original que se encontram nos links abaixo:
Lando.
Fontes:
http://english.pravda.ru/science/19/94/378/16387_Boriska.html
http://english.pravda.ru/science/19/94/377/12257_Martian.html
Postado por Douglas Stange às quinta-feira, maio 01, 2008 4 comentários
30 de abril de 2008
Porque todos têm o direito de serem felizes

Eu poderia muito bem utilizar este espaço para dizer o quanto tenho sentido-me infeliz ultimamente. Poderia descrever nos mínimos detalhes o inferno astral pelo qual venho passando e como quase tudo têm dado absurdamente errado. Poderia contar tintim por tintim o quanto já estou farto de envolver-me com pessoas portadoras de sérias falhas de caráter. E o quanto tenho sido suficientemente BURRO por não aprender absolutamente NADA com os erros do passado. Entretanto prefiro não aprofundar-me nisto.
Ninguém, absolutamente ninguém, têm o direito de fazer-me infeliz; se isto vem ocorrendo é porque eu tenho permitido. O negócio é não dar brecha. Valorizar as coisas relamente boas. Prestar atenção no que realmente interessa. Porque, todos nós temos o direito à felicidade e somos os únicos responsáveis por isto.
Prefiro, enfím falar da trilha de domingo!!!
Já postei um slideshow com as fotos, agora contarei um pouco mais detalhadamente.
A trilha é com destino à Ponta da Grossa, no extremo da Ilha de Santo Amaro, Guarujá. É, disseram que seria para o Saco do Major (tadinho do Major, tava quieto lá no canto dele, foram mexer no saco do pobre...), mas isto fica um pouco depois de onde realmente fomos. Já tinha ido prá lá com a mesma turma (parte dela), uns 2 anos atrás. É uma trilha relativamente fácil, sem maiores percalços. Da última vez que este grupo esteve por lá (sem minha presença), fizeram amizade com os donos de uma espécie da chácara; desta vez, os donos não só permitiram nossa entrada, como também instuiram os empregados (caseiros que também são pescadores)a pescar para nós e permitir o uso do fogão à lenha. Os pescadores trouxeram peixes frescos, pescados na hora e preparamos na brasa. Muito, muito bom!!! Um dos integrantes do grupo, o Herbert Alemão levou uma coqueteleira e "pau de capirinha", e preparou caipirinhas de abacaxí, maracujá e limão!!! Nossa; muito, muito bom mesmo!!! Fazia tempo que eu não "me enfiava no mato". Estava com saudade do ar puro, do canto dos pássaros e daquela mágica mistura de cheiros (mato, protetor solar, suor e repelente).
Fortaleza da Barra, início da aventura. A trilha começa aí atrás. 
Percorremos este morro inteiro, além de onde a vista alcança. Além do horizonte que se enxerga da praia!!!
Ponte Edgard Boturão. Daqui embarcamos para Santa Cruz dos Navegantes (ou Pouca Farinha, como queiram), de onde se atinge o início da trilha.
A Baía de Santos vista da altura da Fortaleza da Barra, na verdade, um pouco depois.
A tchurma iniciando o percurso.
A Baía de Santos vista de um ponto um pouco mais alto; ao fundo, ilha Urubuqueçaba, prédios e Morro do José Menino.
Ponta da Praia, vista do outro lado da barra.
Vista área da Praia do Góes. Já fui muito aí, atualmente anda muito suja e mal frequentada. Mas vista do alto, é lindíssima!!!
Outra da Baía de Santos, de um ponto ainda mais alto. Destaque para a Ilha Porchat. 
Depois de percorrer mais da metade, uma paradinha para rehidaratação; afinal, ninguém e de ferro (e por isso mesmo, não enferruja com água)!!! 
Essa muretinha aí é uma das raízes da árvole!! Também conhecida como "raiz em camadas", segundo os especilaistas presntes.
Ilha das Palmas. Aí funciona a sede do Clube de Pesca de Santos. Coisa chique no úrtimo, não é p/ qualquer um!!!
Lá vem peixe!!!
Os peixes frecos, esperando...
...para serem limpos e cortados.
Depois da comilança, da bebelança, da besteirança e da limpança; hora de se despedir da chácara e da cordial equipe.
Antes de pegar o caminho da roça, uma parada para "trepar" atrás de jaca!!! Não tava no ponto ainda, mas p/ o Daniel Argenrtino deve ter valido a pena a "trepada"
E foi assim!!!
Eu tentei te amar
Mas você não sentiu
Eu tentei te encontrar
Mas você me fugiu
E hoje eu vou te mandar
Pra Portugal de Navio
Mutantes
Postado por Douglas Stange às quarta-feira, abril 30, 2008 0 comentários
28 de abril de 2008

Não sei porque cargas d'água, cismaram que eu tenho a solução para todos os males do mundo. A vó tinha Alzheimer? Sobrou pro Douglas. O pai teve problema no saco? Sobrou pro Douglas. A irmã tá com problema na cabeça? Sobra pro Douglas. Sobra tudo pro Douglas? Claro; afinal, o Douglas não tem o que fazer, o Douglas não tem o que pensar, o Douglas não tem vida própria!!! O Douglas teve; não um dia, nem uma semana, nem um mês, nem um ano; e sim, mais de 35 anos prá se encaminhar na vida. 35 anos e pouco é tempo prá caramba, o Douglas teve tudo isso prá se encaminhar na vida e não se encaminhou. Muita gente se encaminha na vida em 1, 2, 5, 10, 15, no máximo, 20 anos. O Douglas teve pouco mais de 35 e nada!!! Então; agora, aguente o nabo, descasque o abacaxí, engula o pepino. Estudou Economia e não deu em nada? Problema dele!! Deveria ter feito Medicina, Enfermagem, Psicologia ou algo que o valha. Seria muito mais útil para ele mesmo e para a humanidade. Mas, não; o Douglas teve que fazer uma séria série de escolhas erradas. Agora, que pague por isso!!!
Sinceramente: minha maior vontade agora é arrumar minhas trouxas, mandar essa raça toda pro Inferno (se é que eles já não estão lá, e talvéz queiram me arrastar junto) e sumir no mundo!! Quem sabe assim, não entra de uma vez na cabeça desse povo que não sou médico, nem psicólogo, muito menos Jesus Cristo e não tenho a mínima vocação para nada disto!!!
Bom; ontém fiz uma trilha para as imediações do Saco do Major, no Guarujá. Locais maravilhosos, almoçamos peixes frescos pescados na hora e preparados na brasa. Maravilha!!! No decorrer da semana vau postando as fotos e comentando a respeito!!!
Todas as fotos:
http://picasaweb.google.com.br/douglas.stange/Trilha270407
Por hora, só resta a indignação de não poder ser feliz por mais que 5 minutos.
Postado por Douglas Stange às segunda-feira, abril 28, 2008 0 comentários
23 de abril de 2008

PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS
NA LUZ DOS SÓIS INFINITOS
PAI DE TODOS OS AFLITOS
NESTE MUNDO DE ESCARCÉUS.
SANTIFICADO, SENHOR
SEJA O TEU NOME SUBLIME
QUE EM TODO O UNIVERSO EXPRIME
TERNURA, CONCÓRDIA E AMOR.
VENHA AO NOSSO CORAÇÃO
O TEU REINO DE BONDADE,
DE PAZ E DE CLARIDADE,
NA ESTRADA DA REDENÇÃO.
CUMPRA-SE O TEU MANDAMENTO
QUE NÃO VACILA NEM ERRA
NOS CÉUS COMO EM TODA TERRA
DE LUTA E DE SOFRIMENTO.
EVITA-NOS TODO MAL
DÁ-NOS O PÃO NO CAMINHO,
FEITO DE LUZ, NO CARINHO,
DE PÃO ESPIRITUAL.
PERDOA-NOS SENHOR
OS DÉBITOS TENEBROSOS
DE PASSADOS ESCRABROSOS
DE INIQUIDADE E DE DOR.
AUXILIA TAMBÉM,
NOS SENTIMENTOS CRISTÃOS
A AMAR AOS NOSSOS IRMÃOS
QUE VIVEM DISTANTE DO BEM,
COM A PROTEÇÃO DE JESUS.
LIVRA NOSSA ALMA DO ERRO
NESTE MUNDO DE DESTERRO,
DISTANTE DA TUA LUZ.
QUE A NOSSA IDEAL IGREJA,
SEJA O ALTAR DA CARIDADE
ONDE SE FAÇA A VONTADE
DO TEU AMOR...
ASSIM SEJA.
(Chico Xavier)
Postado por Douglas Stange às quarta-feira, abril 23, 2008 1 comentários
20 de abril de 2008

Promessas
Inocentes
Boca calada,
Cabeça abaixada,
A mão calejada de quem trabalha e trabalha.
No rosto as marcas,
Lágrimas sinceras,
De quem acredita em promessas, promessas.
A vida não muda, mas tende mudar,
A gente cai e se levanta.
Até quando? Até quando?
A gente acredita,
Ninguém não merece.
Nossa memória é curta,
A gente sempre esquece,
Que promessas são apenas promessas.
Promessas são nada mais que promessas.
Promessas.
Promessas.
Nada, é o que a gente recebe.
Nada, é o que a gente merece.
Nada, é o que a gente recebe.
Nada, é o que a gente merece.
Sorriso perdido,
Olhos fechados,
Corpo cansado,
E no peito um vazio.
Nada nos rostos,
Nada nas mãos,
Problemas já tenho,
Cadê a solução?
A gente quer o futuro,
Queremos agora.
Já esperamos demais,
Quem não fez não faz mais.
Quem cala consente,
Eu não me calo.
Vou construir meu futuro
Com as próprias mãos.
Vou construir meu futuro
Com as próprias mãos.
Vou construir meu futuro.
Promessas são apenas promessas.
Promessas são nada mais que promessas.
Promessas.
Promessas.
Nada, é o que a gente recebe.
Nada, é o que a gente merece.
Nada, é o que a gente recebe.
Nada, é o que a gente merece.
Promessas.
Promessas.
Promessas.
Promessas
Promessas.
Promessas
Promessas.
Promessas
Postado por Douglas Stange às domingo, abril 20, 2008 1 comentários
18 de abril de 2008
Seu talento finalmente será reconhecido!!!

Agora, seu talento literário finalmente será reconhecido!!! Com os geradores de texto do Mundo Perfeito, sua cadeira no chá das 5 da Academia Brasileira de Letras está praticamente garantido!!!
Basta entrar no site:
http://www.mundoperfeito.com.br/index.php
Alguns emxemplos que posso mostrar de experiência própria:
Letras do Engenheiros do Hawaii:
O polvo é puto
O polvo é puto
O puto não pesca ninguém
O polvo levou um murro na prexeca
O puto não pesca ninguém
Bis
Qualquer birosca , seja boa
Bancos de memória, bancas de revistas
E o Kerginaldo é calvo
E você está salvo
Um rio . Um morcego
Um segundo eterno.
É abstrair no inferno.
É canalizar em beleza.
É divagar em tristeza.
birosca boa
O polvo é puto
O puto não pesca ninguém
Repita 109 vezes até derreter seu cérebro.
Atrás de um murro
Não importa se só pesca
o que não tem importância
O Kerginaldo já sabe
Somos um polvo sem infância
Atrás de um murro
Atrás de um rio
Depois de um trago
Eu trago um morcego
E molho a prexeca
E moldo a birosca
Você é boa
sua mãe é boa
que importa um trago
Bis
Atrás de um murro
Atrás de um rio
Para abstrair
Para canalizar
Para divagar e fazer estrago
Depois de um trago
Repita 94 vezes até ficar loiro(a) e burro(a).
O melhor morcego
O melhor morcego
A maior birosca
Já não pesca como asilo
Já não dá reação
Não adianta abstrair
Não tente canalizar
Não finja divagar
Não seja Kerginaldo
Que o rio caia
Como uma pedra
Como um polvo
Tudo se redime
Todos se reparam
O murro é pedido
A prexeca não é umbigo
A boa não é castigo
Que o rio caia
Amigo
Amigo...
Repita 85 vezes até ser expulso do condomínio.
Críticas literárias:
A coleção de frases sem efeito para quem tem dor de barriga de James Jones
Não foi má-vontade - peguei o livro com sagacidade . Juro que tentei conter minha instransigência . Mas logo nas primeiras páginas constatei que os bagos desequilibrados de James Jones jogavam a trama num clichê arcadismo sem precedentes. O Eunuco Estuprador é tão atraente quanto o umbigo do Costinha . A obra se vale da insensatez do leitor, que só consegue chegar ileso ao final da história se acreditar que o Holocausto não ocorreu
Mas vamos nos relembrar numa análise detalhada: os personagens, por exemplo parecem ter saído de um Eça de Queiroz distorcido chegado a um imperador romano bicha de Sessão da Tarde . A história é, do começo ao fim, a coleção de frases sem efeito para quem tem dor de barriga - e o desfecho, até para os corações mais bondosos, não passa de bostinha . Mesmo quando remete a Aristóteles , o livro o faz de forma medíocre. James Jones faz parecer que uma Bruna Surfistinha escreve. E, ao mesmo tempo, faz Bocage rolar no túmulo.
Não há formas de ser condescendente: a pena que a personagem principal exala deixa um perfume energúmino em todas as páginas definido um muro de obtusidade que macula de forma grotesca qualquer forma de literatura.
Conselho: se você encontrar O Eunuco Estuprador nas prateleiras, não hesite, fuja.
Sobre um imperador romano bicha de Sessão da Tarde
Confesso que não li O Eunuco Estuprador . Mas além de beleza, sagacidade , modéstia e superioridade caucasiana, tenho o poder da mediunidade que me garante o direito da pena injustificada.
A exemplo de Aristóteles , (que também não li, apesar de fingir conhece-lo como o umbigo do Costinha ), O Eunuco Estuprador parece que foi escrito por uma necessidade que James Jones tinha de, digamos assim, escrever. Agora, vamos nos relembrar um pouco nesse assunto específico, que é a necessidade da escrita. Por que um imperador romano bicha de Sessão da Tarde , decide escrever bostinha ? Apesar de não ter lido a coleção de frases sem efeito para quem tem dor de barriga da obra, é fato notório que eu detenho exclusividade na arte de escrever bostinha . Não aceito qualquer ameaça de concorrência.
Eu poderia declarar aqui que o Holocausto não ocorreu , mas tenho que arranjar outra forma de enganar o leitor e encher lingüiça. Por isso exercito minha bipolaridade (que, aliás, é meu cartão de visitas) e minha instransigência definido coisas que desconheço e escrevendo frases de efeito como: a insensatez de Bocage é constatada no momento em que a obra resiste a se integrar ao arcadismo e se dispersa em bagos adolescentes.
De qualquer forma, voltando à O Eunuco Estuprador : não se trata de um Eça de Queiroz , nem de uma Bruna Surfistinha . Aliás, essa comparação que tentei fazer só expõe minha limitrofia, porque não posso comparar uma obra que não li. Mas, para que se preocupar com coerência e raciocínio? Se James Jones for tão energúmino quanto eu, pelo menos arrumo uma boa briga.
Bostinha
É forte, mas é isso. O que dizer de uma obra em que a parte mais interessante é a descrição de um imperador romano bicha de Sessão da Tarde ? O Eunuco Estuprador é um erro do início ao doloroso fim. Provavelmente James Jones nunca encarou um Aristóteles antes de se aventurar a escrever. É uma pena, porque isso evitaria a quantidade de bostinha que despeja em cada capítulo. O livro não tem sagacidade e muito menos história. Ele tenta, de alguma forma tortuosa, seguir Bocage - mas não é preciso dizer que não chega a lugar algum. O enredo parece ter sido construído da pena descontrolada de uma Bruna Surfistinha iletrada. Os personagens se resumem a coleção de frases sem efeito para quem tem dor de barriga - o mais complexo deles se qualificaria no mundo real como um energúmino em estado comatoso.
Pode parecer crueldade, mas não é. Desde que avistei o umbigo do Costinha , isso foi o que mais afetou minha instransigência . Só consegui terminar o livro porque tinha a perspectiva de reler um Eça de Queiroz assim que chegasse ao fim. E se a história tivesse duas páginas a mais eu acabaria acreditando que o Holocausto não ocorreu . Se ao menos James Jones escolhesse por caminho o arcadismo , o sacrifício seria menor e o supremo esforço de acompanhar tal prosa acabaria definido menos estrago aos meus sofridos neurônios.
O Eunuco Estuprador tenta nos relembrar a um buraco sem fundo, feito de insensatez e cercado de bagos vãos.
Postado por Douglas Stange às sexta-feira, abril 18, 2008 0 comentários
14 de abril de 2008
A massacrante felicidade dos outros

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.
Estamos todos no mesmo barco. Há no ar um certo queixume sem razões muito claras.
Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?
Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento" .
Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite.
É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.
As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias.
Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.
Ao amadurecer, descobrimos que estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, liternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados pra consumo externo.
"Todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores, social
e filosóficamente corretos. Parece que ninguém, nenhum deles, nunca levou porrada. Parece que todos têm sido campeões em tudo".
Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem.
Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e re-começos, tudo isso vale ser incluído na nossa
biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de
Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores?
Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a
profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um parazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Será bom só sair de casa com alguém todo tempo na sua cola a título de segurança?
Estarão mesmo todas essas pessoas realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está em casa, lendo, desenhando, ouvindo música, vendo seu time jogar, escrevendo, tomando seu uisquinho?
Tenha certeza que as melhores festas acontecem sempre dentro do nosso próprio apartamento.
(Martha Medeiros, 44 anos, jornalista e poeta)
Mudando da água pro cimento: criei e incluí aqui no blog uma lista na Last.Fm.
É muito legal, você se cadastra, navegando pelo site, procura por seus artistas prefiridos, escolhe suas músicas favoritas e cria uma lista. Também pode pesquisar rádios de seus artistas/estilos favoritos. Vale a pena conhecer:
www.lastfm.com.br
De resto, tudo igual, sem news...
Meio desanimado com isso...
Postado por Douglas Stange às segunda-feira, abril 14, 2008 0 comentários
10 de abril de 2008

estive pensando em voar mais alto
estive voando pensando bem alto
e alertar o que está adiante
conservar equilíbrio constante
produzir
pra montar pilares
estrutura e base
venha aqui
Pois é. Sem novidades. Só dando uma postada pro blog não ficar parado. Aliás, nem ando insporado prá escrever. Só pra reclamar da vida. Assim também não dá.
Postado por Douglas Stange às quinta-feira, abril 10, 2008 0 comentários
3 de abril de 2008
Problemas
Wonkavision
Composição: Will
Eu descobri que tenho problemas
Não sei solucionar meus dilemas
Eu tendo a culpar o sistema
Meu inconsciente diz
Alto agora, meia-volta, volver descansar
Entra ano, passa e sai
E eu aqui a esperar
Por algo que faça a vida ser melhor, pra variar
Entra ano passa e sai
E eu aqui a esperar
Por algo que faça a vida ser melhor
Tentei fugir daqui com sucesso
Vini, vidi, vici, eu confesso
A saudade marcou meu regresso
A insistência diz
Alto agora, meia-volta, volver descansar
Entra ano, passa e sai
E eu aqui a esperar
Por algo que faça a vida ser melhor, pra variar
Entra ano, passa e sai
E eu aqui a esperar
Por algo que faça a vida ser melhor
Postado por Douglas Stange às quinta-feira, abril 03, 2008 1 comentários
30 de março de 2008
Tá osso...

Não adianta reclamar da vida, né?
E o que adianta? Quem tem a receita do bolo, não passa.
O ser humano é egoista e covarde; e esse nosso país é podre!!!
Bom, mais uma semana que se inicia. E com ela, esperanças que renascem.
O lance do trabalho voluntário, até agora; nada. Emprego, então; nem pensar, né?
Bom, estou numa situação na qual não sei mais o que fazer nem o que pensar.
Mais um mês que se encerra e eu não conseguí dar um jeito na vida. Haverá mesmo um jeito? Anos e anos nessa, e não aparece uma saída!!! Tô farto disso, muito farto. Onde será que Deus quer chegar com isso. Pois é, como não consigo achar resposta para nada, de uns tempos para cá, resolví colocar a culpa em Deus. Por que só Ele tem poder suficiente para me ajudar e não o faz; parece que está de sacanagem. Não, não estou descrente, estou "crente ao contrário". Acredito em Deus, mas entendo que Ele não está sendo legal comigo, está fazendo-me passar por certas coisas sem necessidade; colocando mais e mais obstáculos em meu caminho. Obstáculos existem para serem ultrapassados. E quando eles parcem cada vez maiores? Será um teste para saber até onde posso chegar? Pois bem, cheguei no meu limite. Se é mesmo uma prova aplicada por Deus, fui reprovado.
Postado por Douglas Stange às domingo, março 30, 2008 0 comentários
27 de março de 2008

"Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia."
Eu seria um consumidor assíduo. Quem me conhece pode achar estranho, afinal, pareço tão calmo, tão quieto. Mas por dentro a coisa anda fervendo!!!
Os motivos de sempre. E não me venham com frases feitas de livro de auto-ajuda!!! Só acredito em fatos concretos!!!
Postado por Douglas Stange às quinta-feira, março 27, 2008 0 comentários
24 de março de 2008
Mono4 ever
Conforme o prometido. os vídeos do Mono4 na última Popscene. Aliás, a Pops vai ser desativada por uns tempos para reformulação...
Bom, precisava mesmo. Eu mesmo não gostei das últimas edições. Muita música eletrônica, parece mais uma rave!!!
Quem tiver a oportunidade de assistir a um show do Mono4, eu recomendo. Musica eletrônica dos 80, com guitarras distorcidas e melodias bastante agradáveis!!!
Prá conhecer e ficar por dentro dos shows:
http://www.myspace.com/monofour
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=52220
De resto? Páscoa, aff...
Feriadinho ofélia esse, viu. O que salvou foi ontem. Fui pra PG comer yakissoba com a Dea. Muito bom!!
Postado por Douglas Stange às segunda-feira, março 24, 2008 1 comentários
19 de março de 2008
News
É isso aí!!!
Estas são algumas imagens da praia do Boqueirão em Santos (não confundir com Praia Grande), meu novo quintal. Mudei-me fazem 15 dias. Minha irmã mais velha já estava aqui desde o ano passado. Minha irmã mais nova morou aqui mais ou menos 3 anos, com a família (marido e filho). Minha avó, de quem herdamos o imóvel; por volta de 30. É um lugar legal, perto de tudo, relativamente sossegado. Estou gostando do bairro; mas morar com minha irmã, tá meio chato. Não adianta, só quando tiver MINHA casa, MEU espaço... E parece que ainda não é a vontade de Deus.
De resto.
Passeio para Praia Grande na sexta. Conhecí pessoalmente uma nova amiga virtual, a Déa. Uma pessoa maravilhosa!!! Ótimos momentos.
No sábado, aniversário da minha irmã mais nova, apesar de alguns problemas que vem enfrentando com o casamento e com um certo "clima estranho" notado por todos, foi legal. Reví alguns amigos e parentes. Depois; já na madrugada de domingo, mais uma edição da Popscene; com show dos paulistanos do Mono4, misturam rock e música eletrônica, bem com cara de anos 80. Depois posto os vídeos.
Essa semana começou com uma novidade. Fui fazer uma entrevista em SP.
Trata-se de uma ONG de inclusão digital; que oferece cursos na área de informática para jovens carentes. Depois de formados, os alunos seguem dois caminhos: procurar emprego ou montar um negócio próprio. Para ambos os casos, há um grupo de voluntários (me arrepio só de ouvir essa palavra, péssimas lembranças)para prestar assessoria e orientação: um para os que procuram emprego, focado em RH e outro focado em empreendedorismo.
É nesse segundo que eu entro. Eles me propuseram ensinar esse grupo; dar aulas de Contabilidade, Finanças, Plano de Negócios, essas coisas. Tudo on-line, encontros presenciais, só no final de cada mês. Como já foi dito, é VOLUNTÁRIO; o que não signifique que seja uma coisa ruim. Pode abrir portas, posso conhecer pessoas, fazer a roda girar, e por ai vai. Vamos aguardar para ver no que dá.
Realmente as coisas estão mudando.
Postado por Douglas Stange às quarta-feira, março 19, 2008 2 comentários
17 de março de 2008
Power Bossa
Wonkavision
Composição: Will
Acorde cedo
Jogue pro alto
Todas as pedras do seu sapato,
Pegue o celular
Tire ele do ar,
De uma vez
Entre no carro
Vá pra bem longe
Logo depois de onde o Sol se esconde
Deite na grama
E deixe o silêncio
Te ninar
Se você pensar em se arrepender
Lembre-se que não há nada a perder
Vou jo-gar tu-do pro alto
Vou jo-gar tu-do pro alto
panana,panana....
Largue o emprego,
Torre dinheiro,
Não vista roupas o ano inteiro,
Invente uma língua,
Visite Cingapura
"cingapura"
Escreva livros
Como John Fante,
Transe em uma roda-gigante,
Pinte o cabelo,
Vire do avesso
A América...
Se você pensar em se arrepender
Lembre-se que não há nada a perder
Vou jo-gar tu-do pro alto
Vou jo-gar tu-do pro alto
panana,panana....
Postado por Douglas Stange às segunda-feira, março 17, 2008 0 comentários
12 de março de 2008

"O ron-ron do gatinho"
by Ferreira Gullar
'O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso ele faz ron-ron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho.'
Postado por Douglas Stange às quarta-feira, março 12, 2008 1 comentários
10 de março de 2008

Terminada a mudança (na verdade, ainda tenho muita bagunça, mas isso não vem ao caso), venho retomando a rotina: peregrinação a médico, nutricionista, dentista, busca por emprego...
Prá relaxar um pouco, essa montagem retrô do Centro Histórico de Santos no dia da caminhada.
Postado por Douglas Stange às segunda-feira, março 10, 2008 0 comentários
20 de fevereiro de 2008
E lá vamos nós

Sem nada de novo; farto da família, das coisas e situações que me são impostas, louco para modificar tudo...
"Mude. Não tá satisfeito, mude"
Pessoas me dizem isso como se fodde fácil, como se fosse apenas querer, estalar os dedos e ABRACADABRA!!! Não, o mundo não funicona assim!! Pelo menos não para mim.
Não disponho de fórmulas mágicas e tampouco tenho um mínimo de poder para mudar o mundo.
Postado por Douglas Stange às quarta-feira, fevereiro 20, 2008 3 comentários
15 de fevereiro de 2008
As úrtima

Bom, é isso aí. Vou ter que mudar de casa, arrumar um emprego ou fonte de renda qualqer com urgência. A vida mudou radicalmente. Mas tô tranquilo, pânico não resolve nada!!!
Tenho distribuido curriculos em agências (embora ache que isso é perda de tempo, agência não arruma emprego prá ninguém, pelo menos não para mim; desde que cismei que queria trabalhar, recorro as agências e estas nunca me arrumaram nada), reativado meus contatos, etc.
Paralelamente; conhecí (pela net, prá variar) uma moça muito bacana. 29 anos, separada, uma filha pequena; trabalhadora, ambiciosa, inteligente, cabeça feita.
Não sei se vai rolar algo, também não estou muito preocupado com isso. Vamos dar tempo ao tempo.
Na famíla, a coisa aindou meio braba. Minha irmã mais velha andou com alguns problemas psicológicos, tomando remédios e tal. Outro dia foi num pisquiatra e simplesmente resolveu parar com os remédios. Não sei o que ocorre de fato com ela.
Só sei que ela e meu pai andaram se pegando; quase sempre que ela aparece por aqui , a visita em acaba em discussão. Aliás, acho intrigante que meu pai raramente está de bem com os três filhos ao mesmo tempo. Na maioria das vezes, tem que estar de mal com um. Como diz o ditado popular "quando não é do fiofó, é das calça". Ele também adora procurar um chifrinho em cabeça de cavalo, quando não ac ha, inventa! Deve ser estratégia para chamar a atenção. Bom, só sei que nada sei, ou melhor; só sei que estou farto disso tudo.
No final do mês, mudo-me para o ap. que era da minha avó, onde a mana mais velha tá morando agora. Um novo recomeço, por mais redundante que possa parecer. Por um lado vai ser bom; é num bairro mais acessível aos meus compromissos, não terei que gastar tanto com conduão nem andar tanto feito um camelo. Por outro lado, tem um certo receio...
Vamos ver no que dá. Agora ou vai ou racha!! Ou eu progrido ou eu progrido!!!
Postado por Douglas Stange às sexta-feira, fevereiro 15, 2008 0 comentários
6 de fevereiro de 2008
Feliz 2008!!!

Pois é, agora que a palhaç, perdão, o carnaval acabou; podemos dizer que hoje começa efetivamente o ano novo!!!
Embora eu não seja nem um pouco fã de carnaval, confesso que gostaria de ter feito algo diferente. Quem sabe, ano que vem...
Agora que o ano começa efetivamente, é hora de recarregar as energias e renovar as esperanças.
Bom, eu continuo na mesma: querendo meu trabalho, meu dinheiro, minha casa, minha independência, meu sossego. Quiçá, seja nesse ano!!! Pelo menos o primeiro passo: TRABALHO!!! Bom, não tô fazendo muita restrição nesse campo, não. Tô disposto a pegar nem que seja um empreguinho mixuruca, ou até um trabalho voluntário. Veja bem, eu disse, VOLUNTÁRIO e não VOLOTÁRIO!! É que nesse país confunde-se muito FILANTROPIA com PILANTROPIA e VOLUNTARIADO com VOLOTÁRIADO. Já serví como VOLOTÁRIO em uma instituição PILANTRÓPICA e posso garantir que não é nada bom!!! Quanto ao "empreguinho mixuruca", já tive vários, aliás, acho que só tive empreguinho mixuruca até hoje. A princípio, não resolve meus probelmas, não adianta nada; mas, quem sabe, num destes não surgem as oportunidades; tipo assim, fazer a famosa Rede de Contatos, ou Network, como preferirem. "Bom, daí vocês podem perguntar: porque só agora você se tocou disso? Porque não foi atrás disso antes? Porque perdeu tanto tempo com devaneios e utopias?"
Bom, não posso negar que realmente perdí muito tempo procurando o "emprego dos sonhos" ou com meus "projetos mirabolantes que nunca dão em nada". Por outro lado, não foram as poucas vezes que eu "esquecí que tinha diloma", peguei "a primeira oportunidade que apareceu" e me dei mal. Uma delas foi na INSTITUIÇÃO PILANTRÓPICA onde serví como VOLOTÁRIO. Já fui consciente de que não ganharia o suficiente para manter-me e realizar meus planos e que dificilmente teria "reconhecimento" e "oportunidade de progredir". Bom, exites empregos mixurucas e "empregos mixurucas". O que está entre aspas é assim: você começa de baixo, com um salariozinho ridículo, mas se mostrar serviço, vai progredindo, progredindo. Até hoje não tive essa sorte. Os empreguinhos que peguei, além de me pagarem mal e porcamente, não reocnheciam meus esforços e me chutaram pro olho da rua na primeira oportunidade. Bom, isso é passado e não adianta se lamentar. Os erros podem ter sido meus mesmos, ainda estou prá descobrir qual é o meu problema.
Timidez? Sim, reconheço que tenho e é exagerada. Mas, não pretendo ser político nem apresentador de TV.
Incapacidade? Isso é muito relativo. Em certas funções as quais me submetí, mostrei-me extremamente desastrado, por isso, não durei muito. Porém, em outras, creio que posso dar conta do recado. Quais? Tipo assim; cálculos, planilhas, pesquisa de mercado. Também gosto muito de escrever; mas não sei se esse dom teria muita utilidade em uma empresa.
E porque mostro-me tão preocupado com a questão do emprego? Ou melhor, com a falta deste? Simples; porque é o que vai dar o "start" em tudo!!! Sem emprego, não terei dinheiro; sem dinheiro, não poderei ter minha casa nem minhas coisas; sem minha casa e sem minhas coisas, vou depender dos outros, terei que submeter-me as regras e "frescuras" dos outros; enquanto depender dos outros, me sentirei frustrado, inconformado, infeliz!!! E sentir-se assim, convenhamos, é uma grande MERDA, prá falar o português claro!! Sim, se eu pegar mais um "empreguinho mixuruca", vou continuar sem nada disso e ainda terei que contar com 8 horas a menos (no mínimo) de cada dia. Porém, é um investimento de risco. É uma oportunidade de ser visto, lembrado e, quem sabe, ter a chance de subir na vida. Posso ter sorte de pegar um patrão legal, que vá com a minha cara, goste do meu trabalho e resolva indicar-me para outra empresa; onde, aí sim eu tenha cargo e salário mais compátiveis com meu potencial (sim, apesar dos pesares, eu ainda acredito que possua algum).
Claro, óbvio, evidente e elementar que seria melhor pegar uma colocação em uma empresa legal, com um cargo legal e um salário legal. Porém, vivemos num país onde isso é privilégio de poucos; sonhar com isso parece pura perda de tempo. Mas, o primeiro passo desta longa caminhada tem que ser dado. Olha, e tendo o currículo constantemente rejeitado, mesmo para "empreguinho mixuruca"; fica muito difícil.
De resto? Ah, tudo igual...
Sem news. Pena!!!
Postado por Douglas Stange às quarta-feira, fevereiro 06, 2008 3 comentários
1 de fevereiro de 2008
Aproveitando a euforia do carnaval:

ELES TÃO METENDO A MÃO
Escolhido enredo do Pacotão 2008..."Eles Tão Metendo a Mão", de Rômulo Marinho e Gustavo Dourado(Amargedom)
Jornal de Brasília - 20/012/2007
Pacotão escolhe enredo
Há 31 anos animando o Carnaval de Brasília, a Sociedade Armonial Patafísica Rusticana – o Pacotão – não ficou para trás no quesito animação. Ontem, mais de 300 pessoas se reuniram para ver a escolha da marchinha que vai embalar a festa deste ano. Famoso pelas letras polêmicas que abordam assuntos importantes do cenário da política nacional, o bloco teve dificuldades para escolher o ritmo deste ano.
A disputa foi acirrada com mais de 20 letras inscritas. A escolhida para 2008 foi "Eles tão metendo a mão", fazendo uma crítica aos supostos esquemas de corrupção que têm ocorrido no Congresso Nacional.
Com a autoria de Rômulo Marinho e Gustavo Dourado, a marchinha mostra trechos de indignação, embora com humor. Como forma de protesto, o Pacotão sempre segue o trajeto pela contramão. Este ano não será diferente, os foliões vão se concentrar na CLN 302/303, a partir das 11h, rumo à 504/505 – W3 Sul, nos dias 3 e 5 de fevereiro.
O bloco vai seguir o ritmo da multidão, que geralmente chega a 10 mil pessoas. A travessia de todo o Plano Piloto por uma das avenidas mais tradicionais de Brasília deve terminar às 18h, nos dois dias de folia. "O Pacotão já é uma tradição na cidade, é mais divertido, não perco um. Gosto também das críticas feitas aos políticos. Elas mostram bem a atual situação do nosso País", dizia Divino Azevedo, 45 anos, enquanto aguardava o resultado da marchinha vencedora.
ELES TÃO METENDO A MÃO
Rômulo Marinho e Gustavo Dourado(Amargedom)
ELES TÃO METENDO A MÃO
NO DINHEIRO DA NAÇÃO
O CONGRESSO MARAVILHA
É MALOCA DE QUADRILHA
O REI DA MARACUTAIA
VIVE DE PAPO FURADO
VALEU AQUELA PUTA VAIA
NO MARACANÃ LOTADO...
(Bis)
TEM MUITA GENTE SABIDA
DILAPIDANDO O ERÁRIO
METENDO A MÃO NO TESOURO
DETONANDO O MEU SALÁRIO
E ALI BABÁ NADA SABE...
ELE PENSA QUE "NÓIS" É OTÁRIO!
ALI BEBUM NADA SABE...
ELLE PENSA QUE "NÓIS" É OTÁRIO!
(Bis)
ELES TÃO METENDO A MÃO!
Postado por Douglas Stange às sexta-feira, fevereiro 01, 2008 1 comentários
