25 de setembro de 2006


CHOVE CHUVA, CHOVE SE PARAR...

Final de semana chuvoso e com um pouquinho de graça.

Sábado a noite, reniãzinha de família na casa da titia Marly. Pena minha Pequena não ter podido comparecer. Perguntaram muito po ela, até mesmo quando vai ter festinha como bolo e champanhe. - rs
Respondí, que logo logo, de 2 anos não passa - RS!!!!
O destaque da noite foi o meu cunhado e meu primo discutindo política. Meu cunhado é PT roxo, de carteirinha e estrelinha. Meu primo é apartidário, mas contra o atual governo. Um ingênuo demais e outro reacionário demais. Numa das poucas vezes que me metí na conversa fui tachado de "reacionário" e "nazista". Depois disso, resolví ficar na minha. Num dado momento, não resistí, e só prá curtir com a cara do cunhadão, defeindí a monarquia. O pior é que ele fica P da vida com qualquer coisa. Depois de umas kátia(ça), principalmente...
No domingo, o fato mais extraordinário é que fiquei (mesmo que por lguns poucos minutos) preso no elevador do meu prédio!!!! O pessoal do prédio mesmo conseguiu abrir pois estava praticamente no térreo, mas chamaram a assistência técnica. Outro dia mesmo eu tava pensando cá com meus botões que nunca tinha ficado preso num elevador. Sempre tem uma prmeira vez. Felizmente foi só um susto passageiro.
Semana começa chuvosa, fria e cinzenta. Sexta tem Expomoney em Sampa, provávelmente verei minha Pequena, nem que seja por pocuo tempo. Sábado tem reuinão na Incubadora, projeto andando, ainda que devagar.
Como se diz sempre:

"MELHOR PINGAR DO QUE SECAR". (SEM NENHUMA ALUSÃO À CHUVA)

"MELHOR CAMINHAR DO QUE ESTAGNAR".

E assim vai-se levando.

22 de setembro de 2006


VELHA HISTÓRIA REPAGINADA

Aquele aluno era muito aplicado. Tão aplicado qeu, as vezes a fadiga o atingia em plena sala de aula. Num desses ataques, durante a aula de matemática; o rapaz não resistiu e acabou pegando no sono. Enquanto dormia, no decorrer da aula; ao terminar de passar os tópicos e exercícios do dia; o professor resolveu quebrar um pouco a rotina; escrevendo na lousa, apenas por ilustração; uma complexa equação; considerada pelos maiores matemáticos do mundo impossível de ser resolvida.

Porém, o rapaz, por estar em um sono profundo acabou não assistindo à explanação. Acabou sendo acordado pelo sinal do final da aula. Assustado, olhou para o quadro negro e, deparando-se com aquela equação complexa, copio-a, achando tratar-se do dever de casa. Sem saber que tratava-se de uma equação considerada impossível de ser resolvida.

Ao chegar em casa, após comer alguma coisa, resolveu fazer os deveres de casa. Em um dado momento, deparou-se com aquela complexa equação. Tentou resolver uma, duas, três; várias vezes. Varou a madrugada tentando resovel a dita equação. E conseguiu.

No dia seguinte, entregou a solução ao professor; que óbviamente ficou pasmo. Mandou o aplicado aluno sentar-se em seu lugar e ficou de conversar com ele após a aula.

Depois da aula, o professor chamou o aluno para uma conversa em particular. Perguntou ao aplicado aluno como ele conseguira resolver a complexa equação considerada insolúvel. O rapaz explicou o acontecido no dia anterior, afirmou não saber que se tratava de algo de impossível solução e que virara a noite tentando resolver. Explicou ao professor como chegou à solução. Resumindo. o professor repassou a solução à um colega da USP, que repassou à um colega da Universidade de Oxford e a solução acabou chegando à NASA. A solução desenvolvida pelo aplicado rapaz acabou sendo utilizada nas mais diversas áreas; da Astronomia, à Mecânica Quântica. O jovem foi considerado um gênio; conquistando o Prêmio Nobel; sendo ao mesmo tempo o primeiro brasileiro a conquistar tal feito e o mais jovem vencedor.

Tudo isso porque não sabia que era impossível.

"Não sabia que era impossível; por isso o fez."

Com certeza, a maioria dos leitores já conhecem esta historieta, contada até mesmo em mais de uma versão; cuja a minha é apenas mais uma.

Lembrei-me desta fábula essa semana. Porque fui chamado lá na Incubadora de Empresas, para tratar do projeto da ATIVA. Apareceu um sujeito interessado em investir no projeto; arrumando capital e tecnologia. O cidadão diz trabalhar no Japão há 4 anos com "home-broker" (um sistema de compra e venda de títulos pela internet); associado à uma grande corretora japonesa, a Sunny World e à uma consultoria britânica, a Dressel. Esta semana estive com ele e pareceu-me de grande seriedade. Mostrou-me documentos, certificados; explicou-me que já tem uma considerável carteira de clientes no exterior (formada basicamente por imigrantes brasileiros), que tem gente interessada em investir que é um mercado em expansão e de um potencial muito mal explorado. Afirmou ter gostado da minha idéia e ficamos de conversar mais vezes sobre uma parceria ou sociedade.

Pode ser mais um charlatão querendo sugar minha jugular. Também pode ser sério mesmo. O fato é que, estou cada vez mais convencido de que minhas idéias não são assim tão esdrúxulas e utópicas quanto as pessoas próximas a mim tentam me convencer. De que, há sim viabilidade. Por isso lembrei-me da pequena fábula.

As vezes o que parece impossível, na verdade não o é. A gente é que põe na cabeça.

Fico chateado quando dizem que minhas idéias não podem dar certo. Principalmente quando quem diz não entende muito do assunto ou entende do próprio jeito. No caso da ATIVA, considero como o "projeto da minha vida"; por mais esdrúxulo e inviável que possa parecer. Sei que as pessoas não fazem por mal; preocupam-se comigo, não querem que eu quebre a cara. Por outro lado, parece-me que elas não entendem bem o que quero fazer, por mais que eu explique. Modéstia a parte, parece-me aquele clichê: "acontece com todo gênio". Verdade; pretensão minha ou não, as vezes considero-me um "gênio incompreendido". Talvéz eu esteja mais para "um diamente bruto", precisando ser lapidado. E essa tal lapidação seja um processo de adequar minhas idéias e utopias à realidade.

Pretendo trabalhar com mercado de capitais e internet. Ainda tenho muito o que aprender sobre ambas as áreas. O que não significa que eu seja totalmente incapicitado. Modéstia a parte, mais uma vez; o fato de uma pedra não estar lapidada, não significa necessariamente que ela é ruim.

Bem, é por aí...

SINTO-ME UM DIAMENTE INCROMPREENDIDO!!! - RISOS!!!!

No resto, sem news.

SAUDADES IMENSAS DE MINHA PEQUENA!!!!

16 de setembro de 2006

Bom, a semana até que não foi ruim. Terça fui prá Sampa com o velho, buscar mercadorias nas fábricas. Uma fic no Ipiranga, mais exatamente na Vila Carioca (aquele bairro onde o Lula morou quando jovem), próximo ao Rio Tamanduateí, ao futuro Fura Fila,e talz. Um lugarzinho tão " líndio"...

Depois fomos à outra em São Miguel Paulista, também conhecdio como "aquele lugar onde Judas perdeu a cuéca, pois já tinha perdido as botas, as meias e as calças"; outro lugarzinho "magavilhoso". Enfím, piadas a parte, bom que deu tudo certo. Para cortar caminho e evitar o trânsito na Radial Leste, o véio sai de Sampa alí pelos lados da Vila Carioca mesmo, chega a São Caetano, depois Snto André, Mauá, e depois volta a Sampa, já em São Matheus, onde pega a Av. Jacú-Pessego (foi Maluf que fez!!!) até São Miguel. Hehehe!!! Eu falo como se todos os leitores do meu blog conhecessem a Grande SP. Sei lá se vale a pena. Turismo nuca é demais, nem que seja nesses cafundó da vida.

Na quarta,voltei a Terra da Garoa para uma entrevista de emprego. Trata-se de uma empresa de operação e manutenção de usinas hidroelétricas. Na área administrativa, período integral, R$ 1.000,00/mês mais vale transporte. Em Tamboré, perto de Alpaville, um lugar chique, mas que também não deixa de ser um fim de mundo. Recusei porque achei pouco, mais da metade do salário deixaria na Serra do Mar no ritual do sobe-desce todo dia. Só fiquei meio puto pq que tiveque locomover-me até o Itaim Bibí (a entrevista foi na sede do grupo que controla a empresa), lá pelos lados da Av. Faria Lima (fotos), área nobre, mas longínqua para um pobre mortal que depende de transporte coletivo. Bom, valeu pelo passeio porque não conhocia nada lá para aqueles lados. Quer dizer, cheiguei a fazer entrevistas na sede do CIEE, alí no Itaim, mas batia e voltava, nem me preocupava em conhecer o local. Na volta peguei um busão que passano metrô Vila Mariana, atrevessa o Parque do Ibarapuera passando pelos famosos monumentos aos Bandeirantes (o popular "Deixa-que-eu-empurro") e aos Constitucionalistas (o Obelisco ou " Palitão"). Mais turismo. Pelo menos valeu pelo passeio.

Na quarta antes de subir a serra, ainda passei na incubadora; pois apareceu um sujeito supostamente interessado em investir no projeto da ATIVA. Falou que morou uns anos na Espanha, está a 4 anos no Japão, onde tem uma empresa que cuida de investimentos pessoais dos "Dekasseguis", a empresa dele está associada a um famoso grupo internacional, que dispõe de US$ 100.000,00 limpos para investimentos. Pareceu-me um papo tão furado...
Recomendei a ele que preparasse uma apresentação e que eu irei marcar uma reunião. Irei mesmo. Mas não botei nenhuma fé no papo do cara...

Bom, chegou o final de semana, mas não verei minha Pequena. Só semana que vem... :(

Em compensação, em outubro passaremos 4 dias juntinhos em Santa Catarina; numa excurssão que ficará em Baln. Camboriú e com direito a 2 dias na Oktoberfest e um na Marejada de Itajaí!!!
Show de bola. Como ela não bebe e detesta bafo de cana, terei que moderar. Valerá a pena!!!


12 de setembro de 2006


Bueno, final de semana show. Minha Pequena veio visitar-me, pegamos um praia. Ela teve uns probleminhas pois a empresa onde ela trabalha foi assaltada, teve um pequeno rebuliço (imagino eu), devido a maus entendidos, no domingo tivemos que ir até a Praia Grande pegar a bagaem dela e voltar pra Santos, pois ônibus daqui prá Sampa é bem mais fácil que da Praia Grande.

Fora isso, fomos a praia, caminhamos no calçadão, fomos a Feira Hippie, que adoramos, almoçamos e casa com toda a família, ou seja, meu pai minhas irmãs, meu cunhado, meu sobrinho, e eu. ah, e ela também, que já faz parte da família.

Escrevo meio desanimado com os rumos que a vida vem tomando. Não tenho mais a menor vontade de continuar trabalhando com meu pai. Na verdade nunca me entusiasmei muito com o negócio dele na área de embalagens. Nãos sei porque, não consigo me adaptar, não consigo ver grandes expectativas. O velho vive se queixando disso. Talvéz porque sonhasse em ter os filhos levando a diante o sonho dele. No meu caso, não sei explicar porque, nã anda. Já tentei várias vezes e não dá certo. Então é melhor nem continuar insistindo. Partir logo prá outra. Estou terminando o curso de ?Webdesign este mês, mais tardar comecinho de outubro9. Quero partir para esta área, isso realmente é algo que eu gosto muito. Inclusive, estou querendo ir pra Sampa algum dia distribuir currículos nessa área. Não que eu seja tão bom webdesigner assim, muito pelo contrário, ainda tenho muito para aprender. De algum jeito tem de se começar.



Por hora é só!!!

6 de setembro de 2006

Semana na metade. Feriadão em vista. Saudades imensas da minha Pequena!!!

Então, não comecei bem essa semana. Com dor de dente...
Hummm. No início do ano passado nasceu-me um dente do ciso e precisei extrair um que estava por sima, já torto. A dor era insuportável. Agora pensei que fosse o mesmo caso. Estive no dentista na segunda, tomei um antiinflamatório e uns antibioticos. A dor ainda persiste, vou ter que decidir entre extrair ou fazer um tratamento de canal. Fica prá depois do feriado.
Outro fato que marcou a semana, foi a ressaca aqui em Santos. Não, eu não tomei um daqueles porres de antigamente. Foi a força da maré aliada aos ventos e as frentes frias. Em Santos tem sido comum nos últimos tempos. Em abril de 2005 uma ressaca violenta derrubou a murada beira-mar na Ponta da Praia; no mesmo bairro, a maré chegou à invadir a avenida e até mesmo a garagem de um prédio. Ontém, por volta do meio dia, as ondas chegavam quanse no calçadão. Sempre ouví dizer que Santos corria risco de ser invadida pelo mar. Cada ressaca me preocupa mais...
Feriadão: tempo chato, frio, vento, ressaca, mar quase invadindo, não sei se minha pequena vem...
Faz tempo que não vou. Enjoou, perdeu um poquinho da graça, mas agora deu saudades. Não sei se minha Pequena vai querer ir (caso ela venha mesmo), também não sei se vou. Se chover, sem chance!!! Nunca ouví falar da banda que vai se apresentar...

2 de setembro de 2006


Andando sem direção
Levando a vida sem ambição
Tanto faz, nada mais
E aqueles livros nem sei
Se tinham mesmo o que dizer
Tanto faz, são iguais
Quando tudo se esvai
Nem vale construir
Mundo girando e eu aqui
Nem tudo foi por querer
Só disse pelo prazer
De te ver sorrir pra mim
Quando tudo se esvai
Nem vale construir
Mundo girando e eu aqui
Nem tudo foi pra valer
Só disse pelo prazer
De te ver sorrir pra mim
Mas você achou ruim
E agora tanto faz
Vou embora, até mais
Smiley
***

Mais uma semana que termina sem novidades.

Já chegamos a setembro!!!! O ano tá passando rápido!! Daqui a pouco já acaba!!!!

Sem muita inspiração pra escrever...