31 de dezembro de 2007

Mais um ano que se vai




2007 já está no apagar das luzes.

Na balança foi um ano equilibrado.

Muitas alegrias, muitas decepções. Um relacionamento que começou de forma surpreendente e terminou da mesma forma. Viajei mais do que imaginava, fiz novas amizades; caí numa roubada de uma pirâmide, continuei desentendendo-me com meus familiarea, não progredí nada na vida profissional; mas tenho que valorizar mais as coisas boas do que as ruins.

Em 2008, espero novas alegria, sabendo que ainda vou ter passar muito perrengue.
Estarei sempre postando aqui no blog, no fotolog (http://www.fotolog.com/dougstange); preciso visitar os blogs amigos (reconheço que estou um tanto relapso nesse sentido). Olha, já tenho uma agenda movimentada p/ o início de ano: visitar empresas, distribuir currículo, tratamento dentário, concurso em Jaraguá do Sul dia 13/01, janeiro vai ter Popscene todo sábado (só não irei dia 12, por causa do concurso)...

Enfím, estou com bons pressentimentos em relação a 2008. Se 1/10 deles confirmarem-se, estará ótimo.

Ah, não viajei este ano, estou escrevendo de casa mesmo. Já tinha decidido passar o Reveillon em Santos mesmo, voltei atrás, queria ir p/ Porto Belo-SC, desistí e me arrependí. Se tudo correr bem, daqui a um ano estarei curtido uma praia em Bombinhas e passando p/ 2009 numa festa no Bali Hai, que estou seco pra conhecer!!!

Por hora, só sonhos e os mais sinceros votos de um FELIZ ANO NOVO aos queridos leitores!!!!

FELIZ 2008!!!!!!

29 de dezembro de 2007

TURN TURN TURN!!! - The Byrds



To every thing, turn, turn, turn,
There is a season, turn, turn,turn,
And a time to every purpose under heaven

A time to be born, a time to die
A time to plant, a time to reap
A time to kill, a time to heal
A time to laugh, a time to weep

To everything, turn, turn, turn,
There is a season, turn, turn, turn,
And a time to every purpose under heaven

A time to build up, a time to break down
A time to dance, a time to mourn
A time to cast away stones
A time to gather stones together

To everything, turn, turn, turn,
There is a season, turn, turn, turn,
And a time to every purpose under heaven

A time of love, a time of hate
A time of war, a time of peace
A time you may embrace
A time to refrain from embracing

To everything, turn, turn, turn,
There is a season, turn, turn, turn,
And a time to every purpose under heaven

A time to gain, a time to lose
A time to rend, a time to sew
A time to love, a time to hate
A time for peace, I swear it's not too late

*******************************************

Para tudo (vire, vire, vire)
Há uma época (vire, vire, vire)
E um momento para cada propósito, sob o céu

Um momento para nascer, um momento para morrer
Um tempo para plantar, um momento para colher
Um momento para matar, um momento para curar
Um momento para rir, um momento para prantear

Para tudo (vire, vire, vire)
Há uma época (vire, vire, vire)
E um momento para cada propósito, sob o céu

Um momento para edificar, um momento para desmoronar
Um momento para dançar, um momento para se condoer
Um momento para livrar-se de pedras, um momento para reunir pedras

Para tudo (vire, vire, vire)
Há uma época (vire, vire, vire)
E um momento para cada propósito, sob o céu

Um momento para amor, um momento para ódio
Um momento de guerra, um momento de paz
Um momento em que você deve abraçar, um momento para abster-se de abraçar

Para tudo (vire, vire, vire)
Há uma época (vire, vire, vire)
E um momento para cada propósito, sob o céu

Um momento para ganhar, um momento para perder
Um momento para rasgar, um momento para costurar
Um momento para amar, um momento para odiar
Um momento para paz, eu juro que não é tarde demais

24 de dezembro de 2007




Então é natal
E o que você tem feito?
Um outro ano se foi
E um novo apenas começa
E então é natal
Espero que tenhas alegria
O proximo e querido
O velho e o Joven

Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento

E então é natal
Para o fraco e para o forte
Para o rico e para o pobre
O mundo é tão errado
E então feliz natal
Para o negro e para o branco
Para o amarelo e para o vermelho
Vamos parar com todas as lutas

Um alegra Natal
E um feliz ano Novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento

E então é Natal
E o que você fez?
Um outro ano se foi
E um novo apenas começa
E então feliz Natal
Esperamos que tenhas alegria
O proximo e querido
E velho e o Jovem

Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento
A guerra acabou , se você quiser
A guerra acabou agora

Feliz Natal.

Jonh Lennon


22 de dezembro de 2007



O ano terminando e eu depositando todas as minhas esperanças em 2008.

Hoje tem Popscene, mas eu não vou. Arranquei um dente ontém, ainda tô com um pouco de dor, e totalmente sem ânimo!!!

O que posso fazer para me animar?
Tô me sentindo um inútil, um peso morto.
E é lóigico, tô nem aí pra esse Natal; pra falar a verdade, nem pro Reveillon.

Bom, não vou começar a reclamar. Aí é que não vira nada mesmo; parece que atrai ainda mais uruca, as pessoas começam a se afastar (já começaram, na verdade) e isso vira uma bola de neve!!!

O jeito,talvéz seja fazer como recomendou a ministra: RELAXAR E GOZAR.

18 de dezembro de 2007




Então...

Sem maiores novidades.

Domingo fui passear com minha amiga Cléia. Iríamos até o Jardim Botânico, na Zona Faroeste; mas tava ficando tarde, então fomos passear de busão na ZN. Depois voltamos, tiramos fotos na Ponta da Praia e na entrada do Aquário. R$ 5,00 de entrada, não rola. Pelo menos não naquele momento. Então, só foto mesmo.

De resto, tudo igual. Ainda meio borocochô e revoltado.

Quem sabe em 2008 tudo mude?!!!

Arranje uma colocação, uma fonte de renda, possa finalmente ter meu canto, meu sossego, minha gata de estimação. Sim, porque estou louco para ter uma gata!!! Das que miam, claro!!! Na casa do papai nem rola; mesmo que ele deixasse, seria arriscado para ele, devido a abertura da bolsa de urina, corre o risco de pegar uma infecção e talz.

Bom, tô desanimado com o fim de ano. Natal, de uns anos prá cá, tem sido um porre!!!
Ano Novo; bom esse ano não vou viajar, não arrumei nada prá fazer, nenhum convite para a virada...

Nessas horas que faz falta um canto meu. Se tivesse, convidaria o povo, pelo menos os mais chegados, fazia um assado no forno, um molhino de cebola, uns petiscos, comprava umas brejas, fazia um licrzinho de chocolate branco; iríamos p/ a praia ver os fogos, depois voltaríamos. Quem sabe, ano que vem?

15 de dezembro de 2007



Quero trabalhar, não posso. Quero ter meu dinheiro, não posso. Quero ter minha casa e minhas coisas e não posso. Entra ano e sai ano e nada muda!!!

Não tem nada não, um dia essa meleca toda acaba.

Eu ainda hei de ser muito feliz!!!

10 de dezembro de 2007

Desde a última postagem, muita coisa aconteceu.

Terminei o relacionamento com a moça de Jaraguá do Sul (na verdade, tinha terminado antes). Pelo menos ficou a amizade. Quando não é para dar certo, não tem jeito; quanto mais se "empurra com a barriga", pior fica. Melhor, muito melhor mesmo, continuar a amizade do que fazer com que a maionese desande de vez e daí não sobre nem a amizade.

Estive em Blumenau entre quinta e sábado. Bate volta, só p/ reconhecer o terreno. Andei vendo uns cantos para me instalar por lá. Só deu tempo de ver duas kit's; em locais muito afastados e de difícil acesso. Por incrível que pareça, ainda fui chamado para uma entrevista numa agência de empregos em Jaraguá; uma das quais andei distribuindo meu currículo na primeira vez em que estive lá. Mas, a entrevista foi só para "me conhecer", nao havia nenhuma vaga específica.

Para não perder a viagem, fui dar umas voltas na cidade e tirei algumas fotos. O centro de Blumenau fica muito bonito com a decoração natalina!!!







De volta a Santos, de volta a realidade e de volta aos velhos problemas!!!
Preciso de um emprego, para poder me sustentar sozinho e finalmente sair da casa do papai!!! Três anos aguentando a tirania deste homem, e tendo que aceitar passivamente, pois aifinal "ele me sustenta". Ah, não!!!! Isso tem que acabar!!!

Agora a pouco, tivemos mais um desentendimento. Eu não diria, "um desentendimento" em sí, porque eu não disse nada. Tudo começou por que passei um café e não levei na caminha dele. Explico: sempre que passo um café, ponho na caneca dele (que eu dei de presente, por sinal) e levo prá ele na cama (de onde ele raramente sai). Excepcionalmente hoje, esquecí de levar. Não por maldade, não por egoismo; simplesmente esquecí. Ora, a garrafa térmica está lá, o café está lá dentro. Ele poderia simplesmente pegar a própria caneca e servir-se. Mas isso é para "plebeus", para a "ralé", para a "escória". O tiranozinho, o ditadorzinho, o hitlerzinho tem que ser servido. Uma única vez que esquecí de servi-lo já foi o suficiente para o aprendiz de Furher espancar a porta do meu quarto (talvéz seu desejo fosse fazer o mesmo com minha cara)e berrar na minha orelha. Igualzinho fazia com minha mãe. Igualzinho fazia com minha irmã. Só que minha mãe teve culhão para pedir o divórcio e aguentar o rojão sozinha. Minha irmã teve peito de mudar-se para a casa de uma amiga.

Eu não tenho condições, não tenho um amigo que possa me acolher, não tenho bosta nenhuma. E assim tem sido nos últimos 3 anos. Quem lê meu blog comnhece bem essa história. Só que estou farto disso!!! Não tenho mais estômago para isso!!! Preciso dar um jeito de sair desta casa o mais rápido possível! Preciso me livrar da chibata desse homem de uma vez por todas!!! Não aguento mais, isso chega a ser terrorismo!!!
Sou um homem, não um cão sarnento!!!

28 de novembro de 2007

Vale a pena ser honesto no Brasil?



Vale a pena ser honesto no Brasil?
Escrito por Luiz Marins (www.marins.com.br)

Pesquisa realizada pela Interscience e apresentada durante o 1o. Congresso Brasileiro de Pesquisa (março 2003) nos mostra que o brasileiro tem valores fortes que nem sempre compreendemos (ver abaixo):

O que a população mais valoriza?
78% - Honestidade
77% - Verdade
72% - Confiança
72% - Respeito ao outro
70% - Solidariedade
69% - Diálogo
67% - Empresas éticas e honestas
66% - Limpeza em todos os lugares
65% - Bem-estar, saúde física e mental


Fonte: Interscience – in Meio & Mensagem 29/3/2004

Será realmente verdade que o brasileiro valoriza honestidade, verdade, confiança, respeito ao outro, limpeza em todos os lugares, por exemplo?
Como antropólogo tenho sido chamado a dar uma "explicação" para esse fenômeno. Os valores revelados pela pesquisa não condizem com a realidade percebida por nós no cotidiano. Por quê? Estará a pesquisa errada?
Na minha opinião a pesquisa está corretíssima!

A explicação é ao mesmo tempo simples e complexa e exige um pouco de reflexão sobre o Brasil e a cultura brasileira.
É preciso que saibamos que nós, brasileiros, não temos os quatro séculos de tradição escrita de Gutenberg, o inventor da imprensa no século XV. O brasileiro – eu sempre tentei explicar isso a alunos e clientes – é oral e auditivo. Sem a tradição escrita que a Europa e por história de colonização, os Estados Unidos possuem, nos mantivemos "tribais" (no sentido de uma civilização oral e não visual). Mário de Andrade dizia que "o escritor brasileiro fala com a pena na mão".

As civilizações letradas pela imprensa de Gutenberg criaram o "indivíduo" e o individualismo como valor. É preciso lembrar que quando as palavras são escritas elas se tornam parte do mundo visual, estático. A palavra oral é sempre dirigida ao "outro". Assim, para ler eu tenho que me isolar. Para falar e ouvir, tenho que me "reunir" com alguém. É importante lembrar que a Reforma Protestante só foi possível graças à imprensa de Gutenberg – que criou a ética Calvinista, o nacionalismo e tornou estáticas as línguas neo-latinas, por exemplo. O próprio Renascimento só foi possível pelo advento da imprensa.

Assim, nas sociedades visuais, o indivíduo tem força perante o grupo. Nas sociedades orais e auditivas a força do grupo sobre o indivíduo é tão forte que podemos classificá-la, sem exagero, de quase insuperável. Sem o grupo o indivíduo é socialmente inexistente nas sociedades orais.

E a psicologia dos grupos (ou das massas) explica comportamentos grupais que são completamente diferentes dos desejados por cada indivíduo do grupo. Tive um professor nos Estados Unidos que me dizia: "Um brasileiro é um gênio comportado! Dois brasileiros, dois gênios comportados! Três brasileiros formam um 'bando' selvagem! Por quê?" perguntava ele indignado, pois que vários grupos de alunos brasileiros quando se juntavam tinham como "brincadeira" preferida, disparar o alarme de incêndio da universidade, esvaziar pneus dos carros dos professores, etc. coisas que individualmente condenavam.

Assim a força do grupo sufoca os valores individuais no Brasil.
E assim, temos muita dificuldade em emitir comportamentos individuais "certos".
Quem busca fazer as coisas de forma certa, correta, ética, é logo acusado de "certinho" ou "certinha" e ridicularizado pelo grupo. Alunos que estudam muito são chamados de "cdf"(sic). Funcionários que atendem prontamente pedidos de clientes ou dos patrões são logo classificados de "puxa-sacos". Quem paga impostos é considerado "bobo ou ingênuo". Quem joga papel no lixo é considerado "o ecológico" e é alvo das famosas gozações dos colegas....

Portanto, os valores individuais pesquisados são mesmo os revelados pela pesquisa. Por isso ficamos indignados com a sujeira e quando vemos um lugar limpo e bem cuidado dizemos "Que coisa linda! Nem parece o Brasil!"
"Eu não jogo papel no lixo porque ninguém joga papel no lixo! Quando todo mundo jogar papel no lixo eu também jogarei papel no lixo. Eu não jogo porque ninguém joga e eu não quero dar uma de herói e babaca...", etc, etc.
Veja, pois o leitor que ser "herói" no Brasil é errado e não certo! Herói no Brasil só pode ser "herói grupal" e não "herói individual!" Para ser herói tem que ter a aprovação do grupo.

E com esse impedimento de manifestar seus valores individuais, o brasileiro é complacente com o erro, com a desídia para não ofender o grupo. E essa complacência reforça nossos comportamentos contrários a nossos valores individuais. Dou um exemplo: você, como aluno, passou o fim de semana todo estudando para a prova da 2a. feira. Seu colega não estudou. Pelo contrário. Foi ao jogo, ao cinema e ainda debochou de você e chamou você de "certinho" por "perder um final de semana estudando". Chega a hora da prova. O seu colega (que não estudou) pede para você lhe ensinar as respostas que ele, por não ter estudado, não sabe....

Qual o seu comportamento e da maioria de nós, brasileiros? Chama o professor e denuncia a tentativa do colega de pedir a resposta? Diz a ele – você não estudou, agora tire nota baixa e assuma seus atos!?
Não! O que todos fazemos é passar as respostas ao colega relapso. E em seguida quase morremos de raiva e indignação ao vermos que a nota dele foi igual à nossa.... Qual será nosso comportamento na próxima prova? É claro que será o de "não perder o final de semana" e preparar uma boa "cola"....

Da mesma forma é a desmotivadora atitude de patrões, chefes, gerentes e supervisores que vêm a desídia e fingem não enxergá-la. Convivem com o descomprometimento de seus subordinados, não exigem o cumprimento dos prazos e metas solenemente prometidos. "Quem poupa os maus ofende os bons" diz um ditado latino. Qual a "vantagem" em ser bom, perguntou-me um funcionário. No final todos ganham e quem faz certo é sempre o mais prejudicado!
E o que dizer das famosas "anistias fiscais". Trata-se de um verdadeiro escárnio para quem pagou em dia os impostos ver os que não pagaram sendo anistiados....

Justamente porque os valores individuais do brasileiro são fortes é que ficamos tão indignados com a corrupção, com a falta de ética e com a sujeira, por exemplo. E essa indignação individual só antecede a nossa consciência de total incapacidade de denunciar os outros, de ofender o grupo – mesmo desconhecido. Essa sensação ou "certeza" da impunidade pela força dos grupos é tão grande que nos sentimos totalmente impotentes e desmotivados para fazer o certo.
Se quisermos mudar essa realidade e ter o direito de manifestar e de "viver" os nossos valores individuais no Brasil, teremos que fazer uma verdadeira cruzada, tão difícil quanto necessária.

Mas é preciso que acreditemos que quando o ambiente "permite" que esses valores sejam manifestados, o brasileiro sente-se feliz e orgulhoso. Um exemplo é o Metrô de São Paulo. Há 30 anos ele é orgulhosamente mantido pela mesma população que destrói os orelhões, quebra os bancos das praças e picha os muros da cidade. Por quê?
Simplesmente porque o Metrô conseguiu criar um ambiente onde o valor "lugares limpos e bem cuidados" pudesse ser manifestado todos os dias. Não há nada quebrado, nada sujo. O quebrado é imediatamente retirado. A sujeira imediatamente limpa. E todo brasileiro se orgulha do Metrô de São Paulo!

E para poder vencer a força do grupo, o brasileiro precisa criar uma "entidade mítica" que os antropólogos tão bem conhecem. Algum "ser superior", mítico, que diga o certo e o errado.
Isso explica o porquê de todo brasileiro que trabalha numa multinacional usar o crachá, o uniforme, manter limpos os ambientes, cumprir rigidamente as regras de segurança e de respeito ao meio-ambiente, etc. Por que só fazem isso numa multinacional?
Porque existe um "ser" estrangeiro – um quase-deus, mítico – que nos dá as regras, nos obriga, e todos fazemos, felizes, o que, de fato, gostaríamos de fazer em todos os lugares, todos os dias. E aí o grupo local não tem voz, nem vez. O "deus" mandou fazer assim... e ele sabe o que é certo!

E o que é mais importante: esse "deus" não é complacente com o erro. Se o desobedecermos, iremos para o "inferno" (do desemprego). Podem reparar os leitores que toda a ordem numa multinacional é referida impessoalmente como "a matriz"; "os homens de lá...", reforçando a dicotomia terrivelmente brasileira de que "lá fora" tudo é bom e "aqui dentro" tudo ruim. "Lá fora as coisas funcionam..." lamenta o brasileiro.

Na verdade, do ponto de vista de um antropólogo, queremos um deus de "lá de fora" que venha nos salvar das barbáries do "aqui de dentro". Esse "deus" é a "matriz".
O que fazer?

Minha sugestão é a de que passemos a criar, em nossas famílias, em nossas escolas, em nossas empresas, ambientes que permitam a manifestação dos nossos valores individuais.

Para isso temos que punir a impunidade. Valorizar o valor. Dar crédito aos críveis. Referendar o certo e repreender severamente o erro. É preciso dar ao brasileiro o direito de ser "certo" ou "certa". Eis aí uma tarefa para cada um de nós – pais, professores, empresários, políticos, líderes em geral.

Acredite: os valores do homem brasileiro são os revelados pela pesquisa. Nossa tarefa como indivíduos, como povo e como nação é a de permitir que eles sejam manifestos sem constrangimento.

E aí teremos o País que tanto sonhamos. E aí seremos felizes e orgulhosos do Brasil.

Pense nisso!

22 de novembro de 2007

The book ison the...
The...
Onde mesmo?
Bueno, relembrando tempos de escola.
Quando vamos mal em uma determinada matéria, não podemos deixar a peteca cair e deixar que isso influencie nossa performance em outras. Se você vai mal em Matemática, não tem que ir mal em Geografia. Matemática não tem nada a ver com Geografia.
Na vida cotidiana também é mais ou menos assim. Se algo não vai bem em determinado aspécto, não se pode deixar que isto contamine o resto. Quando se está mal de relacionamento familiar não se deve levar isso para a vida profissional. Quando se está mal de dinheiro, não se deve deixar que isso influencie em questões afetivas. E assim sucessivamente.
Hoje, dia 22 de novembro de 2007, às 23:16hs., estou tendo problemas em duas matérias: Vida Profissional (a falta de uma, para ser mais exato) e Relacionamento com a Mulher. Nas demais matérias, até que estou bem. Não sei se vou passar de ano, mas desespero só piora as coisas.
Se me perguntarem se está tudo bem, respondo que sim. Se me perguntarem se tenho certeza, respondo o seguinte:
"Você acha que vou responder que não tenho certeza. Pois bem, de fato tenho tido problemas em duas matérias, porém, nas demais estou com boas notas. Preciso estudar mais, só isso."
Sacaste?!!!
Essa figura não tem nada a ver. Taí só de enfeite.


19 de novembro de 2007

PRÁ DESCONTRAIR, UMA VIADINHA; OPS, PIADINHA.


Sem news, feriadão normal; só fui tomar um solzinho domingo.
Tô sentindo falta de comentários. Visitantes, digam ao menos OI!!!!

11 de novembro de 2007


Entra pelas portas do fundo
Do Oceano Atlântico um cara
De baleia, terno e gravata
Seu nome é Peixuxa,
É amigo dos peixes
É gente e respira debaixo do mar
Mar, mar, mar

Ma, ma, ma, ma, mas sempre com um charuto na boca
Vai andando debaixo d'água
Vai até o mediterrâneo
Pois tem um encontro com hora marcada
Com a lua cheia para um lindo jantar

Tem gente estranha por debaixo do mundo
Tal qual Peixuxa, baixo, gordo, salgado
Tem gente estranha trabalhando nos fundo
Que não é peixe mas não morre afogado

Do, do, do, do, do, do
Ele é cordial com os peixes
Dá bom-dia quando é de dia
Boa-noite quando é de noite
E se não é de dia e se não é noite
Peixuxa, amavelmente, dá "maresia"

Seu Peixuxa antigamente
Foi chamado de Deus dos mares
"Inda" guarda em casa um tridente
E quando eu olho
O mar com petróleo
Eu rezo a Peixuxa que ele fisgue essa gente

Raul Seixas

9 de novembro de 2007

Parque Malwee, Jaraguá do Sul - SC

Fazia tempo que não escrevia sobre meu cotidiano. Bom, talvéz por achá-lo demasiadamente sem graça. Minha Princesa diz que eu preciso ensergar as cores da vida. Concordo, mas anda meio difícil ultimamente. Até é possível, quando aconece algo diferente. Semana passada, fui convidado para um festa, daquela galera que conhecí na excusão para o Oktober, um dos rapazes vai trabalhar em um navio de cruzeiro, vai passar uns 4 ou 5 meses fora; então, fizeram uma fesa de despedida. Foi na casa do cunhado dele; e por coincidência, a mãe do cunhado trabalha no universidade onde estudei, já me conhecia desde aquela época. A Baixada Santista é um ovo de codorna!!!! Poxa, me afeiçoei demais a essa turma!!! Só o fato de eu ter sido convidado já é algo extraordinário!!!

Mas, uma vez que se volta à vida normal...

Estou um tanto apático, quase sem esperanças, embora a situação (para quem vê do lado de fora) não pareça assim tão grave.

Quem lê o meu blog a algum tempo, quem leu alguns dos últimos posts, entende mais ou menos.

Tudo o que eu quero é tocar minha vida adiante. Ter um trabalho, uma fonte de renda, ter minha casa, não depender de mais ninguém. No entanto, as coisas não são nada fáceis...

A mesma ladaínha de tantos e tantos anos. Até já desistí de tentar entender porque não vou para frente. Já desistí de me lamentar também. Eu tenho mais é que esfriar a cabeça, viver um dia de cada vez, não criar expectativas. O que poderia ser feito da minha parte, já foi feito: estudei para ter uma profissão, entupí o mercado de currículos, desenvolví projetos próprios, prestei concursos públicos; enfím, posso ser acusado de qualquer coisa, menos de não ter "corrido atrás". Continuar nesse rítimo, vai constinuar trazendo os mesmos resultados; quem quer resultados diferentes, tem que tentar coisas diferentes. Só não sei que coisas são essas...

Já não sei mais o que fazer nem o que pensar.

Alguma sugestão?

5 de novembro de 2007

Interessante!!!!

Chilic é?!!!! Ui, santa!!!!!!!


1 de novembro de 2007

Veja meu Slide Show!

Veja meu Slide Show!

30 de outubro de 2007

MUITO BEM...

... depois de vomitar toda minha ira no último post, é tempo de postar algo de bom.

Hoje subí a Serra para encontrar minha Princesa, que irá participar de um congresso em Sumaré, região de Campinas. Ela foi com o Sérgio, um amigo chileno que tb. está no congresso.

Fomos ao Brás pegar uns biombos (que serão utilizados no evento), aproveitamos para bater pernas, ver roupas. O chileno queria roupas de "cores berrantes", que segundo ele, só se encontram por aqui. Eu, particularmente não gostei muito do que ví. Tudo muito chamativo, estilo surf/skate/mano; o que não faz nem um pouco meu estilo. Lembro-me de quando era criança, morava na Capital, pertinho do Brás, e sempre comprávamos roupas lá. Os preços são bem convidativos, mas em termos de estilo, deixa muito a desejar.

Foi um passeio muito agradável, apesar de deixar-me exausto!!! Matei as saudades, enfím, depois desse Congresso, ela vai ficar um pouco mais folgada, pretendo voltar a SC em meados de novembro, após o feriado do dia 15. Vou dar uma olhada em residências, kitsc´s, edículas, casinhas de fundo. Pretendo ir prá Blumenau ano que vem, aluguel por lá é relativamente barato.

A tempos já vinha fazendo planos p/ mudar-me p/ SC. Primeiro, Floripa; mas aquilo tá virando um inferno, uma metrópolezinha à beira-mar. Blumenau parece ser opção melhor. Os locais brincam se não sabem deifinir a cidade como "a maior cidade pequena do planeta ou a menor cidade grande do planeta". Acho que tem muito campo se abrindo por lá; tanto na área de Economia, como na Educacional; posso até ser um representante do meu pai no ramo de embalagens. Fora os concursos públicos. Veremos o andamento das coisas daqui por diante.

Ah, claro, em outubro irei na Oktober pelo menos aos finais de semana!!! - rs.

27 de outubro de 2007

Pois é...

Passada a ressaca da Oktoberfest e voltando a realidade. Prá variar, sinto-me insatisfeito. Com a situação geral. Desanimado em saber que muito pouco pode ser feito para mudar. Por que não se muda quando se quer; há muitos fatores envolvidos. Para quem está do lado de fora, tudo parece fácil, basta estalar os dedos, piscar os olhos e tudo modifica-se magicamente!!! Talvez para alguns seja assim mesmo!!! Para mim, entra ano, sai ano, esforço em cima de esforço e resultado? Pouco, muito pouco!!!!

Não sei mais o que fazer nem o que pensar. Muita coisa foi tentada, e muito pouco progresso obtido. De quem é a culpa? Minha mesmo? Do sistema? De Deus? Bom, prá mim, a questão não é achar "culpados". A questão é simples:

"EXISTE UM PROBLEMA QUE PRECISA SER RESOLVIDO, VÁRIOS CAMINHOS FORAM TENTADOS NESTE SENTIDO, E OS RESULTADOS OBTIDOS FORAM MUITO AQUÉM DO ESPERADO. E ISSO JÁ NÃO É DE HOJE."

Muita gente chama-me a atenção pelo fato de eu ser muito pessimista. Outros acham simples resolver tudo, eu é que sou "preguiçoso". Bom, não cabe aqui discutir quem tem razão ou não.

A época em que vivemos é muito complicada. Esse nosso querido Brasil é um país podre!!! Ainda assim, muita gente vence. Porque não EU? Antes que me venham com sermões e discursos dignos de livro auto-ajuda:

1. Eu acredito em mim mesmo!!! Tenho consciência das minhas potencialidades e dos meus limites. Infelizmente, parece que as pessoas só enxergam os limites.

2. Antes que venha me falar em Deus: não sou assim, um religioso convicto; tenho minhas crenças, porém, as vezes acho que até mesmo Ele tenha seus limites. Nos momentos de maior ira, chego à pensar "Deus? Ora, se Deus existe mesmo, das duas uma: ou Ele é surdo ou pôs-me no mundo de sacanagem mesmo; prá passar uma vida inteira batalhando por muito pouco enquanto uns e outros vencem com menos esforço!". Sei que é errado pensar assim, porém esta cada vez mais difícil pensar de forma diferente.

3. Paciência? As vezes acho que tenho até demais!!!! Ora, tente imaginar-se no meu lugar: uma vida inteira batalhando para ser reconhecido, colher os frutos dos meus esforços; obtendo sempre resultados ínfimos; e ainda tendo que ouvir graças do tipo "você é vagabundo", " você é preguiçoso", "você quer que caia tudo do céu", "você não se esforça o sufuciente", "você não enxerga um palmo adiante do seu nariz", "você é egoista", "você não faz nada direito", "você é arrogante", "você não tem humildade", "você é muito esquentadinho", "você é muito nervoso", "você não sabe aproveitar as oportunidades que a vida lhe dá" e outras frases similares. Isso tudo sem agredir niguém, pelo menos não fisicamente. E ai de mim se tiver a "ousadia", o "atrevimento", a "impáfia" de responder à altura!!!! É ou não é para deixar qualquer um louco?!!! Pois é, as pessoas se acham no direito de fazer-me e dizer-me o que bem entende, e eu tenho que ser sempre "bonzinho", "educado", "cabeça fria". Nem que eu viva cem anos irei entender a lógica por trás disso: "

"Todo mundo pode tudo e eu não posso nada, tenho que aceitar numa boa e ponto final!!!"

4. Tem muita gente em situação pior que a minha? Sim, tem e eu nunca fui cégo nem burro ao ponto de negar isso. Por outro lado, esse tipo de pensamento soa-me, conformista e, de certa forma, como dista. Nivelar-se por baixo. Como a história do cidadão que só tinha tremoços para comer, enquanto comia sewus tremoços, e jogava as cascas para trás; queixava-se de só poder comer tremoços. Certa vez, ao jogar as cascas para trás, viu um mendigo recolhendo as cascas e pensou consigo mesmo: e eu aqui reclamando de barriga cheia. Muito bonitinha essa fábula, mas para mim, não funciona!!!!

Para aqueles que adoram me rotular e defecar regras na minha cabeça:

1. Onde o Sr. (Sra.) estava, lá pelos idos de 1988, 89; quando eu comecei a procurar emprego e já encontrava barreiras, pois estava na época do Alistamento Militar? Caso o Sr.(a) não saiba; há uma lei trabalhista (não sei se ainda existe, naquele tempo existia), segundo a qual o empregador deve continuar à pagar salários e encargos para o empregado que esteja no Serviço Militar, mesmo que este não compareça à empresa para exercer suas funções por estar ocupado na caserna. Diante deste quadro, niguém contrata um empregado em idade próxima ao alistamento e até sair o Certificado de Reservista.

2. Onde o Sr. (Sra.) estava em meados de 1992? Eu trabalhava em uma Universidade, e fui demitido porque "não rendia o suficiente e cometia muitos erros"; sendo que esta Universidade é enorme, tem vários campus e departamentos diferentes; quase implorei à diretora da minha unidade para ser transferido para outro campus, outro departamento; mas não teve jeito, a digníssima Sra. Diretora queria porque queria ter o prazer de me ver no olho da rua! Detalhe: a citada senhora é freira, certamente acredita em Deus e em Cristo; porém, naquele dia resolvera deixar todo o seu Cristianismo em casa. O Sr.(a) sabia que ainda tentei argumentar? Disse que pretendia prestar vestibuilar no fim daquele ano, precisaria da bolsa de 50% que todo empregado da instituição tem direito, que eu queria progredir não só pelo meu bem, como também pelo bem da Universidade e que uma demissão aquela altura faria todo meu projeto andar para trás. Tudo iútil. Eu havia falhado, não havia aproveitado a oportunidade que me tinha sido dada e deveria pagar isto na engrossando a fila dos desempregados. Caso o Sr.(a) não saiba, a dita Universidade (na qual acabei ingressando mais tarde e me formando) até hoje possui empregados que cometem os mesmos tipos de erro que eu costumava cometer, alguns deles tem já com uns bons anos de casa.

3. Onde o Sr.(a) está quando eu costumo bater pernas pelas agências de emprego, preenchendo fichas e entregando currículos, que provavelmente serão arquivados na lata de lixo?

4. Onde o Sr.(a) esteve nos últimos 4 anos; enquanto eu estive (e ainda estou) desenvolvendo um projeto útil, necessário e viável; com um mínimo de recursos, precisando de ajuda e só encontrando portas fechadas e aproveitadores que só querem explorar-me em nome do meu projeto? Pois bem, venho desenvolvendo esse projeto desde 2002; como não disponho de recursos para levá-lo adiante, tenho procurado parceiros. Até agora o que encontrei foi: a) uma empresa que queria fazer de mim um vendedor não remunerado; b) um webdesiger competente, porém sem ética e visão de futuro, que ficou de fazer-me um site e enrolou-me por mais de 3 meses, até que dispensei sua ajuda; c) uma Incubadora de Empresas que deveria dispor de estrutar física e tecnológica, sendo estas inexistentes; porém com uma cobrança de taxas para sustentar tal estrutura (como já foi dito, inexistente); d) um grupo de "empresários" que prometia um sistema ágil e moderno, mas que não passava de mais uma pirâmide da vida.

Tudo bem. Eu é que sou "egoísta", "instransigente", "acomodado" e quetais...

5. Onde o Sr.(a) estava em pricípios de 2005? Eu fui trabalhar em uma ONG de ajuda a idosos, que não passava de fachada para uma empresa de pretação de serviços; que enviava acompanhate para idosos perante o pagamento de uma taxa. Prometeram-me que eu seria responsável pela parte financeira. Colocaram-me de office-boy (ou até menos que isso), mandaram-me fazer serviços de bicicleta (em baixo de chuva, inclusive), fizeram-me passar por humilhações em público, colocaram um deficiente mental para me dar ordens entre outras coisas. E eu fui aceitando numa boa. Quando eu quis conversar com a responsável por isso tudo, propor soluções e melhorias, simplesmente fui ignorado.

Em todas estas situações, tentei usar de diplomacia e não funcionou. Se tivesse batido na mesa e reividicado voz ativa de forma enérgica, seria taxado de "grosso", "estúpido", "mal-educado", "nervosinho", "xiliquento", etc. O mais engraçado, é que geralmente, quando é o contrário; as pessoas utilizam-se destes mesmos expediente comigo. Resumindo: de cá para lá é "grossura", "estupidez", "má educação", "nervinhos a flor da pele", e "xilique". De lá para cá é "tratamento merecido", "puxão de orelha pro Douglas ficar mais esperto", "justiça com as prórpias mãos" e similares. Dois pesos e duas medidas.

Longe de estar "posando de vítima", embora possa parecer. Convenhamos, as coisas para mim não são nada fáceis. É muito difícil encontrar um espaço para ser ouvido, muito menos, atendido. Agora, ainda vão dizer que é falta de esforço? De má-vontade? Comodismo? Intransigência? Egoísmo? Da parte de quem, cara pálida? Procure saber da realidade antes de bater vossos carimbos na testa alheia!!!

Cobrar e criticar é fácil. E estar no meu lugar? O que os Gênios, Bambambam's e Reis da Esperteza fariam no meu lugar? Jogar sujo, não vele!! Ainda acredito na ética, na transparência e nas atitudes corretas. Vamos, responda?!!! Não é tão fácil?

Comecei a escrever esse texto triste. Acabo de escrever revoltado.

20 de outubro de 2007

IMAGENS QUE SÃO HISTÓRIAS

Animação no PROEB!!!!!
Vista do Salão de Café do hotel


O café propriamente dito


Praça da Cerveja, no centro de Blu City


Ainda vou ter uma dessas em casa!!!!
Pensam o quê?!!! Cerva tb. tem história!!!!


"Um barril de chopp, é muito pouco prá nós/ Dois barrís de chopp, é muito pouco prá nós/ Três barrís de chopp, é muito pouco prá nos / 4 barrís de chopp, 5, 6, 7, 8, 9, 10..."
Pouco antes do desfile, as alegorias passaram em frente ao hotel





Vovô Chopão e Vovó Chopona
A galera da excursão, antes do desfile.

Início do desfile

Finalzinho do desfile. Com tanta gente, difícil tirar fotos do desfile inteiro...

Trio Elétrico de Oktober é assim


Novos amigos. Sempre é bom fazer novas amizades.
Essa moã aí é a Shirlei, que mora em Blumenau. Ela organizou um encontro de uma comunidade do Orkut, fez as camisetas e tel. O rapaz ó Vinny, o amado dela.Tudo gente fina!!!
E eu, literalmente, com o chopp na cabeça!!!
Uma das muitas barracas de chopp artezanal. Muito bommm!!!!!
Banda Cavalinho Branco!!!!!

Despedida do PROEB :(

ATÉ 2008!!!!!!!!!!!
Enquanto posto essas fotos, vai passando o filminho na cabeça. Saudades da festa e do povo!!!

Todas as fotos:
Domingo de manhã, desgarrei-me da excursão (que voltou à Santos, com parada p/ almoço em Curitiba) e segui p/ Jaraguá do Sul. Saudades de minha Princesa!!!! Um dia (aliás, menos) foi muito pouco. Mas ela tinha outros compromissos e tal. Logo logo poderemos estar juntos com tranquilidade!!!
Como não tem ônibus direto de Jaraguá p/ Santos, dá-lhe conexão em Joinville!!! Com direito a passeio extra (4 horas de intervalo entre um busão e outro) e a descoberta de um rodízio de massas. Pretendo voltar lá com minhas Princesas!!!!

ATÉ UMA PRÓXIMA AVENTURA!!!!!!