1 de setembro de 2008

E a barca segue...



... num rio caudaloso, barrento e agitado!!!

De uma hora para outra fiquei com bronca com instituição onde estou dando aula. Assim, como de uma hora para outra as coisas mudaram da água para o vinho por lá. A outra professora que também "coordenava" o curso saiu (ou "foi saída", seilá eu, não vem ao caso) e parece que passou um furacão por lá. De repente começaram a empurrar-me mais responsabilidades além das aulas, sem o menor critério, sem que ao menos me fosse comunicado e que eu fosse posto à par dos procedimentos. Gente pedindo informação sobre o curso, papel de matrícula, tudo jogado prá cima da minha pessoa, como quem diz "toma que o filho é teu". Tudo bem, não que eu esteja tirando meu corpo fora; mas, assim, sem mais nem menos? Sem que tenha sido feita uma reunião? Sem que as coisas tenham sido postas em pratos limpos desde o início?

Eles bem que podiam ter uma postura mais profissional!!! Chega a ser falta de respeito isso!!!

Bom, já me passou pela cabeça sair fora daquilo. Mas, e as minhas contas? Tenho ainda que acabar de pagar o tratamento dentário...

É, acho que ainda vou ter que chupar essa manga cheia de fiapos por mais algum tempo. Por via das dúvidas, já tô dando um tapa no meu currículo, voltando a distribuí-los; quem sabe não pinta algo um pouquinho melhor?

Vai sonhando, Raimundo...

Bom, esse final de semana o programa foi mato!!! Ou melhor, passeio no meio do mato. Como montei uma comunidade no Orkut sobre trilhas e alguns dos seus membros ainda são iniciantes; escolhí uma trilha realtivamente fácil. Começa na margem da rodovia Rio - Santos, ainda na área continental santista, e acaba em uma cachoeirinha. A trilha é sossegada, com poucas subidas e descidas, só umas 2 travessias; o único problema é, como choveu muito na sexta e no sábado; a trilha tava bem enlameada; prá quem não gosta de sujar os pés, tava meio complicado.

Alguns membros da comunidade demonstraram interesse em participar, e tinhamos combinado de nos encontrar em frente à estação das barcas para o Guarujá. Deixei bem claro, desde o início: talvéz, tivéssimos que ir de ônibus, o que seria um tanto trabalhoso: pegar a barca para o Guarujá, de lá pegar um ônibus que vai para Caruara, descer na margem da rodovia, atravessá-la e aí sim, pegar a trilha. Só esquecí de avisar que esse ônibus faz um verdadeiro "city tour" pelo Guarú; passando por Vicente de Carvalho, uma área meio barra pesada. É um passeio meio trash... - rs


Devido as chuvas que caíram na sexta, sábado e no início do domingo (e o friozinho comum nessa época do ano), parece que o povo ficou meio desanimado. No final só foram 3 pessoas: a Daniel, a Vera e eu. Os três já fazem parte do grupo e já estão acostumados com este tipo de "programa de índio".

O Daniel sugeriu que fôssemos até o mirante do Caetê, no alto de um morro na margem da rodovia. A subida já é um pouquinho mais difícil. Lá no alto funciona um posto de manutenção das linhas de eletricidade da Cia. Docas; tem umas casinhas, pessoas que trabalham lá e tal. A vista é fantástica; dá prá ter uma visão do porto e do Centro de Santos e de parte do Guarujá. O tempo abriu legal e deu prá curtir bastante o visual!!!

Depois, ainda fomos até a tal cachoeirinha, cujo nome oficial, ninguém sabe.. - rs
Como já disse, a trilha estava um tanto enlameada, mas também a única dificuldade foi essa.

Foi um passeio legal, de certa forma foi até bom ter ido só "um quarto de dúzia"; deu pra curtir melhor os sonhs da natureza; o canto dos pássaros, o barulho da água caindo...





Foi uma pena para quem não apareceu!!!

24 de agosto de 2008

Que findí foi esse?!!!



Orkontro aqui em Santos na sexta. Outro orkontro em Sampa no sábado. Nos dois, conhecí muita gente boa, que eu só conhecia pela net; e outros que nem conhecia. No de sábado, até encontrei alguém muito especial...

O engraçado é que combinei com uma amiga virtual que nem conhecia pessoalmente, que me deu carona na ida na volta. Fiquei um pouco preocupado: pegar carona com quase-desconhecidos para encontrar totais desconhecidos.

Felizmente, correu tudo bem; foi tudo muito divertido e marcante.
Especialmente, por certo alguém...

20 de agosto de 2008



Marcas Do Que Se Foi
Composição: Zurana


Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar

Nossos passos pelo chão
Vão Ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer


Pois é, idade nova, novos rumos!!!

10 de agosto de 2008

Quanto tempo sem postar...




Pois é, então é assim.

Meio que sem motivação não só prá postar. Tô numa daquelas fases que a gente meio cheio de tudo e de todos, acha tudo uma grande merda, não consegue ver graça em quase nada...

Já sei, que ficar assim não resolve nada, pode até piorar; mas quando dou por mim, já foi. Dá vontade de jogar tudo pro ar e sumir. Simples assim.

Bom, e os planos?
Prá esse ano, só cuidar da saúde. Essa semana começo um tratamento dentário: fazer limpeza, extrair 3 dentes do ciso e obturar mais 4. Preciso também correr atrás de um otorrino, passar novamente no oftalmo...

De resto:
Continuo dando aulas de informática. Tô meio cheio daquilo, não tenho muita paciência; passo basicamente os mesmos exercícios toda semana e a maioria do pessoal não memoriza!! Cometem os mesmos erros. Apostila não resolve, mostrar no telão como se faz também não. A maioria lá não sabe sequer digitar!!! Fico me perguntando o que "ensinaram" para eles antes da minha chegada!!! Tem gente lá sem a mínima condição de digitar (nem formatar) um texto simples ou de fazer uma planilha das mais simples no Excel!!! É que, quando comecei, eles já estavam no 3º mês de curso. Nesse meio tempo, eles não aprenderam quase nada!!! Nas próximas semanas vou passar alguns exercícios de datilografia, prá ver se pelo menos eles pegam um pouco mais de agilidade e não perdem tanto tempo procurando as letras.

Mudando totalmente de assunto:
Acho que preciso me divertir um pouco. Tanto tempo que não saio, fora as trilhas, que não são assim tão frequentes. Também faz um tempão que não faço uma viagenzinha pros Albergues da vida!!! Esse ano, acho que não dá mais, pelo menos até acabar de pagar a arrumação dos dentes. Nem Oktoberfest rola esse ano!!! Se tivesse condições, iria de avião até Navegantes num sábado a tarde, chegaria em Blumenau lá pelo anoitecer e pegava uma noite de festa no Proeb, ficava domingo todo, mais uma noite de festa e voltaria na segunda. É que não dou aula na segunda. Paciência, um dia terei condições de ficar umas 2 semanas por lá, pegar todas as festas e de lambuja uma prainha.

Chega de reclamação, né?!!!

25 de julho de 2008

Bueno, voltando a postar.
Domingo passado teve trilha até Guaratuba, um distrido de Bertioga, quase na divisa com São Sebastião, no litoral norte de SP. O local é maravilhoso, tem um condomínio, e depois de uma estradinha de terra, reta e longa se chega a um maravilhoso local, com córrego, a trilha proriamente dita até a cachoeira e ainda mais alto, um reservatório de captação de água. Os organizadores das trilhas fizeram amizade com o caseiro de uma chacrinha perto da trilha, o que facilitou muito. Levamos farofa, arroz, linguiça e quetais e almoçamos por lá mesmo, tudo preparado num fogão a linha!!! O caseiro estava preparando um coelho ensopado, mas não tive disposição de encarar não!! - rs!!



Esse é o reservatório de captação.

Até carrinho pra carregar as tralhas precisa!!

Que beleza!!!


O trajeto pela rodovia Rio-Santos é maravilhoso!!! Embora não tenha chego no trecho paralelo as praias. Preciso fazer mais uns passeios destes!!!

17 de julho de 2008



céu azul
campo amarelo
corvos avançam em nossa direção
e não há porque se assustar
deixa o medo entrar no seu coração


tudo o que eu fiz foi por amor
acho até que encontrei
o motivo de um final feliz
nunca imaginei em nosso fim
construir meu castelo
com as pedras que eu te atirei


ieieie nada vai durar
as maldades serão coisas belas, enfim
nada vai durar tanto assim
abra os olhos, então
olha os corvos sobre o campo


Hoje me lembrei dessa música. É de uma banda chamada "Tantra", foi um grnde sucesso lá pelos idos de 97, 98. Referências pessoais? Algumas sim, tanto daquela época (97,98)quanto mais recentemente.

Mudando de assunto:

Uma vez uma amiga me respondeu lá no flog:

"Entender eu entendi sim, pq fazem o mesmo comigo
na minha casa, pensam que eu sou o google (tenho resposta prá tudo),
ou também JC (fazer milagres) ou quem sabe o Macgiver
(é assim que escreve?) (resolve qualquer problema)."


É bem assim mesmo...

14 de julho de 2008



Fotos da Av. Francisco Glicério, vista da área de serviço do apê da minha irmã. No dia do aniversário do meu sobrinho. Aliás, 9 anos. O tempo passa, hein?!!




Voltando a avenida, reparem na linha férrea. Dizem que em breve vai passar um Veículo Leve Sobre trilhos por aí. Uma solução para o transporte coletivo na região.



Logo, logo, teremos um desses nos levando de Santos a Peruíbe!!!
Pelo menos é o que as autoridades prometem...

De resto, vamos levando, as aulas, os alunos, as apresentações em Power Point...

6 de julho de 2008

Ultimas

Pois é, já estava a bastente tempo sem postar aqui.

As coisas vão indo. Domingo passado, teve almolo do Porco no Rolete, lá na Associação, onde estou dando aula. Foi muito legal!!!!







Por falar nas aulas, vão muito bem, obrigao. Parece que o pessoal está gostando. Para facilitar, tenho preparado apresentações em Power Point sobre o tema de cada semana. Tudo bem mastigadinho, passo a passo:





Prá mim, aquela expressão "entendeu ou quer que eu desenhe?" nunca fez tanto sentido. Porém, mesmo com esse apoio, ainda tem gente que não entende!!! Normal. Ninguém mexe com computador a 14 anos como eu. A maioria nem tem acesso.

Agora, estou desenvolvendo um projeto de Educação Financeira, para implantar por lá (ou onde quiserem). Noções de Contabilidade, Demonstrações financeiras, Economia, Investimentos. Nesse mesmo estilo, tudo mastigadinho, passo a passo. Se eles interessarem-se, ótimo. Caso contrário, corro atrás.

25 de junho de 2008

E Chove...



Long as I remember
The rain been comin' down
Clouds of mystery pourin'
Confusion on the ground
Good men through the ages,
Tryin' to find the sun
And I wonder, still I wonder,
Who'll stop the rain

I went down Virginia,
Seekin' shelter from the storm
Caught up in the fable,
I watched the tower grow
Five year plans and new deals,
Wrapped in golden chains
And I wonder, still I wonder
Who'll stop the rain

Heard the singers playin',
How we cheered for more
The crowd had rushed together,
Tryin' to keep warm
Still the rain kept pourin',
Fallin' on my ears
And I wonder, still I wonder
Who'll stop the rain


Tanto tempo quanto consigo me lembrar
A chuva caía
Nuvens de mistério jorravam
Confusão no solo
Os homens bons através das gerações
Tentam encontrar o sol
E eu me pergunto
Ainda me pergunto
Quem irá parar a chuva?

Eu fui até a Virgínia
Buscando abrigo da tempestade
Caí naquela velha fábula
Assisti a torre crescer
Planos de cinco anos e novos acordos
Enrolados em correntes de ouro
E eu me pergunto
Ainda me pergunto
Quem irá parar a chuva?

Ouvíamos os cantores tocando
Como nós aplaudíamos por mais!
A multidão se aglomerou
Tentando se manter aquecida
A chuva continuava caindo
Caindo em meus ouvidos
E eu me pergunto
Ainda me pergunto
Quem irá parar a chuva?


Essa chuva não acaba não?!!
E esse friozinho chato? Bom, estamos no in(f)verno...

21 de junho de 2008

Veja meu Slide Show!

20 de junho de 2008

O QUE É O AMOR?!!


O amor não é algo que te faz sair do chão e te transporta para lugares que nunca tenha visto.
O nome disso é avião. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que esconde dentro de vc e não mostra para ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa.
Isso se chama pombo com caganeira. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender.
Isso se chama cachorro. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre você, te levou pra ver estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de ti.
Isso se chama alienígena. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de você.
Isso se chama controle remoto de TV. O amor é outra coisa.

“O amor é simplesmente… o amor.”

19 de junho de 2008

Feliz Semana da Amizade!!!



Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã
você acorde com um saldo de R$ 86. 400, 00. Só que não é
permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você
não tenha conseguido gastá-lo durante o dia.
O que você faz?
Você irá gastar cada centavo, é claro!
Todos nós somos cliente deste banco que estamos falando.
Se chama Tempo.
Todas as manhã, é creditado para cada um 86. 400 Segundos.
Todas as noites o saldo é debitado, como perda.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.
Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as
sobras do dia se evaporam.
Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito
diário.
Invista, então, no que for melhor, na saúde, felicidade e sucesso!
O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-dia.
Para você perceber o valor de Um Ano, pergunte a um estudante que
repetiu de ano.
Para você perceber o valor de Um Mês, pergunte para uma mãe que
teve o seu bebê prematuramente.
Para você perceber o valor de Uma Semana, pergunte a um editor de
um jornal semanal.
Para você perceber o valor de Uma Hora, pergunte aos amantes que
estão esperando para se encontrar.
Para você perceber o valor de Um Minuto, pergunte a uma pessoa que
perdeu um trem.
Para você perceber o valor de Um Segundo, pergunte a uma pessoa que
conseguiu evitar um acidente.
Para você perceber o valor de Um Milisegundo, pergunte a alguém que
venceu a medalha de prata em uma Olimpíada.
Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve
dividir com alguém especial, especial suficiente para gastar o seu tempo
junto com você.
Lembre-se o tempo não espera por ninguém.
Ontem é história.
O amanhã é um mistério.
O hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de Presente!
É a Semana Nacional da Amizade.
Amigos são como jóias raras. . . Nos fazem sorrir e nos encorajam para
o nosso sucesso.
Eles emprestam o seu ouvido, dividem palavras de conforto, e sempre
estão dispostos a abrir o coração para nós.
Mostre a seus amigos que você os estima muito. .
Envie esta mensagem para todos que você considera um Amigo. Se esta
mensagem retornar, você saberá que Tem Um Amigo Para Toda A Vida!
Deixe eles saberem o quanto nós os apreciamos, e o quanto eles
significam para nós. "
****** Feliz Semana Da Amizade! *******

8 de junho de 2008

QUEBRANDO, CARREGANDO E CONSTRUINDO


"Um momento para edificar, um momento para desmoronar
Um momento para dançar, um momento para se condoer
Um momento para livrar-se de pedras, um momento para reunir pedras"


Acho que agora já sei o que fazer com as pedras que encontro em meu caminho.

Tô adorando dar aula de infromática para o povo na Casa da Criança. Apesar de instituição ser de assistência à infância, o curso de informática é aberto à todas as idades. E é gratificante ver as pessoas aprendendo, progredindo, abrindo novas possibilidades para sí mesmas. É gente bem humilde mesmo, gente que provávelmente nunca imaginou que um dia tivesse acesso a um computador. O conteúdo: coisas bem básicas mesmo, de Windows, Office e internet. Mas dá gosto ver o povo aprendendo!!!

E os projetos paralelos continuam.

Tem post novo no blog da Ativa

1 de junho de 2008

Blog da ATIVA



É, eu ainda insisto!!!

Criei um blog para o projeto ATIVA:

http://www.ativainvest.blogspot.com

30 de maio de 2008


OS MAL-ENTENDIDOS DO NOTICIÁRIO ECONÔMICO
Douglas Stange


Em minha curta vida acadêmica (apenas 5 míseros anos de graduação em Ciências Econômicas; o que não garantiu-me qualificação profissional suficiente para sobreviver com dignidade e sem ajuda dos meus pais simultaneamente), nenhuma figura marcou tanto minha memória como o Prof. Jairo.

Com seu jeitão mineiro de ser e aquele sotaque de “Nerso da Capitinga”, ele costumava soltar verdadeiras preciosidades filosóficas, capazes de gerar tanto risos quanto indignação entre meus colegas e eu.

Por exemplo:

Quando a Universidade cogitava implantar um programa de reciclagem para professores, lá veio o Prof. Jairo com esta:

“Esse reciclagem tem que ser feita com cuidado; pois tem muito professor aqui que é que nem pneu careca: não adianta mais” recauchutá”, tem que” trocá.”

Entre outras pérolas que não convém comentar aqui, uma em especial me chama a atenção até hoje:

““ Estudar demais tem um lado ruim: a gente tem que ouvir muita” bobági” por aí”.

Era exatamente aí que eu queria chegar. Enquanto economista – talvez, não um economista digno de respeito; mas certamente um apaixonado entusiasta das Ciências Econômicas – não consigo conformar-me com o que ouço sobre Economia vindo da boca de cidadãos, digamos assim, normais. No ônibus, no supermercado, na fila do banco, na sala de espera do dentista; enfim, em qualquer lugar, há sempre um ou mais “economistas de plantão” ao criticar a política econômica do governo e propondo as mais variadas “fórmulas mágicas” para todos os nossos problemas. Alguns até arriscam previsões sobre a conjuntura econômica. Enfim, quando o assunto é Economia; temos entre o nosso humilde povo mais gênios do que na lista de vencedores do Prêmio Nobel de Economia e há mesmo tempo, mais profetas do que no Velho Testamento (ou o Novo, já que a maioria dos que se arriscam em previsões econômicas portam-se como os profetas do Apocalipse). Em época de Copa do Mundo, costuma-se dizer que “o Brasil é um país com 170 milhões de técnicos da Seleção”; sendo assim, também podemos dizer que o Brasil é um país com 170 milhões de economistas e potenciais ministros da Fazenda. Como diz uma canção de Raul Seixas: “todo mundo explica tudo”.
Chega a ser divertido de tão tragicômico!

Para que o Brasil precisa de economistas, se qualquer dona de casa conseguiria administrar as finanças deste país mais racionalmente do que a maioria de nós? Não é à toa que colocaram um médico no Ministério da Fazenda. Se bem que o ministro do governo anterior tinha formação em Engenharia Elétrica, talvez por isso ele vivesse nos dando “choque”.

Economistas? Ora, para que? A maioria das poucas empresas que prosperaram nos últimos parecem ter guiado-se muito mais por indicadores microeconômicos do que macroeconômicos. Traduzindo isso para “língua de gente” (sim, pois parece que aos olhos da sociedade; nós, economistas não somos “gente”); os dirigentes destas empresas preocupam-se muito mais com custos médios decrescentes, otimização de custos e produtividade do que com análises de tendências de mercado, taxas de câmbio e de juros, conjuntura econômica nacional e internacional. Não vou falar mais em empresas, pois assim estaria invadindo o quintal de meus colegas Administradores de Empresas; que certamente colocariam-me para correr, aumentando ainda mais meu complexo de inferioridade perante a estes profissionais tão bem conceituados.

Às vezes, sinto vontade de rasgar meu diploma (acredito que outros economistas também sintam) nas ocasiões em que sou obrigado a ouvir certas coisas. Todos os anos, durante o carnaval, minha maior vontade é de fazer confetes com meu diploma, e atirá-los na goela do primeiro folião que passar por mim de boca aberta. Não é raro que eu sinta-me um inútil enquanto economista, e acredito que a maioria de meus colegas também já se sentiu assim pelo menos uma vez na vida.
Para que queimar pestanas sobre os livros de Smith, Marx e Keynes (entre outros), gastar baterias e mais baterias de calculadoras financeiras, fazer força carregando por aí o peso de um livro de Microeconomia do Pyndick, preocupando-se em entender elasticidades, Taxa Marginal de Substituição, curvas de Demanda e Oferta Agregadas e outras baboseiras inúteis? Qualquer chefe de família que tenha estudado até a 4a série é capaz de pôr ordem na casa não indo além das 4 operações aritméticas!

Economista complica demais! O negócio é simplificar! E é tudo tão simples a tudo tão à vista!
Mal imaginam esses pobres diabos o quanto nós, economistas ficaríamos satisfeitos se assim fosse!

Revolta-me a mania do brasileiro em criticar e querer corrigir tudo sem conhecimento de causa.

Pode parecer arrogância e sarcasmo da minha parte. Parece fácil criticar pessoas humildes e que, ao contrário de minha pessoa, não tiveram acesso a um curso superior (nem mesmo a um nível de escolaridade mais baixo, na maioria das vezes) e às informações e teorias importantes. Talvez o prezado leitor esteja se perguntando “porque o sabichão aqui não baixa o nariz, desce do pedestal e tenta usar seus conhecimentos para esclarecer estas pessoas”, indagação esta com a qual humildemente concordo, admitindo que me falte coragem para tal atitude. Confesso que na maioria das vezes dá vontade, mas a timidez impede.

Nem sempre os “cidadãos normais” (usemos este termo para referirmos aos não-economistas) são incultos e desinformados. Muitos realmente procuram compreender os fatos e manterem-se atualizados; utilizando-se da imprensa escrita, falada, televisionada e “internetizada” para tais propósitos. Prestam atenção ao noticiário econômico com muito cuidado a cada detalhe. Procuram estar o mais possivelmente esclarecidos, filtram informações e processam com “requintes de lapidação” aquelas informações que julgam importantes. E fazem questão de expor suas opiniões, afinal, estamos num país democrático, temos liberdade de expressão.

É aí que mora o perigo!!!

Boa parte do noticiário econômico mais confunde do que explica. Ou melhor, na maioria das vezes, os Editores de Economia pensam estar escrevendo para quem entende de Economia; talvez pelo fato de terem comprado a idéia de que todo brasileiro é um economista de fato! Parecem supor que todos aqueles que irão ler ouvir e ver; possuem conhecimentos de Teoria Econômica. Por isso acabam omitindo alguns fatos e distorcendo outros; ou melhor, expõe tudo certinho aos olhos de qualquer estudante de Economia, mas que acabam acabam sendo distorcidas e mal interpretadas pelos não-economistas; certamente por mostrar fatos sem as devidas explicações teóricas, por mais simplórias que sejam.

Exemplos não faltam.

Recentemente uma elevação da taxa de câmbio foi atribuída a certas declarações do presidente Lula.
Pronto, a maioria dos leitores, ouvintes, telespectadores e internautas já culparam a “língua grande do Lula” por mais uma alta no dólar.

Ora; qualquer pessoa – por menor que seja seu grau de instrução - tem noção da “Lei de Oferta e Demanda”.
Não é difícil abstrair que os preços de um determinado bem se elevam quando a procura é maior do que a oferta. Com o dólar ocorre exatamente o mesmo: o governo precisa de dólares para honrar compromissos assumidos no exterior; as empresas precisam de dólares para pagar dívidas contraídas no exterior, bem como para importar materiais, máquinas e componentes; o cidadão que viaja ao exterior necessita de dólares, etc.
Ora, a oferta de dólares é determinada pelas reservas do governo. Se estas reservas são insuficientes para satisfazer as necessidades de todos; o preço do dólar – ou seja, a taxa de câmbio – deve subir.
Por outro lado, a oferta de dólar (ou seja, as reservas) depende de superávites no Balanço de Pagamentos; ou seja, o país deve receber do exterior mais dinheiro do que envia ao exterior. Nesta conta entra a Balança Comercial (exportações menos importações) a Balança de Serviços (juros pagos e recebidos com o exterior), a quantidade de moeda estrangeira que os cidadãos brasileiros adquirem para utilizar em outros países (e também a quantidade de reais que os visitantes estrangeiros adquirem para nos visitar), bem como royalties, direitos autorais, etc. Ora, sabe-se que o Brasil envia muito mais dinheiro ao exterior do que recebe; portanto, nosso Balanço de Pagamentos na maioria das vezes é deficitário. Com balanço deficitário, fica muito difícil evitar altas nas taxas de câmbio.
Quem explica isso ao cidadão comum? São raros os casos.

Outra questão: a Dívida Externa.

Pouca gente sabe; mas na conta da dívida externa entram não somente os compromissos assumidos no exterior pelos governos (municípios, Estados e União), mas também as dívidas contraídas no exterior pelas empresas. Surpreendentemente, a maior parcela da dívida pertence às empresas e não aos governos. Portanto, não cabe apenas ao governo federal a responsabilidade pela dívida externa, o governo deve agir como agente fiscalizador e controlador dos empréstimos externos contraídos por municípios, Estados e empresas.

No entanto, quando se fala em Dívida Externa, o Governo Federal é visto como o grande vilão. Muitos os que repetem isto nem sabem que o Governo Federal é o principal prejudicado pela Dívida Externa.


O grande problema não é a Dívida Externa, e sim, a Dívida Interna.

Qualquer criança sabe que os governos (federal, estaduais e municipais) gastam mais do que arrecadam. Isto gera o famoso “Déficit Público”. Qualquer chefe de família sabe: déficit tem que ser coberto de alguma maneira. O Déficit Público tem duas fontes de financiamento em curto prazo: emissão de moeda e emissão de títulos da dívida pública.

Emitir moeda gera aumento na demanda: com mais dinheiro em circulação, a lógica é de que as pessoas queiram comprar mais bem e serviços e que as empresas invistam mais para suprir esta demanda. Ora, “moeda” também é mercadoria, e como tal, também obedece à Lei de demanda e oferta. Com maior quantidade de moeda em circulação (ou seja, maior OFERTA MONETÁRIA), o preço do dinheiro (a TAXA DE JUROS) cai. Aumento de demanda e juros baixos incentivam o consumo e o investimento. Há um aquecimento na atividade econômica. Infelizmente, nem tudo são flores: ao longo do tempo, por uma gama de fatores, chega-se a um ponto em que a oferta não consegue suprir a demanda. Isto ocorre principalmente quando há “emissão monetária sem lastro”, ou seja, o governo emite moeda sem que haja uma reserva de valor. “Lastro” é uma quantidade de moeda estrangeira ou ouro ou qualquer outro bem que o governo tenha como reserva. Estas reservas dependem do PIB, Produto Interno Bruto, soma de tudo o que o país produz. Quanto maior o PIB, maiores as reservas, maior o lastro monetário. Quando o governo emite moeda para financiar déficities, geralmente esse aumento na Oferta Monetária ocorre sem que tenha ocorrido um aumento proporcional nas reservas. O país não teve um aumento na atividade econômica; ou seja, não há condições para que se aumente a oferta e suprir a demanda crescente.
Daí os preços sobem. Tem início um processo inflacionário.
Portanto, emissão de moeda gera Inflação.

Emitir títulos da dívida pública mexe com a taxa de juros. Quanto mais os governos se endividam, maiores terão de ser as taxas de juros; para atrair compradores para estes títulos. Quanto mais o governo vender títulos, mais dinheiro sai de circulação. Menos dinheiro em circulação e altas taxas de juros inibem o consumo e o investimento, contraindo a atividade econômica. Tem início um processo recessivo.
Portanto, emissão de títulos da dívida pública gera Recessão.

Se por ventura, o prezado leitor já se perdeu, basta enviar-me um e-mail, que será respondido o mais rápido possível, e toda e qualquer dúvida será esclarecida.

Outra generosa fonte de confusão no noticiário econômico é o mercado financeiro.

Explode uma crise num país qualquer e pronto: as bolsas de valores caem, o dólar sobe, o governo quer mexer na poupança e nos fundos de investimento e blá blá blá...

Ora, isto ocorre porque o Brasil é muito dependente do capital externo, geralmente um capital especulativo; o chamado “hot money”, dinheiro de especuladores estrangeiros que chegam aqui de olho em ganhos de curto prazo (sabiamente chamado por Roberto Campos de “capital de motel”). Geralmente estes especuladores têm dinheiro aplicado no mundo inteiro; ao perder uma parcela deste capital em um país que tenha entrado em crise, precisam pagar o prejuízo; portanto tiram esse “dinheiro de motel” daqui, não só daqui como dos chamados “países emergentes”. Entenda-se por “países emergentes” ou “economias emergentes” um termo mais bonitinho que arrumaram para referir-se ao Terceiro Mundo. Além de cobrir prejuízos, os especuladores também querem colocar seu capital em mercados mais seguros, ou seja, o Primeiro Mundo; por entenderem que todos os “países emergentes” são iguais e não oferecem segurança. Ora, como o governo precisa deste capital para figurar no Balanço de Pagamentos numa incrível “ficção contábil”, procura fazer de tudo para segura-lo por aqui. Aumento de juros, desvalorização da moeda, etc. E logicamente, tais medidas influem em nossos respectivos e já tão combalidos bolsos.

Outro ponto que me causa grande preocupação é a Bolsa de Valores. Quem assiste telejornais, mesmo sem prestar atenção, já deve ter ouvido falar no Índice Bovespa. O Índice Bovespa é um indicador estatístico de desempenho das principais ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. É uma média ponderada. Quando se diz que o Índice Bovespa subiu, isso não quer dizer necessariamente que todas as ações subiram; algumas subiram, outras não, mas na média, houve aumento no preço das ações. O mesmo vale em caso de queda.

Agora imaginem um aposentado que tenha algumas ações da Petrobrás conseguidas com muito suor ao longo de toda uma vida. Esse senhor ouve no rádio “o Índice Bovespa caiu 2%”. Provavelmente entrará em pânico, imaginando uma desvalorização de 2% em suas ações! Terá a sensação de estar ficando mais pobre. Ninguém lhe esclarece o seguinte: se o Índice Bovespa cai 2%, isso não quer dizer que todas as ações tiveram desvalorização de 2%; algumas caíram mais, outras caíram menos, outras não caíram e algumas até subiram! Na média, a queda de preços foi de 2%.

Imaginem o pobre velhinho desesperado para vender suas ações da Petrobrás como quem brinca de “batata quente”? Imaginem que isto possa ocorrer enquanto as ações da Petrobrás estiveram entre as poucas que não tiveram queda de preço naquele dia? Isto é um prato cheio para os espertalhões do mercado acionário. E um perigo para o pequeno investidor; que não tem bola de cristal nem tempo para ficar no “aquário” da bolsa acompanhando de perto o mercado.

Antes que eu me entusiasme demasiadamente e comece a falar em “déficities gêmeos” e coisas similares; melhor dar um corte em mim mesmo dizendo o seguinte:

Economia é como aquele chavão do “cobertor de pobre”: se cobrir a cabeça descobre os pés, e vice-versa.
Pode-se cortar os pés, cortar a cabeça, encolher todo o corpo, ou até mesmo aumentar o cobertor.

Se o governo mexer nos juros, acaba refletindo no câmbio e na quantidade de moeda circulante; se mexer no câmbio, reflete nos juros e na oferta monetária; se mexer na oferta monetária, reflete no câmbio e nos juros.
Isto ocorre porque o nosso PIB (ou seja, o “cobertor” em si) tem apresentado crescimento medíocre nos últimos anos; e para piorar, o governo tem que lutar contra o déficit público e a dependência do capital externo. Esta situação só poderá ser superada com reformas (sobretudo a tributária); o que depende muito mais dos políticos do que dos economistas.

Geralmente, a imprensa separa o noticiário econômico do político; de modo que as pessoas são obrigadas a montar uns quebra-cabeças para poder entender e analisar tudo. Nem sempre isso é possível, sobretudo no Brasil. É claro que existem exceções, sobretudo na Internet. Existem excelentes sites de notícias, isso sem falar nos sites especializados em economia. Todavia, a maioria da nossa população não tem acesso à Internet, e mesmo entre os que têm, não são muitos os que se interessam por economia e política. Daí complica!

O grande problema no âmbito geral CONSCIENTIZAÇÃO!!

A Imprensa deve ser mais consciente no que diz respeito ao noticiário econômico e sua conexão com o noticiário político. A população em geral deve ser mais consciente das complicações que o governo e demais agentes econômicos tem que se deparar. Nós, economistas temos que ter mais consciência de que nem todos são como nós, seja lá o que isto signifique.

De qualquer forma, é melhor o caro leitor tomar cuidado para não passar de boca aberta por um economista no próximo carnaval.

Douglas Stange é economista

28 de maio de 2008

Ótima notícia!!!

Fui convidado para dar aulas de Informática em uma instituição filantrópica. E é remunerado!!!!

Já é um bom começo, e pode ser um trampolim para algo melhor!!!
Fiquei muito feliz!!!

E porque essas fotos de "meio aobiente". Foi o tema escolhido esta semana para pesquisar na internet e formatar um texto. Pesquisar um texto sobre "meio ambiente", copiar e colar para o Word, formatar o texto, pesquisar uma figura relacionada, salvar, e inserir ao texto.

Apesar da instituição prestar-se à assistência a infância ("Casa da Crinaça"), o curso de Informática é destinado a todas as idades. E é gente bem humilde; mas até que se dão bem com a máquina!!!

E dá gosto de ver a satisfação deles ao aprenderem, a maioria provávelmente nem imaginava que um dia fosse mexer com computador!!!

19 de maio de 2008



Esta é a Prefeitura de Blumenau decorada na época Natalina.
Uso esta imagem na área de trabalho do meu computador.

Para demonstrar que sempre deve ser Natal, todos os dias. Na verdade, é porque gosto de fim de ano!!! - rs

Entretanto, o Espírito de Natal deveria durar o ano inteiro. Daí cabe uma discussão filosófico-religiosa para a qual não ando com muita paciência atualmente.

16 de maio de 2008

Enfím...



Bueno, cá estou eu postasdo, apesar da falta de novidades.

Ainda não arrumei trabalho, ainda tô solteiro, resignado com algumas pessoas...

Bom, já disse em outro post, se algumas atitudes de certas pessoas me incomodam, é porque eu permito e não posso permitir.

Em casa, as coisas melhoraram um pouco. Minha irmã anda tomando os medicamentos com regularidade, conforme o recomendado e está melhorando aos poucos. Até estrou num treinamento de vendas da Claro. Tomara que dê tudo certo e seja admitida.

Qianto a mim, continuo com os projetos em andamento. Como projeto não paga conta nem enche barriga, ta,bém continuo procurando por uma oportunidad eprofissional. Recebo alguns e-mails de algumas agências como vagas, me candidato e nada; sempre aquela lenga lenga de "no momento seu perfil não preenche nossas necessidades" e coisas parecidas. Sempre recebo anúncios de empresas do Grupo Unibanco, tô sempre me candidatando e nada!! O que eles querem, afinal?!! O Superhomem?

Preciso por a cabeça no lugar e seguir adiante!!!!

11 de maio de 2008



In the days of my youth,
Nos dias da minha juventude,
I was told what it means to be a man,
me diziam o que significava ser um homem,
Now I've reached that age,
Agora que eu alcancei aquela idade,
I've tried to do all those things the best I can.
eu tentei fazer todas aquelas coisas como melhor eu conseguisse.
No matter how I try,
Não importa o quanto tentei,
I find my way into the same old jam.
meu caminho sempre encontrava aquele velho aperto.

Good Times, Bad Times, you know I had my share;
Tempos bons, tempos ruins, você sabe que eu tive uma parte.
When my woman left home for a brown eyed man,
Quando minha mulher fugiu de casa por causa de um homem de olhos castanhos,
Well, I still don't seem to care.
Bom, eu ainda não importava.



Ah, já tinha esquecido.
Hoje é Dia das Mães, como não comemoro a data a 4 anos, acabei esquecendo.

Então, deixo um abraço especial para todas as leitoras que forem mães!!!

5 de maio de 2008



Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei

Though I know that evenin's empire has returned into sand,
Embora eu saiba que todo império retornou ao pó,
Vanished from my hand,
Varrido de minha mão,
Left me blindly here to stand but still not sleeping.
Deixando-me cegamente aqui parado, mas ainda não dormindo.
My weariness amazes me, I'm branded on my feet,
Meu cansaço me espanta, estou plantado por meus pés,
I have no one to meet
Não tenho quem encontrar,
And the ancient empty street's too dead for dreaming.
E a velha rua vazia está muito morta para sonhar.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei

Take me on a trip upon your magic swirlin' ship,
Leve-me a uma viagem em sua mágica nave ressoante,
My senses have been stripped, my hands can't feel to grip,
Meus sentidos foram arrancados, minhas mãos não podem segurar,
My toes too numb to step, wait only for my boot heels
Meus pés estão muito dormentes para pisar, esperando apenas minhas botas
To be wanderin'.
Para perambular.

I'm ready to go anywhere, I'm ready for to fade
Estou pronto para ir a qualquer lugar, estou pronto para desaparecer,
Into my own parade, cast your dancing spell my way,
Em minha própria parada, moldando sua dança a meu caminho,
I promise to go under it.
Eu prometo segui-la.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei

Though you might hear laughin', spinnin', swingin' madly acrossthe sun,
Embora você possa ouvir-me rindo, girando, dançando loucamente através do sol.
It's not aimed at anyone, it's just escapin' on the run
Não está vendo ninguém, está só fugindo correndo,
And but for the sky there are no fences facin'.
Pois no céu não há cercas revestidas.
And if you hear vague traces of skippin' reels of rhyme
E se você ouvir traços vagos de rimas enroladas,
To your tambourine in time, it's just a ragged clown behind,
Para o seu tamborim no momento, é apenas um rude palhaço atrás,
I wouldn't pay it any mind, it's just a shadow you're
Eu não lhe pagaria mente alguma, é apenas a sua sombra,
Seein' that he's chasing.
Visto que está lhe perseguindo.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei

Then take me disappearin' through the smoke rings of my mind,
Então me faça desaparecer através dos anéis de fogo de minha mente,
Down the foggy ruins of time, far past the frozen leaves,
Abaixo das ruínas nebulosas do tempo, passando ao longe das folhas congeladas,
The haunted, frightened trees, out to the windy beach,
O assombro, árvores assustadoras, para fora da praia ventosa,
Far from the twisted reach of crazy sorrow.
Longe do alcance distorcido da tristeza insana.
Yes, to dance beneath the diamond sky with one hand wavingfree,
Sim, para dançar sob o céu de diamantes com uma mão acenando livremente,
Silhouetted by the sea, circled by the circus sands,
Em silhueta para o mar, circulado por areias circulares,
With all memory and fate driven deep beneath the waves,
Com toda a memória e destino navegando profundamente abaixo das ondas,
Let me forget about today until tomorrow.
Deixe-me esquecer do hoje até amanhã.

Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
I'm not sleepy and there is no place I'm going to.
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hey! Mr. Tambourine Man, play a song for me,
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para mim,
In the jingle jungle morning I'll come followin' you.
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei

Canção do Bob Dylan. Mr. Dylan sempre viajando. Mas a versão dos Byrds é a definitiva!!!

1 de maio de 2008

O garoto que veio de marte


Boriska é uma criança incomun. Nasceu em 11 de Janeiro de 1996 em Volgograd - Rússia.

Segundo sua mãe o parto foi muito rápido e sem nenhuma dor. Como médica dermatologista ela narra que o bebê ao nascer a olhava fixamente o que é sabido por ela não ser normal em naciturnos.

Com o passar dos dias Nadezhda notou que a criança tinha um comportamento muito regrado sem choro ou demonstração de fome.Com oito meses de idade já falava e por volta de dezoito meses já lia jornais.

Ao receber de presente um brinquedo de montagem criou peças com combinações perfeitas. Os desenhos de boriska em cores azul e violeta ao serem analisados por psicólogos ficou definido como sendo uma demonstração do que Boriska percebia como sendo a aura das pessoas que ele via.

Aos três anos de idade Boriska falava com os pais sobre o sistema solar nomeando planetas e discorrendo sobre com muita propriedade e conhecimento sendo que as pesquisas de sua mãe sobre o assunto em livros e enciclopédias comprovavam os pormenores citados pela criança.

Em pouco tempo Boriska se tornou uma celebridade na região onde muitos o procuravam para ouvi-lo sobre os extra terrestres, civilizações, raças humanas antigas com seres de vários metros de altura e principalmente sobre o futuro do nosso planeta face as mudanças climáticas. Muitos o procuravam mesmo sem acreditar em tudo o que ouviam.

Boriska passou a interpelar as pessoas nas ruas pedindo para que não usassem drogas, orientava os homens que batiam em suas mulheres e outras vezes prevenindo as pessoas sobre doenças que viriam em suas vidas.

Essa capacidade de prever o que estava por vir fazia Boriska sofrer.

Ao ser questionado sobre nosso planeta ele avisa que passaremos por duas situações cruciais entre 2009 e 2013 com catástrofes grandiosas causadas pelas Àguas do planeta.

Especialistas de Instituos de estudos de ondas de Rádio e magnetismo terrestres ao fotografarem a aura de Boriska notaram que a mesma se apresenta de forma incomun sendo forte e ní­tida. Segundo o professor Vladislav Lugovenko a aura laranja do garoto apresenta um intelecto poderoso.

Vladislav explica ser possivel medir as faculdades extrasensoriais com equipamentos especificos.

Através de estudos cientistas de todo o mundo tem se esforçado para pesquisar o tipo de fenômeno como o que ocorre com Boris pois nos útimos 20 anos tem se tornado comum em todos os continentes o nascimento de bebês com tais faculdades.

Os estudiosos denominaram essas crianças como: "indigo children" ou seja "crianças azuis". Vladislav afirma que possivelmente as crianças azuis tem como missão mudar o nosso planeta. O DNA dessas crianças possuem espirais perfeitos o que as tornam incrivelmente resistentes as doenças e imunes ao Vírus da AIDS e acredita que essas crianças mudarão o futuro desta humanidade.

Boriska aos nove anos explica aos parentes tudo o que sabe sobre a civilização marciana através da lembrança de vidas passadas:

A seguir temos uma entrevista com boriska que foi realizada por um jornalista Russo:

JORNALISTA: Boriska, você viveu realmente em Marte conforme relata a todos?

BORISKA: Sim, eu vivi. Tinha entre 14 e 15 anos de idade. Havia guerra o tempo todo e eu tinha que fazer parte. Eu voava em naves espaciais e viajava no tempo e no espaço, foi quando pude observar a terra. As naves em marte são muito complexas e podem transitar no universo.

JORNALISTA: Qual a aparências dos marcianos?

BORISKA: Possuem em média 7 metros de altura e possuem capacidades incriveis.

Boriska discorre sobre o planeta Marte, mas também tem lembranças em sua vida passada do planeta Terra. Comenta que a maior catástrofe que aconteceu na Terra foi a destruição de Lemúria, uma civilização lendária. Ele cita que seu amigo foi esmagado em sua frente por uma rocha quando todo o continente foi tragado por uma tempestade oceânica e que está programado que se reencontrarão novamente ainda nesta vida. Sobre o Egito, Boriska diz que existe um conhecimento precioso oculto sob uma pirâmide que ainda não foi descoberta: "A vida vai mudar quando a Esfinge for aberta. A Esfinge tem um mecanismo que aciona uma abertura secreta. O mecanismo está atrás da orelha."

Em relação ao nascimento de crianças hiperdotadas, o garoto informa que isto é decorrência do fato de que "chegou a época" propícia para que elas venham à Terra porque o "renascimento do planeta se aproxima... Eles estão nascendo e estarão preparados para ajudar as pessoas... Amar seus inimigos, essa é a Lei. Você sabe porque o lemurianos pereceram? Porque eles não investiram no desenvolvimento espiritual e mergulharam nas práticas da Magia desconsiderando esta Lei. O amor é a verdadeira mágica!". Boris encerrou a entrevista dizendo: "Kailis", e o entrevistador perguntou:

JORNALISTA - O que você disse?

BORISKA - Eu disse olá. Esse é o idioma do meu planeta.

Nota: O conteúdo acima é uma interpretação resumida e pessoal minha a partir da tradução da publicação original que se encontram nos links abaixo:

Lando.

Fontes:
http://english.pravda.ru/science/19/94/378/16387_Boriska.html

http://english.pravda.ru/science/19/94/377/12257_Martian.html